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Orgulho LGBT+: Humanista celebra o amor colorindo perfis nas redes sociais

Contas mantidas pelo portal no Facebook, Instagram e Twitter terão as cores da bandeira LGBT+ até o final do mês de junho, dedicado à visibilidade dessas pessoas em todo o mundo.

#RedaçãoHumanista

Até o final de junho, ao acessar os perfis mantidos pelo Humanista nas redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter) você verá suas interfaces, tradicionalmente em azul e branco, mais coloridas. Editorialmente, a redação do portal resolveu mudar a identidade visual nas redes em apoio às causas da comunidade LGBT+ durante todo o mês, quando as comunidades nacional e internacional celebram o orgulho LGBT+.

O mês é definido assim em razão de que a 28 de junho de 1969 ocorreu a revolta de Stonewall, em Nova York (EUA) – que completa 50 anos em 2019. Na ocasião, homossexuais que se encontravam no bar gay Stonewall Inn, no bairro Greenwich Village, resolveram enfrentar a ação violenta da polícia e ficaram confinados por vários dias no local, recebendo também apoio de gays e lésbicas do lado de fora.  

 

Mas por que colorido?

As cores do arco-íris compõem a bandeira símbolo da comunidade LGBT+. Segundo reportagem da BBC Brasil, a bandeira foi criada pelo artista e ativista dos direitos LGBTs Gilbert Baker (1951- 2017), em 1978, originalmente em oito cores, para o Dia de Liberdade Gay de San Francisco, na Califórnia. Baker afirmava, conforme a BBC, que queria transmitir a ideia de inclusão, usando algo da natureza (arco-íris) para mostrar que a sexualidade é um direito humano. Cada uma das oito cores significava um aspecto diferente da humanidade. Rosa, por exemplo, representava a sexualidade. Tempos depois, a bandeira foi reduzida a seis cores, sem o rosa e o anil, mas continua sendo um importante símbolo da luta por direitos da comunidade.

Durante este mês, você também receberá nossa newsletter temática, com conteúdos que abordam as pautas da comunidade LGBT+. Entre eles, a reportagem produzida por Ana Carolina Parise sobre o espaço desse grupo no futebol, que possui um histórico machista e homofóbico, apresentando clubes, campeonatos e torcidas que acolhem as pessoas LGBT+ que querem fazer parte desse esporte.

 


FOTO DE CAPA: reprodução

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