Felicity
Origem: Mariana Schantz Santana.
Felícia "Felicity" Joly, (1999), moradora da cidade de Porto Alegre, na região da Tristeza, Rio Grande do Sul, é conhecida por seu vício na cor rosa. Durante os últimos anos a jovem tem se vestido com tons de rosa, desde os sapatos até o topo da cabeça, incluindo a cor dos cabelos, das sobrancelhas e da maquiagem que aplica todos os dias em seu rosto. Para a jovem, rosa é a cor mais feliz do mundo e sua obsessão pela cor começou cedo, quando aos dois anos aplicou o primeiro batom rosa em seus finos lábios
A partir daquele momento, seus brinquedos tinham que ser rosa ou acabariam sendo pintados com tinta. O mesmo valia para suas roupas, para seus sapatos e todos os móveis de seu quarto e, futuramente, de sua casa. Além das roupas (e dos cabelos) rosas, Felicity mantém uma exuberante e impressionante casa repleta com itens desta mesma cor. Dos móveis aos mais simples utensílios domésticos como pegador de macarrão, tudo é rosa.
Felicity aos poucos se viu completamente rosa.Nas palavras de Felicity:
Faço para me sentir feliz o tempo todo. E faço pelas crianças. Eu não costumava ser uma pessoa extrovertida e escondia meu amor pelo Rosa, agora sinto orgulho e digo olá para quem fala comigo e eu amo isso, e as crianças também.
Quando questionada se já não enjoou da cor rosa, Felicity é clara
“Oh não, nunca. E a cada dia fica melhor”.
A doença da felicidade rosa
O caso está sendo estudado por psicólogos da cidade de Porto Alegre, que batizam a doença da felicidade rosa a partir do nome de Felícia.
A Fuchsiapatia é um transtorno psicológico recentemente reconhecido pela Associação Portoalegrense de Psiquiatria e caracterizado pela obsessão por tons de rosa, independentemente da época ou do ano. A pessoa sempre está insatisfeita com as cores alheias e fica deprimida se não tem os resultados que deseja.
A princípio, o transtorno não causa nenhum mal, mas em casos extremos como o de Felicity, cautela é recomendada. A mesma relata que quando encontra-se impossibilitada de expressar sua fervorosa paixão pela cor, a jovem entra em um grave estado de ansiedade. De acordo com a mesma, em sua última crise chegou ao ponto de comer tinta magenta, na crença de que isso a tornaria mais feliz e a acalmaria.

