Com as duas mãos, Mirella, de 16 anos, segura o celular. Abre o TikTok e um dos primeiros vídeos que aparece no feed é o de uma pessoa que olha para câmera, veste uma camisa estampada colorida, e diz: “Oi, eu sou o Bê. E não, eu não sou uma mulher. E, definitivamente, eu nãoContinuar lendo “Eu posso ser assim”
