Inventar novas relações entre arte, educação e docência

PRÁTICAS COMUNITÁRIAS ENTRE INTERIOR E CENTRO: processos decoloniais na formação docente em artes visuais

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Bandera sustentable (2020), proposta criada pelo artista Julio Chávez Calderón. Fonte: Guía Educativa Arte como Educación, 2020.

Artigo de Diane Sbardelotto e Luciana Gruppelli Loponte, publicado no Dossiê “Artes, comunidades e educação” da Revista da Fundarte, organizado por Carmen Lúcia Capra e Leonardo Marques Kussler, da UERGS.

A partir de práticas artísticas comunitárias realizadas em locais do interior, esse artigo busca pensar modos de promover processos decoloniais na formação docente em Artes Visuais. Ações e obras dos coletivos Inço e Adentro, além do projeto Una Escuela Sustentable, as quais deslocam noções colonizadas de arte, atuando de modo comunitário e fora de centros de poder, são pensadas quanto às suas contribuições para a docência em artes visuais. Tais exemplos podem expandir as concepções de arte para além das noções da história universal da arte, por meio de poéticas coletivas e situadas. Ensinam também que a sustentabilidade nos territórios deve considerar a simultaneidade entre a valorização local e a crítica das heranças coloniais.

Palavras-chave: Práticas comunitárias. Formação docente em Artes Visuais. Decolonialidade.

O artigo está disponível aqui.

Diane Sbardelotto; Luciana Gruppelli Loponte. PRÁTICAS COMUNITÁRIAS ENTRE INTERIOR E CENTRO: PROCESSOS DECOLONIAIS NA FORMAÇÃO DOCENTE EM ARTES VISUAIS. Revista da FUNDARTE. Montenegro, v.60, nº60, p. 1-25, e1415, 2024. Disponível em https://seer.fundarte.rs.gov.br

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