
Em parceria com o DCE-UFRGS, a Sala Redenção exibe o documentário “Arte e Revolução: O Exemplo dos Centros Populares de Cultura” (2022) no dia 17 de julho, segunda-feira, às 19h. A sessão é seguida por bate-papo com Leonardo Silvestrin, que realizou o filme como trabalho de conclusão de curso no bacharelado em Artes Visuais do Instituto de Artes da UFRGS.
A obra de Silvestrin aborda a história e a importância dos Centros Populares de Cultura. Fundado em 1961, no Rio de Janeiro, o primeiro CPC surgiu como um órgão ligado à União Nacional dos Estudantes. Rapidamente, novos centros foram criados nas principais cidades do Brasil, funcionando como espaços de articulação para artistas favoráveis a mudanças revolucionárias na sociedade. Fechados em 1964, no início da ditadura militar, os CPCs totalizaram apenas três anos de atividade, mas marcaram a produção cultural e artística da época.
A sessão tem entrada franca e aberta à comunidade em geral, e acontece no cinema da UFRGS, localizado no campus central da Universidade, com acesso mais próximo pela Rua Eng. Luiz Englert, 333.
ARTE E REVOLUÇÃO: O EXEMPLO DOS CENTROS POPULARES DE CULTURA
(dir. Leonardo Silvestrin | Brasil | 2022 | 55 min)
Embora tenham existido por apenas três anos, os Centros Populares de Cultura marcaram a história dos movimentos populares e da arte engajada no Brasil. Inicialmente um órgão ligado à União Nacional dos Estudantes, o CPC do Rio de Janeiro criou uma série de células ao longo do país. Seu objetivo era estruturar uma produção artística que servisse à construção do socialismo no Brasil.
17 de julho | segunda-feira | 19h – Sessão comentada pelo diretor Leonardo Silvestrin
MINIBIO DO DIRETOR:
Leo Silvestrin é artista, editor de vídeo e ilustrador, formado em Artes Visuais na UFRGS. É militante da União da Juventude Comunista (UJC) e do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Atende nas redes por @LeoSilves e @AlterLeoS.