História de Vida e Ação Política com Reginete Bispo

Hoje foi publicado o décimo vídeo do Projeto História de Vida e Ação Política e conta com a participação de Reginete Bispo.

Reginete Bispo é mulher negra, mãe de dois filhos, Marwan e Fayola, construiu história na militância em defesa dos Direitos Humanos, das Comunidades Quilombolas, dos Povos Indígenas, Imigrantes e Refugiados, contra o racismo e o machismo. Bacharel em Ciências Social pela UFRGS, Consulesa Honorária do Senegal, foi Senadora Suplente do Senador Paulo Paim, sócia fundadora da Akanni – Instituto de Pesquisa e Assessoria em Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnias. Atualmente é vereadora suplente de Porto Alegre, em um mandato coletivo.

Participou do projeto História de Vida e Ação Política no dia 09 de outubro de 2019, na sede da Akanni – Instituto de Pesquisa e Assessoria em Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnias.

O projeto História de Vida e Ação Política é realizado pelo Laboratório de Políticas Públicas Ações Coletivas e Saúde (LAPPACS/UFRGS) e tem como objetivo trazer para o ambiente universitário, narrativas autobiográficas emblemáticas do cenário político e social, propiciando momentos de debate e reflexão sobre a passagem público/privado. O projeto coloca em diálogo, no espaço acadêmico, as experiências de ativistas e militantes de movimentos sociais que tiveram importantes atividades de mobilização social e de organização política no Estado do Rio Grande do Sul.

 

Lançamento História de Vida e Ação Política com Reginete Bispo

 

 

#PraCegoVer #PraTodaseTodoseTodesVerem. Card com fundo azul. Tarja laranja onde diz “Live”. A data: quinta-feira, dia 27 de maio, às 19h. Transmissão: Youtube/Lampacs e Facebook/RegineteSouzaBispo. Abaixo, àesquerda, 10;00- Estreia do vídeo. Abaixo: 12;00 – Roda de Conversa com Reginete Bispo. Em letras maiores: “História de Vida e Ação Poítica com Reginete Bispo”. Fotografia de Rerginete Bispo. Mulher negra, com cabelo preto, preso. Ela usa óculos de graus e uma echarpe rosa em volta dos ombros. Nota-se parte da blusa azul. Foto das duas mediadoras: Mariana Prette, graduanda em psicologia pela Ufrgs; Claudia Rodrigues de Oliveira, enfermeira e mestranda em Saúde Coletiva pela Ufrgs; ambas negras. E do mediador Frederico Viana Machado, coordenador do Laboratório de Políticas Públicas, Ações Coletivas e Saúde (LAPPACS/UFRGS). Entidades organizadoras, seguido pelo logotipo das entidades. Fim da descrição.

Homenagem à Semana da Enfermagem

Homenagem à Semana da Enfermagem, por Isabela Penteado

“Boa noite, pessoal. Meu nome é Isabela, sou enfermeira e residente do primeiro ano do programa de Saúde Coletiva da UFRGS.

Hoje vim aqui conversar um pouco com vocês sobre a enfermagem e a importância dela no Sistema de saúde, isso por causa da Semana da Enfermagem que iniciou agora segunda dia 10 e vai até o dia 20 de maio. Mas especialmente hoje é o dia da enfermeira, dia 12 de maio.

Vou iniciar com uma fala da diretora da OMS, Margareth Chan, que declarou que a enfermagem é como a espinha dorsal do sistema de saúde. Essa frase vem do fato de que mais de 50% dos profissionais da saúde são enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. Então sem a enfermagem, o sistema de saúde não tem como manter seus atendimentos e a sua proposta. E por isso é considerada essencial. Não só pelo tipo de trabalho que desenvolve, mas também pelo quantitativo. No Brasil, existem mais de 2 milhões de profissionais de enfermagem. A organização divulgou o Relatório Estado da Enfermagem no Mundo 2020. O documento, elaborado em parceria com o Conselho Internacional de Enfermeiras, revela que hoje existem cerca de 28 milhões de enfermeiros no mundo e que o déficit global destes profissionais é de 6 milhões.

Outra coisa importante de se destacar é o fato pelo qual eu falei “dia da enfermeira” no início da minha fala,  é que cerca de 90% desses profissionais são mulheres, mas poucas delas estão em cargos de liderança, mostrando a necessidade de investimentos e a luta que essa categoria tem contra as discriminações de gênero.

Uma pesquisa de 2015 “Perfil da Enfermagem no Brasil”, considerada o maior levantamento sobre a categoria profissional já realizado na América Latina, já revelava, por meio de um diagnóstico preciso e detalhado, o quanto os profissionais de Enfermagem lidam com situações de trabalho precarizado, submetidos a violências, discriminação, em especial por gênero como eu falei antes, a desvalorização no mercado de trabalho, baixos salários, sobrecarga profissional, estresse elevado, problemas de saúde relacionados ao trabalho e muitos deles relacionados a saúde mental. Esse panorama já revelava o quanto o campo da Enfermagem tem sido visto em detalhe, compreendido como vasto território a ser explorado e controlado pelo “mercado de poder”, o capitalismo, que imprime modos de produção degradantes e impede a manutenção dos processos vitais.

E óbvio que a característica principal dos profissionais em relação a isso é o descontentamento. Descontentamento com a falta de Leis que regulamentem a jornada de trabalho – condições essas que outras profissões já conquistaram.

É bem comum nós vermos alguns hospitais e entidades grandes que representam os interesses dessas instituições comemorarem o ganho de ações judiciais impedindo que os Conselhos definam melhores condições de trabalho para a categoria. E essa situação é uma verdadeira precarização da assistência, onde o investimento em equipamentos, ampliação da área física, entre outras ações, acaba sendo mais importante que o número adequado de profissionais e a qualificação destes.

Com o surgimento da pandemia, as problemáticas envolvidas nesses cenários só revelaram com maior força e expressividade os velhos problemas já existentes. Colocando em risco, pela falta de condições de trabalho adequadas, a vida dos profissionais.

O Brasil responde por um terço do total de mortes pela covid-19 entre os profissionais da categoria, um dado alarmante tendo em vista que sem eles, salvar vidas nos serviços de saúde todos os dias se torna uma tarefa impossível.

O dado global mais recente sobre letalidade da covid-19 entre profissionais da área foi divulgado em novembro de 2020 pelo Conselho Internacional da categoria, e falava de 1.500 óbitos em 44 países, atualmente o número deve ser muito maior. Podendo ser comparado com o número de enfermeiros e enfermeiras mortos na I Guerra Mundial, fazendo um paralelo entre a crise sanitária atual com um dos conflitos mais violentos da história humana.

E agora, depois de mais de 1 ano de duração da pandemia, as contaminações e mortes desses profissionais podem ser atribuídas a outros fatores. A exaustão é um deles. Não existe risco zero quando se lida com pacientes infectados, e quanto mais cansadas as equipes (muitas estão atuando desde março sem parar, sem férias) maior são as chances de um deslize.

E em meio a tudo isso a categoria luta por reconhecimento e uma das lutas que estão em mais evidência atualmente, é a luta pela definição do piso salarial nacional, que inclusive está para ser votado no senado federal. É o projeto número 2564 de 2020. E ele tem tido bastante apoio, em protestos e nas redes sociais. Mas infelizmente, segunda-feira agora dia 10 nós tivemos uma pequena derrota nessa luta. Ia acontecer uma reunião entre o presidente do Senado, outros senadores, representantes da enfermagem e o líder do governo, Senador Fernando Coelho, mas o líder do governo não compareceu e a reunião terminou sem acordo nenhum.

Mesmo com tudo isso seguimos com esperança de uma enfermagem reconhecida, com condições dignas de trabalho.

E para encerrar gostaria de pedir o apoio de todos os colegas, votando na consulta pública que está no ar no site do senado federal, o link está na descrição do vídeo, para nos darem uma força nessa luta, costumo dizer que palmas na janela é maravilhoso, mas condições dignas de trabalho é muito melhor. Então quero deixar meu parabéns para todos enfermeiros e enfermeiras que estão assistindo aqui hoje, uma boa noite e ótima aula.”

 

Isabela Penteado é Enfermeira e Residente do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva da UFRGS. Esta fala foi proferida na Aula aberta “Saúde é Democracia: Embates e desafios para a consolidação do SUS”, ocorrida no dia 12/05/2021.

 

Vote na Consulta Pública sobre a alteração da lei que instituir o piso salarial nacional do Enfermeiro, do Técnico de Enfermagem, do Auxiliar de Enfermagem e da Parteira:  https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=141900

Disponíveis as gravações do Ciclo de Aulas Abertas de 2021

Disponíveis as gravações do Ciclo de Aulas Abertas dos Programas de Residência em Área Profissional da Saúde da UFRGS.

O ciclo é uma iniciativa do Laboratório de Políticas Públicas, Ações Coletivas e Saúde (LAPPACS/UFRGS) e dos Programas de Residência em Área Profissional da Saúde da UFRGS, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGCol/UFRGS) e o Programa de Educação Tutorial Participação e Controle Social em Saúde.

24/03 – Efeitos pedagógicos das políticas: das instituições médicas à produção do SUS
Convidado: Alcindo Ferla

Indicação de texto: “O desenvolvimento do trabalho na atenção básica como política e como efeito pedagógico inusitado: movimentos do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica”. In Akerman M et al (org). Perspectivas para o cuidado, para avaliação e para pesquisa na APS. São Paulo: Hucitec, 2020. Download aqui.

31/03 – Invenção da saúde coletiva e do controle social em saúde no Brasil: nova educação na saúde e novos contornos e potencialidades à cidadania
Convidado: Ricardo Burg Ceccim

Indicação de leitura: Invenção da saúde coletiva e do controle social em saúde no Brasil: nova educação na saúde e novos contornos e potencialidades à cidadania. Download aqui

07/04  – A evolução das Políticas voltadas ao acesso a medicamentos no Brasil
Convidada: Roberta Dorneles

Indicação de leitura: RODRIGUES, Paulo Henrique Almeida; COSTA, Roberta Dorneles Ferreira da e KISS, Catalina. A evolução recente da indústria farmacêutica brasileira nos limites da subordinação econômica. Physis [online]. 2018, vol.28, n.1 . Download aqui;

05/05 – Arte da institucionalização: como os sanitaristas transformaram seu projeto de saúde em políticas públicas. 
Convidada: Monika Dowbor

Indicação de leitura: DOWBOR, Monika. “Escapando das incertezas do jogo eleitoral: a construção de encaixes e domínio de agência do movimento municipalista de saúde” In: Lavalle, A. G.; Carlos, E.; Dowbor, M.; Szwako, J. Movimentos sociais e institucionalização: políticas sociais, raça e gênero no Brasil pós-transição.1 ed. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2019, p. 89-118. Download aqui.

 

12/05 – Saúde é Democracia: Embates e desafios para a consolidação do SUS

Convidados: Fernando Pigatto, Presidente do Conselho Nacional de Saúde, e Conceição Silva, Conselheira Nacional de Saúde.

 

? OPORTUNIDADE DE BOLSA: Programa de extensão Preserve Morro Santana ?

? OPORTUNIDADE DE BOLSA: Programa de extensão Preserve Morro Santana ?

O programa busca, através da troca de saberes e de maneira trans-interdisciplinar, estimular a organização comunitária em defesa da preservação ambiental do território do Morro Santana.

Valor da bolsa: R$400,00 / 20h semanais

??‍♀️ Público preferencial:
– pessoas que moram no Morro Santana ou comunidades próximas (zonas leste e norte ou Viamão);
– pessoas autodeclaradas negras ou indígenas;

⚠️ Pré-requisitos obrigatórios:
– ser estudante de qualquer curso de graduação da UFRGS, estando com a matrícula em situação regular durante todo o período da bolsa;
– ser estudante beneficiário PRAE;
– não possuir qualquer outro tipo de bolsa que demande contrapartida de carga horária no âmbito da Universidade (acadêmica, de aperfeiçoamento ou de assistência estudantil);

? INSCRIÇÕES ATÉ O DIA 13/05 pelo link: https://forms.gle/gBHZsjCQwZMFKWTo7

Saúde é Democracia: Embates e desafios para a consolidação do SUS

Na próxima quarta-feira, dia 12 de maio, as 20 horas, acontecerá o debate “Saúde é Democracia: Embates e desafios para a consolidação do SUS”, que conta com a participação de Fernando Pigatto, Presidente do Conselho Nacional de Saúde, e Conceição Silva, Conselheira Nacional de Saúde.

O debate faz parte do programa de Aulas Abertas dos Programas de Residência em Área Profissional da Saúde da UFRGS e conta com o apoio do LAPPACS, do Programa de Educação Tutorial Participação e Controle Social em Saúde e do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFRGS.

A transmissão será feita pelo Canal de YouTube do LAPPACS:  https://www.youtube.com/channel/UCUKFMPem_tajp-soeoPEL1w

X Simpósio de Psicologia Política

Temos a satisfação de informar que a plataforma do XI Simpósio Brasileiro de Psicologia já esta disponível.

O Simpósio será realizado nos dias 18 a 21 de agosto de 2021, em formato online, com o tema geral Ofensivas anti-democráticas, colonialidade, experiências de subjetivação política e a crise da democracia no Brasil.

Estamos com chamada de trabalho aberta para Grupos de Trabalho (GTs) e Minicursos.

As submissões de GTs e Minicursos poderão ser realizadas até 20 de maio de 2021.

Após a seleção dos GTs, serão abertas as inscrições para Comunicações Orais em GT.

Os minicursos selecionados serão disponibilizados para inscrição dos interessados.

Acesse nosso site e veja as normas para submissão | https://www.even3.com.br/sbpsicologiapolitica/

Aula Aberta com Monika Dowbor: Arte da institucionalização: como os sanitaristas transformaram seu projeto de saúde em políticas públicas.

Na quarta-feira, dia 05/05,  teremos nossa Aula Aberta com Monika Dowbor: Arte da institucionalização: como os sanitaristas transformaram seu projeto de saúde em políticas públicas.

A aula acontecerá as 20 horas e será transmitida no Canal de YouTube do LAPPACS: https://www.youtube.com/channel/UCUKFMPem_tajp-soeoPEL1w

Indicação de leitura: DOWBOR, Monika. “Escapando das incertezas do jogo eleitoral: a construção de encaixes e domínio de agência do movimento municipalista de saúde” In: Lavalle, A. G.; Carlos, E.; Dowbor, M.; Szwako, J. Movimentos sociais e institucionalização: políticas sociais, raça e gênero no Brasil pós-transição.1 ed. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2019, p. 89-118. Download aqui.

O ciclo de aulas abertas é uma iniciativa do Laboratório de Políticas Públicas, Ações Coletivas e Saúde (LAPPACS/UFRGS) e dos Programas de Residência em Área Profissional da Saúde da UFRGS, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGCol/UFRGS).

Mensagem da ABPP – 1964 / 2021: assanham-se os autoritários

1964 / 2021: assanham-se os autoritários

31 de março de 2021

O golpe parlamentar-jurídico de 2016 tornou explícito a presença de apoiadores da ditadura civil-militar iniciada em 1964 no Parlamento brasileiro. A homenagem ao Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, torturador no período ditatorial, proferida por Jair Bolsonaro em seu voto a favor do Impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff não foi punido por nenhum dos três Poderes Constitucionais do Estado Democrático Brasileiro. Muito pelo contrário, serviu de palanque para a campanha eleitoral vitoriosa de Bolsonaro à presidência da República, em 2018.

Entre golpe e homenagens à torturador vimos também a construção por parte da grande mídia brasileira de um novo “herói nacional”, Sergio Moro, o qual serviu ao sucesso da candidatura do “mito” e ao governo deste, como Ministro da Justiça.

Chegamos ao 57º aniversário do golpe civil-militar de 1964. Neste mês de março de 2021 o mesmo Superior Tribunal Federal que legitimou o golpe de 2016, decidiu favoravelmente pela suspeição de Moro no julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O “herói” não era apenas uma fraude, era também autoritário. No dia 30 de março tivemos, pela primeira vez na história democrática brasileira, a renúncia dos três Comandantes das Forças Armadas após a demissão por Bolsonaro do General Fernando Azevedo e Silva, Ministro da Defesa. Em sua carta de saída do governo, o General considerou necessário afirmar que preservou as Forças Armadas como instituições de Estado, ou seja, que elas não estão à serviço do governo.

O substituto do General Fernando Azevedo, o também General Walter Braga Netto, até então Ministro da Casa Civil – como sabemos, há grande presença de integrantes das Forças Armadas em cargos do governo Bolsonaro -, iniciou sua atuação no Ministério da Defesa fazendo o mesmo que seu antecessor em anos anteriores: publicou uma nota de elogio ao golpe de 1964.

A substituição do Ministro da Defesa e a renúncia dos Comandantes das Forças Armadas são atos importantes a ser considerados no jogo autoritário do governo Bolsonaro, sobretudo, porque parecem estar ligados a alegação por parte do presidente de falta de apoio a ideias recentes dele como a de decretar ações contrárias a governadores que têm apoiado medidas restritivas para combater a pandemia da Covid-19. Entretanto, é importante não esquecermos que durante o período do General Fernando Azevedo como Ministro da Defesa, Bolsonaro participou e incentivou atos antidemocráticos, bem como que foi defendida a narrativa do golpe civil-militar de 1964 como um “movimento” para “garantir as liberdades democráticas que hoje desfrutamos”, como afirmou ontem o General Walter Braga Netto.

A Associação Brasileira de Psicologia Política ressalta sua posição completamente contrária a qualquer ato de apoio ao golpe de 1964, à ditadura civil-militar decorrente dele e a quaisquer ações autoritárias vivenciadas no país após o fim da ditadura. Não podemos permitir sequer “uma pólvora” favorável ao autoritarismo, o qual longe de proteger direitos democráticos, legitima a tortura, o assassinato, a perseguição política, a censura àquelas e àqueles que não se calam e não cansam de lutar por horizontes mais igualitários e livres.

“Apesar de você, amanhã há ser outro dia”

#DitaduraNuncaMais

 

Texto originalmente publicado em: https://psicologiapolitica.org.br/2021/03/31/1964-2021-assanham-se-os-autoritarios/

 

Aula Aberta com Roberta Dorneles – A evolução das Políticas voltadas ao acesso a medicamentos no Brasil

Na próxima quarta-feira, dia 07/04,  teremos nossa Aula Aberta com Roberta Dorneles: A evolução das Políticas voltadas ao acesso a medicamentos no Brasil.

A aula acontecerá as 20 horas e será transmitida no Canal de YouTube do LAPPACS: https://www.youtube.com/channel/UCUKFMPem_tajp-soeoPEL1w

Indicação de leitura: RODRIGUES, Paulo Henrique Almeida; COSTA, Roberta Dorneles Ferreira da e KISS, Catalina. A evolução recente da indústria farmacêutica brasileira nos limites da subordinação econômica. Physis [online]. 2018, vol.28, n.1 . Download aqui;

O ciclo de aulas abertas é uma iniciativa do Laboratório de Políticas Públicas, Ações Coletivas e Saúde (LAPPACS/UFRGS) e dos Programas de Residência em Área Profissional da Saúde da UFRGS, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGCol/UFRGS).