
Nessa sexta-feira, dia 05/03 – 9h – as professoras Daniele Caron e Ana Elisia Costa da Faculdade de Arquitetura da UFRGS estarão coordenando a Sessão Livre 68 do Enanparq 2020 com o tema “Coletivos urbanos e urbanismo insurgente”.
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A mesa é resultado de articulação com os professores Jorge Bassani (USP), Ana Luiza Nobre (PUC-Rio), Flavia Araujo (UFAL) e Rita Velloso (UFMG) em torno do tema.
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A discussão sobre a atuação desses coletivos no território e o mapeamento/reflexão de metodologias de estudo sobre a cidade decorrentes/correlatas/subordinadas a tal processo é o objetivo da sessão. É também objeto de discussão entender o próprio projeto – aberto, inacabado e derivante – como dispositivo de interlocução para a construção de outras realidades nas cidades e no território, que ajustem melhor as relações humanas em torno do viver comum.
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@faufrgs
@propur.ufrgs
@_danicaron
@anaelisiacosta
@jorgebassani
@flaviaazularaujo

Descolonizando a cidade
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Nesta quarta-feira, dia 10/02 às 19h, nosso querido margeano @rodrigoisoppo_pao participará da live da @psicodecolonial intitulada “Descolonizando a cidade” , com @jessecardosopsi .
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Estaremos acompanhando essa conversa, tão urgente há tanto tempo. Vamos juntes?






Em 2020, junto com o @emav.ufrgs iniciamos um processo participativo de melhoramentos arquitetônico e de troca de saberes com a ocupação lgbtqia+ @okupakalissa + @houseofkalica. Com todos os cuidados necessários, nas últimas semanas começamos a fazer levantamento do espaço e planejamento dos mutirões. Vamos iniciar as atividades pelo espaço do pátio de acesso. 🌱💃

O PROPUR e o Margem_laboratório de narrativas urbanas convidam para a atividade aberta de encerramento da disciplina Gênero, raça e colonialidade: pistas para outras epistemologias nos estudos urbanos, ministrada pelas Profas. Diana Helene e Daniele Caron durante o mês de novembro.
Neste último encontro teremos a honra de receber a professora e pesquisadora Gabriela Leandro Pereira (Gaia) da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia que trará reflexões importantes sobre os temas abordados durante os encontros, reforçando a necessidade de convocarmos epistemologias que operem a favor da diferença e não da desigualdade, como já diria Lélia Gonzalez. Com o terrível episódio ocorrido no final da semana passada em nossa cidade, e que ganhou relevância nas redes sociais, nos parece fundamental estender o convite dessa aula a todes aqueles que consideram que pensar o direito à cidade passa por pensar a diferença e os direitos humanos. Os modos de opressão constantemente reforçados pelo tipo de produção urbana que opera hoje nas nossas cidades requer metodologias atentas ao sensível, ao debate de gênero, étnico-racial, às narrativas apagadas e subalternizadas, aos lugares de fala e escuta que devem ser pensados em processos de pesquisa.
Gabriela Leandro Pereira é arquiteta e urbanista pela Universidade Federal do Espírito Santo e Professora Adjunta da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia. Integra o Grupo de Estudos Lugar Comum (PPGAU/FAUFBA), no qual coordena o Grupo Corpo, Discurso e Território. Seus trabalhos e pesquisas atuais têm focado na construção de aproximações e abordagens que articulam o campo da arquitetura, urbanismo e planejamento urbano no debate étnico-racial e de gênero, a partir de tensionamentos sobre as narrativas, histórias, memórias, políticas e epistemologias produzidas sobre a cidade e seus apagamentos. Em 2017 foi Vencedora do Premio de Teses da Associação Nacional de Pós Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional com o trabalho intitulado “Corpo, discurso e território: Cidade em disputa nas dobras da narrativa de Carolina Maria de Jesus”.
Te inscreve e vem!!
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Receberemos em novembro a professora e pesquisadora Diana Helene para um Tópico Especial do PROPUR/UFRGS de 4 encontros, com objetivo de produzir uma reflexão sobre o modo como as intersecções entre gênero, sexualidade, raça, etnia e classe convocam epistemologias outras que tensionam o modus operandi do conhecimento científico e seus efeitos nos estudos urbanos.
A realização do curso tem a ver com a busca cada vez maior pela perspectiva de gênero nos estudos urbanos. A relevância desse movimento deve ser acompanhada pelos programas de pós graduação de urbanismo e planejamento urbano e regional, uma vez que o protagonismo feminino e suas relações interseccionais vem se estabelecendo como um atravessamento fundamental em estudos referentes à habitação, mobilidade, direitos civis e urbanos, entre outros.
Em consonância com esta perspectiva, a reflexão sobre as incidências da colonialidade na estruturação e dinâmica do espaço urbano nas cidades brasileiras, abre espaço para modos de pensar/planejar o urbano referenciados na diferença como direito humano.
Desde 2004 Diana Helene atua junto a diferentes movimentos sociais de mulheres, moradia e trabalho em São Paulo, Rio de Janeiro e Alagoas. Foi esta atuação, na prática, que deu subsídios para realização da sua monografia de graduação, sua dissertação de mestrado e seu doutorado, premiado pela Capes em 2016 como melhor tese na área do Planejamento Urbano e Regional. Atualmente, é professora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Alagoas e da Pós-graduação em Tecnologia para o Desenvolvimento Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde pesquisa e leciona sobre planejamento urbano, urbanismo, paisagismo, identidade, cultura e tecnologia, com enfoque nos estudos interseccionais e decoloniais.
