Farinha
          Pelo valor energético como fonte de carboidratos e pelos preços relativamente baixos, as farinhas têm grande importância na alimentação humana e dos animais domésticos, sendo utilizada a milhares de anos.
          Denomina-se farinha o pó resultante da moagem dos grãos de cereais (trigo, arroz, milho, aveia, centeio, etc.). A palavra cereal, do latim cerealis, originou-se do culto que os romanos prestavam a Ceres, Deusa da agricultura.
          A trituração das sementes de leguminosas (soja, por exemplo), de frutos tubérculos, raízes, ossos e outras matérias primas  também podem dar origem a  farinhas. Para  o  gado,  usa-se
d

diretamente tanto as farinhas obtidas de cereais e leguminosas de baixo  custo como  as derivadas de  carnes e peixes de elevado valor protéico e custo relativamente baixo.
          Os ossos, triturados e moídos, têm aplicação agrícola como adubo por seu elevado indíce de fosfatos e cálcio.           
          Do ponto de vista econômico, a mais importante das farináceas é a farinha de trigo. Os antigos métodos de moagem se aprimoraram a fim de produzir farinhas mais brancas e de melhor qualidade. Ela é o principal ingrediente na fabricação do pão. A qualidade, leveza, aspecto e sabor do pão irão depender fundamentalmente do tipo de farinha a ser utilizado e do seu potencial de panificação. Também vai depender dela o valor nutricional do produto.
         Existem vários tipos de farinha entretanto, a mais utilizada na fabricação de pães é a farinha de trigo branca, pois nos oferece um produto fofo e de textura uniforme, devido à presença do glúten.

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Esta página faz parte do site Como Fazer Pâo, desenvolvido por Julio Alberto Nitzke e Aline Biedrzycki
ICTA/UFRGS