Resultado Coleção ANPUH/RS – Edital 2020-2022,
A Secretaria da Anpuh-RS, atendendo à chamada do edital da Coleção ANPUH/RS – Edital 2020-2022, junto com a comissão editorial de avaliação, composta pelos professores/as: Dr. Felipe Cittolin Abal (PPGH/UPF); Dr. Aristeu Elisandro Machado Lopes (PPGH/UFPel); Dra. Beatriz Teixeira Weber (PPGH/UFSM); Dr. Marcos Antônio Witt (PPGH/UNISINOS); Dr. Luís Carlos Passos Martins (PPGH/PUCRS); Dr. Marcus Vinicius de Freitas Rosa (PPGH/UFRGS), vêm a público informar o resultado:
1º lugar: “A terra natural desta nação guarani”: identidade, memória e reprodução social indígena no vale do Jacuí (1750-1801), de Max Roberto Pereira Ribeiro (UNISINOS)
2º lugar: A invenção de Simões Lopes Neto: literatura e memória história no Sul do Brasil, de Jocelito Zalla (UFRJ)
3º lugar: O testemunho e suas formas: historiografia, literatura, documentário (Brasil, 1964-2017), de Mariluci Cardoso de Vargas (UFRGS)
Porto Alegre, 14 de dezembro de 2021.
Diretoria Anpuh-RS
Gestão 2020-2022
https://www.anpuh-rs.org.br/informativo/view?ID_INFORMATIVO=6590
Destacamos que a tese intitulada O testemunho e suas formas: historiografia, literatura, documentário (Brasil, 1964-2017), defendida por Mariluci Cardoso de Vargas em 2018, no PPGH da UFRGS, com orientação da Profa. Cláudia Wasserman, foi destaque para publicação pela Coleção ANPUH/RS.
Na mesma premiação, a tese defendida por Jocelito Zalla, na UFRJ, ficou em 2º lugar. O Prof. Jocelito Zalla que é professor do PPGH desde 2019.
Segue o resumo:
A tese O testemunho e suas formas: historiografia, literatura, documentário (Brasil, 1964-2017) busca compreender as formas de expressão do testemunho da resistência à ditadura civil-militar brasileira e, especialmente, de descendentes imediatos da geração que enfrentou o autoritarismo. A análise proposta pela pesquisa se voltou aos filmes Diário de uma Busca (2010) e Os dias com ele (2013), roteirizados e dirigidos, respectivamente, pelas cineastas Flávia Castro e Maria Clara Escobar, filhas de atingidos pela repressão ditatorial. Para desenvolver as problemáticas de pesquisa foram cotejados, além dos filmes selecionados, entrevistas cedidas pelas cineastas à autora da tese, notícias e reportagens veiculadas pela imprensa, documentos elaborados pelos órgãos de repressão da ditadura civil-militar brasileira, relatórios ou acervos dos projetos estatais de memória e reparação. A tese destaca que os testemunhos dos descendentes de pessoas atingidas pela ditadura ao elaborarem produções públicas em favor do inaudito contribuem também para uma forma de representação da história.
Na fotografia a orientadora profª. Cláudia Wasserman com a profª. Mariluci Vargas na postagem da tese no IFCH/UFRGS em 2018.
