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“A fome tem cara, sexo, cor e endereço”, afirma especialista em segurança alimentar; ouça

O Humanista entrevista a pesquisadora Milena Corrêa Martins

Salário mínimo sem reajuste significativo, inflação lá no alto e preços cada vez maiores nos supermercados são uma realidade para os brasileiros em 2021. Um levantamento divulgado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), no início de novembro, revelou que o preço da cesta básica voltou a subir no mês de outubro em 16 das 17 capitais que fazem parte da pesquisa, chegando a ultrapassar o valor de R$ 700,00.

Florianópolis aparece como a capital com a cesta básica mais cara do Brasil, e é de lá que fala a convidada desta edição do #EntrevistaHumanista. Milena Corrêa Martins é doutoranda na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e, durante seu mestrado, pesquisou sobre o SISAN (Sistema Nacional de Segurança Alimentar) e a importância de fortalecê-lo. 

Durante a entrevista, Milena (foto) faz alguns apontamentos sobre o seu trabalho, reflete sobre os valores do salário mínimo e da cesta básica no Brasil atualmente e traz algumas direções que podem ser seguidas a curto e a longo prazo para diminuir (e até mesmo acabar) com a fome no país. Ouça!

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