Bruna Nowak fala sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos no dia que marca a adoção da carta pela ONU, em 1948.
Adriana Figueiredo / #EntrevistaHumanista
A ONU (Organização das Nações Unidas) celebra em 10 de dezembro o Dia Internacional dos Direitos Humanos, marcando a data em que a Declaração Universal dos Direitos Humanos foi adotada em Assembleia Geral, em 1948. O documento é composto por um preâmbulo e 30 artigos que versam sobre os direitos que toda pessoa, de qualquer idade e local, deve ter garantidos ao longo de sua vida. Seu objetivo é garantir a dignidade e a liberdade de todos, e é considerado “um ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações”.
O Humanista conversou com a mestre em Direitos Humanos e Democracia, Bruna Nowak (foto). Formada em Direito, com experiência na área de Direito Internacional dos Direitos Humanos com enfoque em Tribunais Internacionais, ela trabalha atualmente no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Confira!
Historicamente falando, na tua opinião, que mudanças e impactos teve a Declaração Universal dos Direitos Humanos desde que foi assinada?
Quais principais questões dos Direitos Humanos tu percebes que ainda são ignoradas hoje em dia no Brasil?
Para ti, como os Direitos Humanos são relacionados à manutenção da democracia?
Qual a função e como funcionam os Tribunais Internacionais?
Tu poderias explicar, brevemente, no que consiste o Sistema Interamericano de Direitos Humanos?
Qual a tua função dentro do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos?
Neste dia Internacional dos Direitos Humanos, o que tu considerarias que nós brasileiros podemos comemorar em relação ao assunto?
FOTO DE CAPA: arquivo pessoal




