Paradoxo do Corvo e da Maçã

Origem: Esta maçã é vermelha.

Isto quer dizer que, se "Este corvo é preto" corrobora "Todos os corvos são pretos", então "Este não-corvo não é preto" corrobora "Tudo que não é preto não é corvo" que, sendo equivalente a "Todos os corvos são pretos", esta seria corroborada também. Ou seja, se aceitarmos que casos particulares corroboram asserções universais, deveríamos aceitar que a verdade de "Esta maçã é vermelha" ou "Aquela folha é verde" corrobora "todos os corvos são pretos".

Paradoxo do corvo e da maça

Este não-corvo não é preto

Isto quer dizer que, se "Este corvo não é preto" corrobora "Todos os corvos não são pretos", então "Este não-corvo é preto" corrobora "Tudo que não é preto também é corvo" que, sendo equivalente a "Nenhum dos corvos são pretos", esta seria corroborada também. Ou seja, se aceitarmos que casos particulares corroboram asserções universais, deveríamos aceitar que a verdade de "Esta maçã não é vermelha" ou "Aquela folha não é verde" corrobora "Nenhum dos os corvos são pretos".

Isto quer dizer que, se "Este cor é preto" corrobora "Todas as cores são pretas", então "Este não-cor não é preta" corrobora "Tudo que não é preto não é cor" que, sendo equivalente a "Todas as cores são pretas", esta seria corroborada também. Ou seja, se aceitarmos que casos particulares corroboram asserções universais, deveríamos aceitar que a verdade de "Esta maçã é vermelha" ou "Aquela folha é verde" corrobora "todas as cores são pretas".

Isto quer dizer que, se "Este são é corvo" corrobora "Todos os corvos são sãos", então "Este não-são não é corvo" corrobora "Tudo que não-são não é corvo" que, sendo equivalente a "Todos não-são corvos", esta seria corroborada também. Ou seja, se aceitarmos que casos particulares corroboram asserções universais, deveríamos aceitar que a verdade de "ninguém é são" ou "todos são corvos".

Este corvo é preto

  • Tudo que não é preto não é corvo