As oficinas do Projeto Cozinha Nossa já começaram e tão sendo pura potência coletiva!
No dia 22 de março, rolou a primeira oficina com uma dinâmica linda: roda de conversa, troca de saberes, criação de vasos, limpeza do espaço e plantio de mudas. Um dia de afeto, cuidado e construção conjunta 🌱✨
Durante o projeto, vamos seguir com oficinas com diversas temáticas, sempre valorizando os saberes das mulheres que fazem as cozinhas acontecerem e fortalecendo os territórios como espaços de dignidade e resistência.
Confere um pouco de como foi esse dia especial! 💜🍲🌻
O ciclo de debates PROJETOS-OUTROS EM ARQUITETURA E URBANISMO objetiva ampliar reflexões sobre uma cultura urbana contemporânea comprometida com a transformação da sociedade e com a promoção do direto a vidas e cidades mais justas. Numa troca de saberes, coletivos multidisciplinares, arquitetos e comunidades são convidados a apresentar e refletir sobre práticas participativas e colaborativas.
Na sua quarta edição, o coletivo argentino “Matéricos Periféricos”, por meio da arquiteta Ana Valderrama, é convidado a debater o tema ““Projeto Participativo: diálogos e conflitos entre atores”. Como debatedores, participam Ana Elísia da Costa (UFRGS), Daniele Caron (Margem_lab – UFRGS) e Leonardo Brawl Marquéz (Coletivo TransLabUrb).
DIA: 14/04 (5f)
HORÁRIO: 9h30 as 12h
QUEM: Ana Valderrama: Diretora do coletivo Matéricos Periféricos. Arquiteta pela Faculdade de Arquitetura, Planejamento e Design da Universidade Nacional de Rosário (UNR, 2006). Mestre em Arquitetura Paisagista pela Universidade de Illinois em Urbana-Champaign (2013). Professora e pesquisadora da FAPyD UNR na área de Teoria e Técnica do Projeto Arquitetônico desde 2002. Professora convidada na Universidad Torncuato Di Tella (Buenos Aires), IUAV (Veneza, Itália), ASU (Phoenix, USA) e Roma Tre (Roma, Itália). Membro Honorário da Sigma Lamda Alpha Honor Society CELA-USA. Chefe de Departamento de Projetos Interinstitucionais da Secretaria de Planejamento do município de Rosário – Argentina. É editora de revistas e autora de numerosos artigos publicados em congressos e revistas especializadas. Sua trajetória enfoca obras de interesse público, articulando a produção acadêmica e a gestão pública, com especial ênfase na sustentabilidade de territórios periféricos e populares.
Link do Coletivo: http://www.matericosweb.com/
A atividade faz parte do programa de extensão “Junt(X)S – Arquitetura e Urbanismo como Práticas Participativas e Colaborativas”, do projeto de pesquisa “Objetos-De-Fronteira: O Projeto de Arquitetura e Urbanismo quando Participativo e Colaborativo” e da disciplina “Projeto Arquitetônico 2” da Faculdade de Arquitetura da UFRGS.
Na segunda-feira (18), às 18h30, a Rede Latino Americana Imagem e Identidade e Território (Rede LAIIT), através de iniciativa dos grupos Margem_lab e GPIT (PROPUR-UFRGS), convidam para um encontro com a Dra. Letícia Castilhos Coelho sobre o trabalho “Andanças e Enredos: errar, escriturar-cartografar, corporear como modo de compor zona(s) portuária(s) do Rio de Janeiro”. Desenvolvido como pesquisa de doutorado, o processo cartográfico teve como “contexto-palco-terreno-terreiro” a(s) zona(s) portuária(s) do Rio de Janeiro no intervalo de 2014 a 2019, lugar impactado pela Operação Urbana Consorciada Porto Maravilha. Entre fluxos, pausas e encontros de um escriturar-cartografar a pesquisadora-caminhante se perde nas ruínas do planejamento urbano para apreender como as práticas, discursos e expressões culturais/cotidianas reconstituem zonas portuárias outras, tensionando os múltiplos discursos em torno dos espaços contemplados pelos investimentos de revitalização urbana.
O diálogo será acompanhado pelas debatedoras Dra. Flávia de Sousa Araújo (UFAL) e Dra. Ana Cabral Rodrigues (UFF).
Letícia Castilhos Coelho é Professora Adjunta da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ, integra o Laboratório de Projetos Urbanos – LAPU/PROURB/UFRJ, e é colaboradora do Grupo de Pesquisa Modernidade e Cultura – GPMC/IPPUR/UFRJ e do Pagus – Laboratório da Paisagem/UFRGS.
Foi lançado o Dossiê “Narrar: gesto metodológico e indagação epistemológica”, da Revista PragMATIZES. Esse dossiê teve como editoras Daniele Caron (coordenadora do MargemLab – UFRGS) e as professoras Ana Cabral Rodrigues (UFF) e Flavia de Sousa Araújo (UFAL).
Começamos o ano de 2026 com mapeamento das histórias e das relações nos territórios. O mapeamento faz parte da metodologia do projeto Banheiro, Direito da Gente, ação coletiva e articulada para construção de unidades sanitárias, assim contribuindo para melhores condições de vida e saúde.
O Margem Lab, ligado ao Programa de Pós-graduação da Faculdade de Arquitetura da UFRGS, é um dos colaboradores do projeto Banheiro, Direito da Gente. Acadêmicos e docentes fazem o mapeamento das realidades e, em parceria com Engenheiros sem Fronteiras, Instituto Koinós e as nove associações comunitárias que participam do Projeto, contribuem para viabilizar as intervenções.
No dia de ontem 23/09 as nossas professoras coordenadoras @_danicaron e @anaelisiacosta participaram da Mesa de Especialistas no VI Seminário Urbanistas e Urbanismo no Brasil, o @vi.suub , com o Projeto de Extensão “Espaços de Convergência Social e Comunitária” realizado no MargemLab desde maio de 2024. Com o tema “Cozinha solidária: tecnologia social ancestral na organização de territórios futuros”- buscou-se discutir o papel da cozinha como equipamento urbano de suporte político e territorial para situações de emergência.
Confira o resumo: A crise climática é uma realidade global que aprofunda desigualdades e exige novos saberes e práticas capazes de subsidiar políticas públicas voltadas à prevenção e enfrentamento de seus impactos. O caso da devastação climática no Rio Grande do Sul, em maio de 2024, evidenciou um processo severo de desterritorialização e desamparo social, especialmente em áreas historicamente marginalizadas. Nesse contexto, cozinhas solidárias emergiram como tecnologias sociais ancestrais e formas de resistência urbana, articulando o combate à fome com a luta por direitos. O projeto de extensão “Espaços de Convergência Social e Comunitária – Módulo Cozinhas” atua no mapeamento e apoio técnico a essas iniciativas, buscando fortalecê-las como equipamentos urbanos legítimos frente à omissão do Estado. Assim, discutir e apoiar essas práticas é também enfrentar os desafios da crise climática, reconhecendo que seus efeitos se intensificam justamente onde as vulnerabilidades sociais foram historicamente produzidas. As cozinhas solidárias, ao articularem cuidado, resistência e reinvenção do espaço urbano, apontam caminhos possíveis para respostas coletivas a uma crise ambiental que é, antes de tudo, política e social.
As oficinas do Projeto Cozinha Nossa já começaram e tão sendo pura potência coletiva!
No dia 22 de março, rolou a primeira oficina com uma dinâmica linda: roda de conversa, troca de saberes, criação de vasos, limpeza do espaço e plantio de mudas. Um dia de afeto, cuidado e construção conjunta 🌱✨
Durante o projeto, vamos seguir com oficinas com diversas temáticas, sempre valorizando os saberes das mulheres que fazem as cozinhas acontecerem e fortalecendo os territórios como espaços de dignidade e resistência.
Confere um pouco de como foi esse dia especial! 💜🍲🌻
O Projeto Cozinha Nossa: território de dignidade e afeto está acontecendo!!!
Parceria do MargemLab com a Cooperativa 20 de Novembro, com apoio do MNLM/RS e do Fundo Casa Socioambiental.
A ideia do projeto é fortalecer as cozinhas solidárias da Cooperativa em Porto Alegre como espaços de referência nos territórios — estruturando os espaços e valorizando os modos de fazer comida, com foco na formação e valorização das mulheres que atuam nesses lugares.
Já concluímos duas etapas importantes do projeto:
📍 1ª etapa – Cartografia Social Mapeamos os territórios onde estão localizadas as cozinhas solidárias, escutando quem vive e constrói esses espaços todos os dias.
🛠️ 2ª etapa – Projeto Colaborativo 1 Fizemos o diagnóstico das cozinhas junto com as mulheres que atuam nelas, entendendo necessidades, potências e possibilidades de transformação.
Teremos mais duas rodadas do Projeto Colaborativo: 🔎 uma focada na devolutiva e construção coletiva das propostas 🤝 e outra voltada para o mutirão de melhorias nos espaços!
O In[ter]disciplinadæs Congreso Latinoamericano de Estudios Feministas del Sur, que ocorrerá de 18 al 21 de novembro de 2025 em Montevideo, Uruguay. O Congresso aposta em um espaço de encontro, reflexão e diálogo interdisciplinar sobre os estudos feministas e de gênero no contexto latino-americano, reivindicando a importância de visibilizar e fortalecer as perspectivas feministas do Sul Global e sua produção de conhecimentos críticos e transformadores para a América Latina.
https://interdisciplinadascongreso.uy/bienvenida/
O congresso se organiza através de simpósios distribuídos nos seguintes eixos temáticos:
Poder, Patriarcado, Política Activismos, Memoria Feminista y Feminismos del Sur Cuerpos, Sexualidades y Reproducción Ofensivas Antigénero Violencia de género Arte Información y Comunicación Ambiente, Territorios y Urbanismo Economía, Trabajo y Cuidados Ciencia y Tecnología
Estarei coordenando o simpósio “Saberes en lucha: memorias y narrativas desde los feminismos del sur” em conjunto com as professoras Flavia de Souza Araújo – UFAL – Brasil, Ana Laura de Giorgi – Udelar – Uruguay, Ana Cabral Rodrigues – UFF – Brasil, Juana Urruzola – UdelaR – Uruguay, Florencia Anzalone – Udelar – Uruguay e Susana Draper – Princeton – Uruguay/EUA, e convida a comunidade do nosso programa para compartir suas experiencias de investigação deste e/ou outros simpósios do congresso.
https://interdisciplinadascongreso.uy/simposios/
Os resumos devem ser enviados até 11/05 e os artigos completos até 17/10.