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O projeto tem como foco a terminologia do Patrimônio Imaterial. Pela importância que a área vem ganhando como um todo, mas de modo especial o que diz respeito ao patrimônio cultural imaterial, nos últimos anos em nosso país, acreditamos que a identificação e registro dos seus termos e fraseologias, em uma perspectiva multilíngue, representa uma contribuição importante do TERMISUL para os pesquisadores, professores e estudantes, bem como para tradutores, redatores, jornalistas e o público interessado na preservação da identidade e memória da nação. O objetivo geral do projeto é identificar e representar, em uma base de dados on-line, os termos e UFEs da área do Patrimônio Cultural Imaterial em português e seus equivalentes nas línguas estrangeiras (espanhol, francês, inglês, italiano e russo).Essas unidades especializadas serão coletadas em diferentes gêneros textuais (acadêmicos, legais, etc.) Os objetivos específicos são: 1) coletar e preparar os corpora comparáveis (língua portuguesa e línguas estrangeiras), conformado por textos de diferentes gêneros (acadêmicos, legais etc.); 2) selecionar os termos-chave que ocorrem no corpus em língua portuguesa; 3) estabelecer critérios para a seleção dos termos a serem incluídos na base; 4) identificar as UFEs a partir dos termos-chave selecionados anteriormente; 5) estabelecer critérios para a identificação dos equivalentes nas línguas estrangeiras para os termos e UFEs selecionados em português a partir dos dados obtidos para cada uma das línguas e de outras fontes confiáveis, quando for necessário; 6) criar uma base on-line e multilíngue dos termos e UFEs da área em estudo, com entradas em língua portuguesa e equivalentes em espanhol, francês, inglês, italiano e russo; 7) compartilhar o conhecimento adquirido através de publicações e apresentação de trabalhos.
Tema: Identificação e representação de unidades fraseológicas especializadas (UFEs) em textos da área de conservação dos bens culturais móveis em papel Objetivo Geral: Identificar e representar, em uma base de dados on-line, as UFEs da área de Conservação e Restauração de bens móveis em papel em português e seus equivalentes nas línguas estrangeiras. Objetivos Específicos: a) estabelecer critérios para a identificação dos equivalentes nas línguas estrangeiras para as UFEs selecionadas em português; b) analisar os termos nominalizados e as UFEs formadas por nominalizações para definir em que campo estas últimas serão inseridas nas fichas terminológicas da base, isto é, se serão incluídas no campo entrada ou no campo combinatória; c) desenvolver, com base nas análises e descrições dos gêneros discursivos estudados, objetos de aprendizagem (OAs) destinados à compreensão leitora e à produção textual em português e em língua estrangeira (subprojeto Estudo da linguagem científica com base em corpus para auxílio à compreensão, redação e tradução de textos acadêmicos em línguas portuguesa e francesa, coordenado por Sandra Loguercio); d) descrever e analisar a acessibilidade do corpus em português considerando seu aproveitamento em atividades de ensino ou de formação para leigos no tema (projeto coordenado pela profa. Maria José B. Finatto); e) compartilhar o conhecimento adquirido através de publicações e apresentação de trabalhos. Línguas envolvidas: português, espanhol, francês, inglês, italiano e russo. Público alvo: assessores linguísticos, tradutores, redatores técnicos, estudantes e profissionais da área de Conservação e Restauração, entre outros.
Tema: estudo e representação das Combinatórias Léxicas da Gestão Ambiental em português e espanhol Objetivo geral: identificar e descrever as Combinatórias Léxicas Especializadas (CLEs) do âmbito da Gestão Ambiental nas línguas portuguesa e espanhola. Objetivos específicos: a) identificar os padrões morfossintáticos das unidades coletadas a fim de repertoriar as tipologias morfossintáticas mais frequentes de constituição dessas unidades em ambas as línguas; b) descrever as propriedades semânticas e pragmáticas das CLEs; c) oferecer uma base de dados contendo as unidades coletadas em língua portuguesa e seus respectivos equivalentes em língua espanhola (disponível em http://www.ufrgs.br/termisul/cles_gestamb/index.php). Línguas envolvidas: português e espanhol. Público alvo: assessores linguísticos, estudantes e profissionais da Tradução, cujas línguas de trabalho sejam o português e o espanhol, redatores técnicos, estudantes e profissionais interessados na temática da Gestão Ambiental, entre outros.
Tema: análise e descrição de textos especializados das áreas técnico-científicas (textos legislativos, normativos e técnico-científicos). Objetivo geral: publicar um website com informações sobre usos, características e práticas textuais, em diferentes idiomas, de linguagens técnico-científicas, com ênfase para a linguagem legislativa e normativa relativa ao meio ambiente. Objetivos específicos: a) apresentar e caracterizar as práticas textuais e terminológicas jurídico-normativas; b) oferecer um conjunto de ferramentas on-line para a extração de informação linguística em um acervo de leis, normatizações e artigos científicos da área de Cardiologia, em diferentes idiomas; c) oferecer mapas conceituais; e d) disponibilizar a produção científica do grupo (teses, dissertações, artigos e apresentações). Línguas envolvidas: português, alemão, espanhol, francês, inglês. Público alvo: assessores linguísticos, estudantes e profissionais da Tradução, redatores técnicos, estudantes e profissionais interessados nas temáticas relativas às linguagens legislativa, normativa e técnico-científica, entre outros. Os resultados do projeto encontram-se em: Bases textuais, ferramentas e publicações.
Tema: a linguagem do patrimônio cultural brasileiro, com foco na conservação de bens culturais móveis em papel. Objetivo Geral: descrever as práticas textuais da referida área, visando reconhecer sua constituição, estabelecer subáreas e explicitar como elas se organizam conceitual e terminologicamente. Objetivos específicos: a) criar corpora textuais sobre o tema em português e nas línguas contempladas pelo projeto (alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e russo); b) identificar os termos da área em português e seus equivalentes nas línguas estrangeiras; c) elaborar uma base de dados terminológica que registre os termos coletados nos referidos corpora e disponibilizá-la para acesso público on-line na página do grupo; d) analisar os textos em português e francês com vistas a descrever os gêneros textuais que conformam o corpus; e) elaborar, a partir dessa análise, Objetos de Aprendizagem (OAs) destinados à compreensão leitora e produção textual em português e nas línguas estrangeiras; f) descrever e analisar a acessibilidade do corpus em português considerando seu aproveitamento em atividades de ensino ou de formação para leigos no tema. Línguas envolvidas: português, espanhol, francês, inglês, italiano e russo. Público alvo: assessores linguísticos, tradutores, redatores técnicos, estudantes e profissionais da área de Conservação e Restauração, entre outros.
Tema: estudo e representação das Combinatórias Léxicas Especializadas (CLEs) da Linguagem Legal. Objetivo geral: criar uma base das combinatórias léxicas especializadas multilíngue on-line da linguagem legal (Legislação Ambiental), utilizando as bases textuais e ferramentas já disponibilizadas no Acervo Termisul (disponível em bases textuais e ferramentas). Objetivos específicos: a) revisar as bases textuais do projeto Acervo Termisul; b) aprimorar os critérios de seleção das combinatórias e de identificação dos equivalentes nas línguas estrangeiras. Línguas envolvidas: português, alemão, espanhol, francês, inglês e italiano. Público alvo: tradutores e de redatores, podendo ser utilizada também por legisladores, advogados, empresários, profissionais da comunicação, dentre outros. Neste Projeto, consideramos Combinatórias Léxicas Especializadas (CLEs) da Linguagem Legal as unidades multivocabulares recorrentes que revelam preferência marcante por especificidades e convenções próprias da língua (português, alemão, espanhol, francês, inglês e italiano) da área jurídica (Direito Ambiental) e do gênero textual (texto legislativo). São colocações e fraseologismos que não podem ser explicados unicamente por exigências gramaticais, estilísticas e afinidades semânticas, por exemplo: "para os efeitos do disposto neste artigo"; "o Presidente da República faço saber"; "utilização de recursos florestais"; "preservar áreas naturais". Com o objetivo de contribuir para o entendimento dessas combinatórias, o ProjeCom LEGIS disponibiliza a Base de Dados Terminológica de CLEs da Linguagem Legal - BDT Cles LEGIS disponível em http://www.ufrgs.br/termisul/cles/.
Contemporâneo: documentos de 1934 até 2010.
Escrito: não contém amostras da língua oral.
Multilíngue: textos em seis idiomas: alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e português.
Especializado: textos jurídicos de domínio público.
Legislação Ambiental em alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e português, respectivamente, dos seguintes países: Alemanha, Argentina, Brasil, Estados Unidos, França, Itália, Paraguai e Uruguai.
Códigos Brasileiros – Legislação Brasileira esparsa de diferentes subáreas do Direito.
Constituições dos seguintes países: Alemanha, Angola, Argentina, Brasil, Cabo Verde, Espanha, Estados Unidos, França, Guiné Bissau, Itália, Moçambique, Paraguai, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste, Uruguai. Constitui-se em um corpus comparável, contendo textos de tipologia, estruturação e tema semelhantes nas diferentes línguas.
Corpora paralelos alinhados, contendo alguns textos do Direito Ambiental Internacional: Agenda 21, Convenção de Estocolmo, Declaração do Rio e Protocolo de Kyoto.
Gênero: legal;
Tipo: legislativo;
Espécie: normativa abrangendo: constituição, leis ordinárias, legislação esparsa e atos internacionais;
Função comunicativa: injuntiva (imposição formal);
Propósito: dar existência a regras jurídicas ditada pelo Poder Legislativo;
Conteúdo temático: normas de organização e de conduta de uma sociedade politicamente organizada;
Autoria: coletiva;
Público alvo: população em geral;
Estrutura formal: Regras rígidas estabelecem a estruturação formal do texto legislativo emprestando-lhe uma aparência que o distingue de outros tipos de textos jurídicos. A disposição na página, a estruturação do conteúdo, os sinais tipográficos, o espaçamento, a numeração das seções e das páginas configuram um estilo próprio característico da lei em cada país. O formato exterior escrito e as condições de produção se constituem no pressuposto da existência, eficácia e validade da lei.
A anotação da Base LEGIS compreende a inserção de informações sobre o texto (registro no catálogo, título, extensão) e da marcação de suas partes macroestruturais (cabeçalho, corpo do texto, anexo, e outras). As marcações são assinaladas por delimitadores que indicam o início <xxxx> e o fim da informação <\xxxx> e só serão processadas pelas ferramentas quando solicitadas pelo usuário.
Esses são os símbolos utilizados na marcação dos cabeçalhos:
<head> marca o início das informações identificadoras do texto
<name> <\name> contém o código catalográfico do texto
<title> <\title> contém o título do texto
<summary> <\summary> contém a ementa do texto legal
<ntoken> <\ntoken> número total de palavras do texto
<ntype> <\ntype> número de palavras diferentes que ocorrem no texto
<\head> marca o fim das informações identificadoras do texto.
<body> <\body> indicam o início e o final do corpo do texto
<date> <\date> contém a data da emissão do documento
Anotação do texto da Lei n° 10.650, de 16 de abril de 2003, identificada na Base Legis como brMA048 = Brasil Meio Ambiente 48º texto inserido.
<head>
<name> brMA048 </name>
<title> LEI N° 10.650, DE 16 DE ABRIL DE 2003. </title>
<summary> Dispõe sobre o acesso público aos dados e informações existentes nos órgãos e entidades integrantes do Sisnama.</summary>
<ntoken> 756 </ntoken>
<ntype> 345 </ntype>
</head>
<body> O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono […] Art. 10. Esta Lei entra em vigor quarenta e cinco dias após a data de sua publicação.
</body>
<date> Brasília, 16 de abril de 2003; 182° da Independência e 115° da República. </date>
</head>
EM BREVE ...
Compõe-se de textos da Legislação Ambiental do Brasil, Alemanha, Argentina, Estados Unidos, França, Paraguai e Uruguai. Também inclui códigos brasileiros, constituições dos países anteriormente mencionados e dos demais países de fala portuguesa (Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste), Atos Internacionais relativos ao meio ambiente (Agenda 21, Convenção de Estocolmo, Declaração do Rio e Protocolo d Kyoto). Todos os textos possuem uma descrição e podem ser baixados.
A Lei Fundamental da República Federal da Alemanha em vigor foi promulgada em 23 de maio de 1949 e recentemente emendada, em 28 de agosto de 2006. Esse documento legal estabelece os direitos fundamentais dos indivíduos e a estrutura do Estado Alemão. A Constituição de Weimar de 1919 serviu de inspiração para a atual Lei Fundamental Alemã.
Seu texto apresenta Introdução, Preâmbulo e onze Títulos, as Disposições Transitórias e Finais e excertos da Constituição de Weimar nos artigos 136, 137, 138, 139 e 141. Há um total de 146 artigos.
A República de Angola é um país situado na costa ocidental da África. Sua Constituição foi promulgada em 1975 e modificada sucessivamente até a última revisão datada de 1996. Consta de 166 artigos divididos em sete títulos, a saber, princípios fundamentais (título i), direitos e deveres fundamentais (título ii), dos orgãos do Estado título (iii),, da defesa nacional da lei constitucional (título iv), garantia e revisão da lei constitucional (título v), símbolos da República de Angola (título vi), disposições finais e transitórias (título vii). O português é a língua oficial do país, no entanto são falados além de numerosos dialetos mais de 20 línguas nacionais Integra como Estado Membro a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
A Constituição da Nação Argentina em vigor foi aprovada pela assembléia constituinte em 1853. O texto sofreu várias reformas, sendo a última em 1994. Sua estrutura é dividida em preâmbulo e duas partes. A primeira possui 2 capítulos, contendo 43 artigos. A segunda parte divide-se em 2 títulos, sendo o primeiro subdividido em 4 seções, contendo 77 artigos distribuídos em 13 capítulos. O segundo título contém 9 artigos. No total, a constituição possui 129 artigos e 17 disposições transitórias, que enumeram os direitos dos cidadãos e estabelecem a organização do Estado.
A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 em vigor, conhecida também como Constituição Cidadã, foi promulgada em 5 de outubro de 1988. Seu texto foi objeto de revisão constitucional e de várias emendas. Como Carta Magna Brasileira, é um conjunto de normas e princípios que asseguram as liberdades e direitos individuais, estruturam a organização do Estado e disciplinam o exercício do poder político.
O texto apresenta preâmbulo, corpo do texto, local, data e assinaturas. O preâmbulo contém a fórmula da promulgação: “Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, [...] promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.”.
O corpo do texto se organiza em nove títulos, subdivididos em capítulos, muitos desses em seções, perfazendo um total de 250 artigos e ainda os atos das disposições constitucionais transitórias, formados por 94 artigos. Muitos artigos são subdivididos em incisos, parágrafos e alíneas. Os títulos são os seguintes:
A República de Cabo Verde é uma república democrática parlamentarista, com regime multipartidário, situada em um arquipélago de 10 ilhas no Oceano Atlântico na costa ocidental da África. Seu governo é baseado na constituição de 1980, que institui o regime de partido único e foi revista em 1990 para introduzir o multipartidarismo e em 1992 para ajustá-la na totalidade com os valores da democracia multipartidária. O português é a língua oficial e o Estado promove as condições para a oficialização da língua materna cabo-verdiana em paridade com a língua portuguesa. A Constituição consta de 293 artigos precedidos pelo preâmbulo e divididos em sete partes que tratam dos princípios fundamentais relações internacionais e direito internacional (parte i), dos direitos e deveres fundamentais (parte ii) da organização econômica e financeira (parte iii), do exercício e da organização do poder político (parte iv) da organização do poder político (parte vi), das garantias de defesa e da revisão da constituição (parte vii) e finaliza com as disposições finais e transitórias.Cabo Verde integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa como Estado Membro.
A Constituição Espanhola em vigor foi promulgada em 1978. Tem como núcleo principal a proclamação dos direitos fundamentais e a liberdade pública, a divisão de poderes e a soberania popular. Adota como forma de governo a Monarquia Parlamentarista. Sua estrutura é dividida em preâmbulo e 11 títulos, subdivididos em capítulos, e esses, em seções. No total, essa constituição possui 169 artigos, 4 disposições adicionais, 9 disposições transitórias, uma disposição derogatoria e uma disposição final. Nela são estabelecidos os principais deveres e direitos constitucionais dos cidadãos e a estrutura do Estado.
A Constituição dos Estados Unidos da América do Norte foi redigida em 1787, ratificada em 1788 e está em vigor desde 1789; foi emendada 27 vezes, sendo a mais recente em 1992.
O objetivo desse documento é estabelecer a justiça, assegurar a tranqüilidade interna, prover a defesa comum, o bem-estar geral, servir como um guia e protetor dos cidadãos e de seus governantes eleitos. A Constituição apresenta um preâmbulo, 7 artigos e 27 emendas, sendo as 10 primeiras conhecidas por “Bill of Rights” (“Declaração de Direitos”), as quais foram ratificadas simultaneamente, enquanto que as outras 17, separadamente.
A atual Constituição Francesa foi promulgada em 4 de Outubro de 1958. Desde então sofreu várias revisões parciais, das quais a mais importante é a que fora operada pela lei constitucional de 6 de Novembro de 1962.
Tem por objetivo instituir as regras de direitos fundamentais relativas à natureza do Estado, o regime político, a designação dos governantes e a definição das suas competências, as liberdades e os direitos garantidos aos indivíduos e os grupos sociais. A Carta Magna Francesa possui 89 artigos distribuídos ao longo de 17 títulos.
A República da Guiné-Bissau, situada na costa ocidental da África, teve sua atual Constituição aprovada em 1984, e sucessivamente revista em 1991, 1996 e 1999. Consta de 133 artigos precedidos pelo preâmbulo e divididos em cinco títulos, a saber, princípios fundamentais da natureza e fundamentos do estado (título i), dos direitos, liberdades, garantias e deveres fundamentais (título ii), organização do poder político (titulo iii), garantia e revisão da constituição (título iv), disposições finais e transitórias (titulo v). Além das línguas usadas por cada um dos grupos étnicos que formam o país, existe uma língua franca falada por cerca de 70 por cento da população, o crioulo de base portuguesa. A língua oficial utilizada na administração e no ensino é o português, dominado por cerca de 12 por cento da população guineense. Guiné-Bissau integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa como Estado Membro.
A Constituição da República Italiana é a lei fundamental e fundadora do Estado italiano. Foi aprovada pela Assembléia Constituinte em 22 de dezembro de 1947 e promulgada pelo Chefe Provisório do Estado, Enrico de Nicola, em 27 de dezembro de 1947. Foi publicada no Diário Oficial da República Italiana, número 298, edição extraordinária, de 27 de dezembro de 1947 e entrou em vigor em 1º de janeiro de 1948.
A Constituição é composta por 139 artigos (5 artigos foram ab-rogados: 115; 124; 128; 129; 130), divididos em quatro seções:
Moçambique é uma república presidencialista cujo governo é indicado pelo partido político de maioria parlamentar. Situada na costa oriental da África tem português como língua oficial, embora seja a língua materna de apenas 6% da população. O Estado valoriza as línguas nativas como patrimônio cultural e educacional e promove o seu desenvolvimento e utilização crescente como línguas veiculares de identidade nacional. A Constituição foi promulgada em 1990, alterada em 1996 e em 2004. Consta de 306 artigos divididos em 17 títulos, a saber, princípios fundamentais (título i), nacionalidade (título ii) direitos, deveres e liberdades fundamentais (título iii), organização económica, social, financeira e fiscal (título iv), organização do poder político (titulo v) presidente da república, (título vi), assembléia da república (título vii), governo (título viii) ix tribunais (título ix), ministério público (título x), conselho constitucional, (título xi ), administração pública, polícia e provedor de justiça (título xii), conselho nacional de defesa e segurança (título xiii), poder local (título xiv), garantias da constituição (título xv), símbolos, moeda nacional e capital da república (título xvi), disposições finais e transitórias, (título xvii). Moçambique integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa como Estado Membro.
A Constituição da República do Paraguai em vigor foi aprovada em 1992. Institui um sistema democrático representativo, participativo e pluralista. Sua estrutura é dividida em preâmbulo e 2 partes. A primeira possui 2 títulos, o primeiro com 3 artigos e o segundo com 133 artigos distribuídos em 12 capítulos, sendo alguns também divididos em seções. A segunda parte possui 5 títulos. No total, a constituição contém 291 artigos e 20 disposições finais e transitórias.
A Constituição da República Portuguesa atualmente em vigor foi promulgada pela Assembléia Constituinte em 1976 e sofreu sucessivas revisões em 1982, 1989, 1992, 1997, 2001, 2004 e 2005.
Constitui-se de preâmbulo, corpo do texto, data e assinatura. O preâmbulo apresenta um breve relato do movimento político em que o texto foi redigido e termina com a fórmula da promulgação: “A Assembleia Constituinte, reunida na sessão plenária de 2 de Abril de 1976, aprova e decreta a seguinte Constituição da República Portuguesa”.
O corpo do texto contém 287 artigos, além das disposições finais e transitórias com mais nove artigos. Esses artigos estão distribuídos em princípios fundamentais e quatro partes assim denominadas:
Alguns artigos são divididos em títulos e esses em capítulos. Muitos artigos são subdivididos em incisos, parágrafos e alíneas.
A República Democrática de São Tomé e Príncipe é uma nação constituída por duas ilhas principais e alguns ilhéus menores na costa ocidental da África. Sua constituição data de 2003, está dividida em cinco partes e oitenta artigos: fundamentos e objectivos (parte i), direitos fundamentais e ordem (parte ii), organização do poder político (parte iii), garantia e acto de revisão constitucional, parte iv), disposições finais (parte v). A língua oficial do páis é o português, mas também é muito difundido o criolo. Integra como Estado Membro a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
A República Democrática de Timor-Leste é um dos países mais jovens do mundo, ocupa a parte oriental da ilha de Timor na Ásia Oriental. È uma república pluralista. Sua Constituição data de 2002 e consta de 170 artigos divididos em sete partes, sendo a primeira dedicada aos princípios fundamentais e a última às disposições finais e transitórias. As demais partes tratam respectivamente dos direitos, deveres, liberdades e garantias fundamentais (parte ii) organização do poder político, (parte iii), organização econômica e financeira (parte iv) defesa e segurança nacionais (parte v) e garantia e revisão da constituição (parte vi).O texto constitucional foi redigido em língua portuguesa que, juntamente com o tétum, é a língua oficial do país, a seu lado a língua indonésia e a língua inglesa são línguas de trabalho em uso na administração pública. O Timor-Leste integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa como Estado Membro.
A Constituição da República Oriental do Uruguai em vigor foi promulgada em 1967. O texto sofreu 3 reformas constitucionais por plebiscito, em 1989, 1997 e 2004. Sua estrutura é dividida em 19 seções, subdivididas em capítulos. No total, possui 332 artigos e 28 disposições transitórias e especiais. Nela, são estabelecidos os direitos e deveres dos cidadãos, a organização do Estado e as atribuições dos 3 poderes.
Acordo firmado na II Conferência das Nações Unidas (também conhecida como Eco-92), realizada no Rio de Janeiro. Sistematiza um programa de ações para o desenvolvimento sustentável, em nível mundial, nacional e local, por governos e grupos independentes em cada área em que a atividade humana afeta o meio ambiente.
O acordo é organizado em quatro grandes seções, divididas em quarenta capítulos, que abordam programas de diversas ações a serem realizadas em prol do desenvolvimento sustentável.
A Agenda 21 tem a função de servir como base para que cada país elabore e implemente sua própria Agenda 21, compromisso assumido por todas as nações participantes da Eco-92. Tem como objetivo estabelecer para todos os países um novo padrão de desenvolvimento sustentável, que permite um crescimento econômico mais justo, além da proteção e conservação dos recursos naturais.
O Brasil, após ter assinado a Agenda 21, juntamente com 178 países, criou, em fevereiro de 1997, a Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável.
Na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, realizada em Estocolmo entre os dias 05 e 16 de junho de 1972, foi elaborada essa Declaração, que visa servir e inspirar os povos do mundo na preservação e melhoria do meio ambiente. Seu texto apresenta: preâmbulo e 26 princípios.
Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento é um documento aprovado na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUCED), realizada de 3 a 14 de junho de 1992.
Esse documento define os direitos e as obrigações dos Estados em relação aos princípios básicos do meio ambiente e do desenvolvimento.
Busca estabelecer parceria global mediante a criação de novos níveis de cooperação entre os Estados, os setores-chaves da sociedade e os indivíduos a fim de proteger a integridade do sistema global de meio ambiente. Seu texto apresenta: preâmbulo e 27 princípios.
Protocolo de Kyoto à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima é um tratado internacional que prevê a redução das emissões combinadas de gases de efeito estufa em pelo menos 5% em relação aos níveis de 1990 até o período entre 2008 e 2012.
Esse tratado foi discutido e negociado na cidade de Kyoto, no Japão, em 1997, sendo aberto para assinaturas em 16 de março de 1998.
Seu texto apresenta preâmbulo e 28 artigos e dois anexos (A e B).
Na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, realizada em Estocolmo entre os dias 05 e 16 de junho de 1972, foi elaborada essa Declaração, que visa servir e inspirar os povos do mundo na preservação e melhoria do meio ambiente. Seu texto apresenta: preâmbulo e 26 princípios.
Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento é um documento aprovado na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUCED), realizada de 3 a 14 de junho de 1992.
Esse documento define os direitos e as obrigações dos Estados em relação aos princípios básicos do meio ambiente e do desenvolvimento.
Busca estabelecer parceria global mediante a criação de novos níveis de cooperação entre os Estados, os setores-chaves da sociedade e os indivíduos a fim de proteger a integridade do sistema global de meio ambiente. Seu texto apresenta: preâmbulo e 27 princípios.
Protocolo de Kyoto à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima é um tratado internacional que prevê a redução das emissões combinadas de gases de efeito estufa em pelo menos 5% em relação aos níveis de 1990 até o período entre 2008 e 2012.
Esse tratado foi discutido e negociado na cidade de Kyoto, no Japão, em 1997, sendo aberto para assinaturas em 16 de março de 1998.
Seu texto apresenta preâmbulo e 28 artigos e dois anexos (A e B).