1ª edição

A primeira edição do evento Ciências em Perspectiva foi realizada nos dias 10 e 11 de dezembro de 2012, no Panthéon (IFCH/UFRGS). A programação foi organizada pelo grupo de pesquisa Ciências na Vida e promovida pelo Nupacs/NACi com apoio do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do IFCH/UFRGS. A coordenação das atividades foi da professora Fabíola Rohden.

O evento tinha como objetivo promover a discussão de trabalhos realizados por estudantes de pós-graduação e graduação na área de ciências humana, contribuindo e fortalecendo o debate com uma reflexão em torno dos estudos sociais da ciência e da tecnologia.

10/12/12 – 2ª feira
9:00: Mesa de Abertura
9:15: Mesa 1 – Antropologia e Genética: aproximações possíveis
13:30: Mesa 2 – Novas ciências e a produção do social 11/12/12

11/12/12 – 3ª feira
9:00: Mesa 3 – Saúde e diferentes agenciamentos
13:30: Mesa 4 – Tecnologias e transversalidades: múltiplas aplicações
18:00: Conferência de encerramento – Antropologia: paraciência ou “ciência para”? – Guilherme José da Silva e Sá (DAN/UNB)

2ª edição

A segunda edição do evento Ciências em Perspectiva foi realizada nos dias 10 e 11 de outubro de 2013. Assim como a edição anterior, foi organizado pelo grupo de pesquisa Ciências na Vida. O objetivo do evento foi estabelecer um fórum de discussões a partir da apresentação de pesquisas associadas aos Estudos Sociais das Ciências desenvolvidas por estudantes desta Universidade.

10/10/13 – 5ª feira
Mesa “Conversa com pesquisadores: recontando percursos teórico-metodológicos”: Fabíola Rohden (PPGAS/UFRGS); Jalcione Pereira de Almeida (PPGS e PPGDR/UFRGS) e comentários da professora Fernanda Arêas Peixoto (PPGAS/USP)

A mesa surgiu da provocação lançada aos expositores para que refletissem sobre suas trajetórias e produções acadêmicas à luz de seus atuais estudos sobre ciência e tecnologia.

11/10/13 – 6ª feira
Oficina: O objetivo da oficina era construir um espaço coletivo de reflexões teórico-metodológicas com pesquisadores que investigavam temas relativos às práticas científicas, aos usos e aos efeitos da ciência e tecnologia nas mais variadas instâncias da vida. Para incitar o debate, elegemos a discussão do conceito de co-produção, proposto por Sheila Jasanoff. A oficina contou com uma breve apresentação de duas pesquisas de campo que servem de apoio para os debates a serem desenvolvidos durante o dia. Pretendeu-se estabelecer um ambiente de reflexão coletiva sobre as possibilidades e os limites descritivos e analíticos da noção de co-produção em pesquisas sócio-antropológicas que se debruçam sobre a articulação entre formas de conhecimento, práticas científicas, políticas de intervenção e seus efeitos para determinados sujeitos historicamente situados.