Linhas de pesquisa

As atividades de pesquisa são predominantemente aplicadas e integradas com o setor produtivo.

Na área de reprodução foram desenvolvidos projetos na área de inseminação artificial, desenvolvendo inúmeros projetos associados à qualidade de produção de doses de sêmen, bem como no emprego da técnica de inseminação artificial pós-cervical. Da mesma forma foram desenvolvidos vários projetos para estabelecer técnicas de inseminação artificial em tempo fixo.

Na linha de desenvolvimento corporal foram desenvolvidos vários projetos com leitoas e primíparas na definição de características ideais na cobertura da leitoa, bem como no manejo lactacional de primíparas, auxiliando assim a cadeia produtiva.

Na interação nutrição e reprodução foram desenvolvidos projetos associados ao flushing em leitoas, bem como oportunidades de manejo nutricional ao longo da gestação e lactação.

No parto foram desenvolvidos projetos de indução de parto, cuidados ao parto e ações com os neonatos. Da mesma forma foram desenvolvidos projetos avaliando fatores que influenciam o peso dos leitões ao nascer. Mais recentemente a equipe começou a desenvolver pesquisas associadas a oportunidades de manejo em creche e idade ao desmame.

Trabalhos focando os principais desafios sanitários da suinocultura têm sido realizados na área de sanidade como parte dos cursos de mestrado e doutorado e em projetos independentes. A ênfase destes trabalhos é em doenças bacterianas e virais, resistência antimicrobiana de bactérias causadoras de doenças de suínos e alternativas para controle e tratamento de doenças, principalmente enfermidades entéricas e respiratórias de suínos.

Apresentaram destaque o forte envolvimento do Setor de Suínos nos grandes problemas sanitários que afetaram a suinocultura brasileira nas últimas décadas, como a colibacilose, circovirose, influenza, infecção pelo seneca vírus, disenteria suína e a pneumonia enzoótica. Merece também destaque a atuação conjunta e realização de projetos de pesquisa e diagnóstico com outras áreas da FAVET envolvidas com a área sanitária da suinocultura, como os setores de Patologia, Virologia e Higiene e Saúde Pública.

Os membros do Setor de Suínos vêm também colaborando e participando ativamente de entidades associativas da suinocultura (Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos – ABRAVES), bem como atuando como membro de comitês em entidades ligadas ao setor produtivo (ABPA, FUNDESA) bem como na área oficial, como membros do Comitê Técnico Científico (CTC) do Programa Nacional de Sanidade Suídea do MAPA.

Detalhes dos projetos desenvolvidos pelo Setor de Suínos da Faculdade de Veterinária – UFRGS podem ser obtidos no site do CNPQ.