Histórico – Incluir

Histórico

Desde 1997 tem-se dados acerca do ingresso de alunos surdos no Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRGS, diante do que se buscaram alternativas para viabilizar a permanência de aluno surdo com a presença de tradutores intérpretes de Língua Brasileira de Sinais em sala de aula.

Em 2001, foi fundado o Núcleo de Pesquisa e Apoio a Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais (NAPNES) que visava a inclusão social através da educação, tecnologia e profissionalização. Nesse esforço de inclusão, realizavam-se pesquisas e cursos de extensão, de capacitação, e profissionalizantes, além de promover o diálogo entre pessoas com deficiência e a comunidade, objetivando a diminuição do preconceito.

Em 2005 criou-se o Setor de Apoio ao Aluno com Deficiência Visual, com o objetivo de atender as demandas de pessoas com deficiência visual, de possibilitar o desenvolvimento integral, inclusão social e capacitação às pessoas que trabalham com essa população. Além da realização de pesquisas na área de educação especial.

A partir 2006, a Universidade aderiu ao Programa Incluir- Acessibilidade à Educação Superior, as quais constituíram a formulação de estratégias para identificação das barreiras ao acesso das pessoas com deficiência à educação, decorrentes de cegueira, baixa visão, mobilidade reduzida, deficiência auditiva e da condição de ser surdo, usuário da Língua Brasileira de Sinais, nesta Universidade. As ações, desde então, visam a eliminação de barreiras pedagógicas, atitudinais, arquitetônicas e de comunicação, possibilitando uma efetiva participação desses alunos na UFRGS. Nesse contexto, o objetivo geral consistia no atendimento de acadêmicos com necessidades educacionais especiais decorrentes de deficiências.

Em julho de 2014, com a criação do Incluir – Núcleo de Inclusão e Acessibilidade, buscou-se dar mais visibilidade e condições para que se ampliem e consolidem as ações que vinham sendo realizadas, através de estratégias voltadas às pessoas com deficiência na comunidade universitária, garantindo condições de equidade de acesso ao conhecimento, ao desenvolvimento profissional e cultural.