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Av. Paulo Gama, 110 - Farroupilha, Porto Alegre/RS. Anexo I da Reitoria da UFRGS - Sala 319

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  • Respeito à diversidade de gênero e sexual
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  • AntiLGBTQIA+fobia
  • Anticapacitismo
  • Antiaudismo
  • Anticlassicismo/Antiaporofobia
  • Dignidade
Cosmoperspectivas
  • Enfrentar o racismo institucional e epistêmico, em suas intersecções com outros marcadores sociais da diferença, contribuindo de maneira efetiva para a transformação do país, por meio do acesso democrático à educação de nível superior e pelo respeito à dignidade da pessoa humana, exaltando a vivência e a experiência intercultural, a pluralidade e o compartilhamento de saberes e fazeres no enfrentamento visceral às desigualdades no país, acionando todas as estruturas da UFRGS.
  • Oferecer meios para a inclusão no currículo (na malha curricular) dos cursos de graduação (licenciatura e bacharelado) oferecidos na Universidade o que estabelece o Art. 26A da Lei de Diretrizes Bases da Educação Nacional, LDB, no que diz respeito à obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena, bem como o disposto nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais (ERER). A referida inclusão envolve a ampliação de componentes curriculares bem como o oferecimento de atividades didático-pedagógicas de formação a discentes, docentes, servidores técnico-administrativos e pessoas terceirizadas na perspectiva da interculturalidade e/ou da diversidade humana em suas dimensões social, étnica, racial e de gênero.
  • Acolher ou incentivar iniciativas de valorização de formas de aquisição e transmissão de saberes e saberes-fazeres hauridos das tradições africanas, afro-brasileiras e indígenas, em sua dimensão social, ética, cosmológica e ontológica, contribuindo para o fortalecimento de projetos e atividades de ensino, extensão e pesquisa que tenham por objetivo o seu reconhecimento.
  • Coordenar atividades de formação, ensino, pesquisa e extensão que tenham em referências temas, questões, conceitos, referenciais teóricos e abordagens em diálogo com epistemologias das pessoas da política de ações afirmativas e de equidade da UFRGS.
  • Enfrentar o machismo, a misoginia e a LGBTQIAP+fobia [homolesbifobia, transfobia e intersexofobia] em suas intersecções com outros marcadores sociais da diferença,
    contribuindo de maneira efetiva para a construção de uma sociedade mais justa e democrática, de forma a garantir o ingresso e permanência na UFRGS de mulheres cisgênero e sujeitos e sujeitas que não se enquadram nas identidades de gênero e orientações sexuais hegemônicas, com especial atenção ao combate a todas as formas de assédio e violência ligadas a gênero e sexualidade, e busca de incorporação de epistemologias trans e feministas na formação de docentes, TAEs e discentes.
  • Enfrentar todas as formas de capacitismo estrutural e institucional, que colocam as pessoas com deficiência em condições de desigualdade com as demais, potencializando prejuízos e violências de diferentes ordens. Para além da tragédia pessoal, a deficiência pode ser vista como uma das inúmeras formas de vida que são experienciadas pelo ser humano.
Pessoas envolvidas
  • negras (pretas e pardas)
  • indígenas
  • quilombolas
  • com deficiência
  • surdos
  • lésbicas, gays, bissexuais, queers, assexuais
  • trans, travestis, intersexo
  • mulheres cis
  • gestantes, mães, pais, responsáveis legais por crianças e/ou adolescentes
  • refugiadas ou com visto humanitário
  • migrantes em condições de vulnerabilidade social
Compromisso

Assegurar a reformulação das estruturas físicas, organizacionais, teóricas, metodológicas, programáticas e epistêmicas da UFRGS por meio do desenvolvimento de políticas e ações institucionais, acadêmicas e pedagógicas, com foco na elaboração e execução de ações afirmativas que garantam à comunidade UFRGS as condições básicas para o desenvolvimento de suas potencialidades, de forma crítica, propositiva e eticamente comprometida com a transformação do país.

Objetivos

Propor, articular, formular, implementar e acompanhar políticas e ações institucionais, acadêmicas e pedagógicas, com vistas à promoção de ações afirmativas na UFRGS, cobrindo a educação básica, a graduação, a pós-graduação e o emprego, em diálogo permanente com todas as esferas da Universidade e com os movimentos sociais educadores em cada âmbito das políticas de ações afirmativas.

Atribuições
  • Auxiliar a Reitoria na efetivação de seus objetivos estratégicos;
  • Planejar, implementar, coordenar e acompanhar o Programa de Ações Afirmativas seguindo o Programa de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Universidade e ouvindo as vozes dos movimentos sociais organizados;
  • Propor, coordenar e acompanhar a execução de ações afirmativas da Universidade, em todas as suas esferas, ouvindo as vozes dos movimentos sociais organizados;
  • Desenvolver ações institucionais, pedagógicas e acadêmicas direcionadas às ações afirmativas na Universidade, da educação básica à pós-graduação, em sinergia com todas as instâncias da UFRGS e dos movimentos sociais educadores;
  • Articular junto a outras Pró-Reitorias políticas, ações, planejamentos e perspectivas que tornem as ações afirmativas um eixo condutor da política da Universidade;
  • Propor ações de combate a todas as formas de discriminação e assédio na UFRGS;
  • Oferecer meios para a efetivação, no âmbito da Universidade, do que estabelece o Art. 26A da Lei de Diretrizes Bases da Educação Nacional, LDB e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais (ERER).