Carta aos leitores | 27.10.22

Fazer jornalismo no âmbito da comunicação pública é pensar sobre como contribuir para o debate contemporâneo das ideias e, acima de tudo, ter em mente o impacto que essas discussões podem ter no contexto social. Em se tratando de uma publicação universitária, como o JU, é preciso ainda somar a isso um olhar cuidadoso sobre como tudo isso acontece no ambiente acadêmico. Considerando isso, esta edição se debruça, em reportagem, sobre como é possível avaliar a produção de ciência de modo a compreendê-la mais profundamente, planejá-la de modo mais efetivo e, claro, prestar contas à sociedade.

Ampliando esse escopo, a seção de artigos apresenta uma discussão sobre a carreira docente na educação básica pública, uma perspectiva da psicanálise sobre a formação de sujeitos e uma reflexão sobre o que está envolvido na adoção de crianças por casais homossexuais. Ainda, uma matéria traz a mudança ocorrida no futebol a partir da presença feminina nas torcidas, demonstrando uma transformação social importante num cenário antes predominantemente masculino. Na divulgação científica, uma pesquisa que apresenta alternativas para a produção de energia limpa e renovável e, na agenda cultural, o lançamento do álbum de uma pianista docente da UFRGS. Completa este número, o perfil de um servidor técnico-administrativo que empreende uma batalha cotidiana pelo Clube de Cultura de Porto Alegre, histórico espaço cultural da cidade.

Na próxima semana, não teremos edição do JU. Isso porque nossa produção ficaria apressada diante dos dois feriados que temos de hoje até lá – 28 de outubro, Dia do Servidor Público, e 2 de novembro, Finados. Voltamos em duas semanas com um número especial para marcar o aniversário da Universidade.

Boa leitura e até dia 10!


“As manifestações expressas neste veículo não representam obrigatoriamente o posicionamento da UFRGS como um todo.”