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Fica Contraponto!

Todo apoio ao @contrapontoufrgs, um espaço de pesquisa e extensão de extrema importância para a Universidade Pública, que deve ser fortalecido, não fechado! Fica Contraponto e FORA BULHÕES!! ✊

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8M 2022

Publicado originalmente em 

Este 8M, sob a avassaladora crise sanitária e humanitária, mais que nunca faz necessária a defesa firme da dignidade do trabalho e da vida recuperando direitos trabalhistas, previdenciários e sociais, e combatendo as opressões que nos fragilizam humanamente e como parte da classe trabalhadora.
Neste contexto, chamamos atenção à imperiosidade de defendermos o direito à infância e à adolescência das gurias exploradas nas distintas formas de trabalho – precisamos dar especial ao combate à exploração sexual e comercial infantojuvenil e ao trabalho infantojuvenil doméstico.
Como professoras, educadoras sociais, psicólogas, conselheiras tutelares, médicas, enfermeiras… temos a necessária tarefa de observar, escutar, acolher e encaminhar formas de proteção pautadas na garantia de direitos. Precisamos ainda, formar cada vez mais profissionais nesta perspectiva.

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Todo nosso apoio e solidariedade à retomada e à luta pela casa de estudantes da UFRGS

Publicado originalmente em 

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NOTA DE DENÚNCIA À INVASÃO BOLSONARISTA DURANTE O PORTAS ABERTAS UFRGS

Publicado originalmente em 

Início da Roda de Conversa do dia 11/08/2021

O GTFH – Grupo Trabalho e Formação Humana – traz a público o ocorrido sobre a nossa Roda de Conversa no Portas Abertas 2021 da UFRGS, que aconteceria no dia 11 de agosto para discutir sobre “Condições de vida, trabalho infantojuvenil e opressões – vivências em uma periferia urbana”. 

Prevista para acontecer nessa data, 11 de agosto, que é marcada por ser o dia do estudante tendo ocorrido no dia um ato na cidade para denunciar os ataques à ciência e à educação pública, e reivindicando “vacina para todos já!” E “Fora Bolsonaro”.  Nossa roda de conversa, tinha como objetivo apresentar o trabalho realizado pelo grupo através das ações de extensão, ensino e pesquisa, lançando olhar para o trabalho infantojuvenil e opressões vividas naquela região que temos como campo, além da problematização sobre a dupla face do trabalho, debate emergente frente ao momento de retirada de direitos e de muita precarização na vida da classe trabalhadora e da juventude.

Neste sentido, um evento como o Portas Abertas propicia um contato imprescindível com as comunidades em geral e, em especial, uma tentativa de aproximação com a Universidade com estudantes de ensino médio desejantes de ingressarem na UFRGS. Ao iniciarmos nossa apresentação, fomos atacados por apoiadores do presidente genocida, impedindo nossa apresentação e debate. Soubemos que outras apresentações do Portas Abertas também sofreram estes mesmos ataques, que além de expor sobre a fragilidade do sistema informatizado, ataca diretamente nossa liberdade de expressão quanto aos acontecimentos da região e do país, impedindo a explanação do nosso trabalho.  

Nosso grupo existe há 23 anos, com muita resistência, luta, trabalho e denúncia dos ataques aos nossos direitos e à Universidade e, por isto, repudiamos o acontecido e nos solidarizamos com os outros grupos que também tiveram suas apresentações interrompidas. Este ataque reforça nosso entendimento da necessidade de seguirmos atuando na luta contra as opressões e na defesa da Universidade Pública como campo de debate, produção de conhecimento e livre expressão.

#FORABOLSONAROEMOURÃO  

Porto Alegre, 11/08/2021

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Sobre o trabalho infantojuvenil explorado

Publicado originalmente em 

(Grupo Trabalho e Formação Humana, FACED/UFRGS)

Crianças não devem trabalhar e adolescentes, quando podem, precisam ser protegidos no trabalho, diz a regulação internacional e o Estatuto da Criança e do Adolescente, sem dúvida, legislações progressistas.

Não é demais reafirmar que a experiência individual não pode ser referência para uma questão social.

É fundamental combatermos a exploração do trabalho de crianças e adolescentes, mas para protegerem suas filhas e seus filhos, a adulta/o adulto provedor@ necessita  de vida digna com moradia, trabalho e salário, escolarização e formação profissional, saúde, previdência, arte-cultura, lazer…

Para avançarmos na redução efetiva do trabalho infantojuvenil explorado as crianças e os adolescentes nas periferias precisam ter moradia, escola, serviço de convivência, arte, cultura, lazer, esporte … há que serem superadas as condições precárias de vida em que vivem.

Para garantir direitos à infância e à adolescência é imperiosa a garantia de condições de trabalho, concurso público, carreira e salário digno (sem atrasos ou parcelamentos) para as trabalhadoras e os trabalhadores que têm como função operar direitos sociais na escola, na assistência social e na saúde. 

Fora disto, caímos num proibicionismo vazio que acaba por criminalizar as famílias e judicializar os fluxos da proteção sem de fato acolher a gurizada.

O compromisso com o combate à exploração do trabalho infantojuvenil exige: revogação da EC 95 e das contrarreformas da previdência e trabalhista, também da lei geral das terceirizações. É necessário ainda suspender a ciranda da dívida, taxar grandes fortunas e heranças…

Ah, sim e antes que a gente esqueça… menor é a prole-quadrilha do energúmeno que nos (des)governa.