
Cecília Vicuña: arte precária, memória, ancestralidade
Seria a escrita a melhor forma de preservar ensinamentos e histórias? Que escritas devem ser preservadas? A crença na escrita como a principal via de acesso ao conhecimento nos impediu de valorizar, por exemplo, conhecimentos de povos originários mantidos através da oralidade. Entende-se que o estudo e o aprendizado se dão apenas pelas palavras. Mas a escrita não pode ir muito além disso? Não pode ser poética, artística, vivenciada e sentida?

