
Educar para o amor: arte como espaço de múltiplas existências
Através da arte e das vozes ampliadas de corpos dissidentes, de experiências invisibilizadas e histórias apagadas, somos levados a repensar o próprio papel da educação: não como norma, mas como abertura; não como controle, mas como acolhimento, como um ato para cruzar fronteiras.