Ecos da memória

Noites de sono interrompidas por ligações estáticas em interfone, utensílios se movendo sozinhos, energia pesada e presença que se sente. Esse é o passado e, de certa forma, o presente de Mariele Chassot, 25 anos, mestranda em Ciência da Informação na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Nos dois apartamentos que já residiuContinuar lendo “Ecos da memória”