Eduardo Semerjian

Eduardo Silva

Érica Montanheiro

Fafy Siqueira

Jamile Godoy

Herbert Richers Jr.

Ilana Kaplan

Mel Lisboa

Nany People

Otavio Martins

Rubens Caribe

Samuel de Assis

Tuna Dwek

Eduardo Semerjian é ator e locutor, e também produz e apresenta o podcast “Diplomacia e Arte”. Participou das séries Maysa, da Rede Globo; O Negócio, da HBO e Sense8, pela Netflix, dos filmes Ensaio sobre a Cegueira, Olga e Minha Mãe é uma Peça, e recentemente fez a novela As Aventuras de Poliana, no SBT.

Ator desde 1978 em filmes publicitários, seriados, minisséries, programas infantis, programas educativos, 10 novelas, Curtas-Metragens (02 Prêmios como Melhor Ator – Festivais Nacional e Internacional), e 15 longas-Metragens; 12 espetáculos infantis onde ganhou 15 prêmios como Ator Revelação, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Ator (Mambembe, APCA, APETESP, Governador do Estado e Qualidade Brasil); 25 espetáculos adultos onde ganhou 04 prêmios como Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Ator (Molière, SHELL, Mambembe e APCA). Preparador de elenco de inúmeros Curtas e 03 Longas Metragens. 2 anos diretor de teatro amador do Grupo Teatral PP da FEA/USP ganhador de 02 Prêmios no Prêmios no Festival Universitário (TUSP) e diretor de 03 espetáculos profissionais.

Atriz, diretora e dramaturga. Formada pela École Philippe Gaulier, na França. Participou de estágio do Théâtre du Soleil, em Paris. Em 2020, ministrou juntamente com Eric Lenate, um núcleo de Dramaturgia e Direção online, pela Oficina Cultural Oswald de Andrade. Fundou e coordenou um Núcleo de Dramaturgia para mulheres, também com encontros online. Dirigiu experimentos virtuais, mesclando a linguagem do audiovisual com teatro, com as Cias La Desdeñosa e Labirinto. Como atriz esteve em leituras pelo Itaú Cultural dirigidas por Christiane Tricerri. No segundo semestre de 2019 realizou o projeto Balada dos Enclausurados (texto, direção e atuação) em parceria com Eric Lenate. Integrou o elenco de Jardim de Inverno, com direção de Marco Antônio Pamio, em cartaz no Teatro Raul Cortez em 2019 e o elenco de Soror, de Luisa Micheletti, com direcão de Caco Ciocler, circulação pelos SESCs interior no início de 2020. Últimos trabalhos como atriz: Concerto para João, direção Cassio Scapin, Histeria e A noite de 16 de Janeiro, ambos com direção de Jô Soares. Em 2017 dirigiu seu primeiro espetáculo Vocês que me habitam, de sua autoria em parceria com Gustavo Colombini. Em 2018 dirigiu o espetáculo jovem Dois a duas, de Maria Fernanda de Barros Batalha – que venceu o prêmio APCA como melhor espetáculo jovem e o Prêmio SP de melhor espetáculo jovem e melhor atriz coadjuvante. Assina a direção, em parceria com Eric Lenate, do espetáculo A Serpente, de Nelson Rodrigues. Ganhadora do Prêmio FEMSA como melhor atriz coadjuvante por Sonho de uma noite de verão e do Prêmio Aplauso Brasil como melhor atriz coadjuvante por Histeria. Indicada a Melhor atriz por Inventário pelo prêmio Aplauso Brasil 2019.

Fafy Siqueira é atriz, diretora, cantora e compositora premiada – entre outros reconhecimentos, ganhou o Sated em 1995 (como humorista no teatro), o Imprensa de 1989 (televisão), o Qualitá de 1997 (televisão); como cantora, recebeu o Globo de Ouro em 1974 e o Antena de Ouro de 1997 como Revelação e mais 32 prêmios de festivais de música pelo país.


Em 1984, estreou no teatro com a peça Amor, início de uma carreira de sucesso em espetáculos como As Noviças Rebeldes, O Amigo Oculto e na comédia Camisa de Força. Foi diretora musical das peças Blue Jeans, Queridos Monstros e Chico Mau.

Seus shows de humor viraram uma marca, como o Fafy Siqueira ou não Queira 1 e 2, dirigidos por Chico Anysio, e Dó-Ré-Mi-Fafy, que ainda viaja por todo o Brasil.

Na tevê, ganhou enorme popularidade como a fofoqueira Fifi, de Hipertensão, na Globo, emissora onde atuou em várias tramas, programas de dramaturgia e especiais. Na Manchete, fez duas novelas; participou de humorísticos na Globo e no SBT. Foi diretora do infantil Pintando O Sete, da Record e comandou, na Tv Cultura, o programa de auditório Alô Alô. Fez a novela Sangue Bom.

Como cantora, gravou três compactos simples e o LP Posso Falar?; compôs a música Marquei um X para Xuxa, além de diversas canções para Sandy e Junior, Joana, Sandra de Sá, Renato Aragão, Maria Creuza e Toni Tornado.

Jamile Godoy, bacharel em artes cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná, fez teatro desde sua adolescência. Além de complementar o ensino médio fazendo técnico em comunicação e arte durante quatro anos no Colégio Estadual do Paraná, Jamile iniciou o curso livre de teatro no Teatro Lala Schneider durante três anos. Nunca deixando de se profissionalizar, neste meio tempo, fez cursos de dublagem, canto, inglês, performatividades e dança afro.

Desde 2017 mora em São Paulo, onde já trilhou caminhos, iniciando o curso de canto para teatro musical no Studio Marconi Araújo. Paralelamente cursou Humor na escola SP de Teatro e também fez curso de comédia Stand Up no Espaço da Comédia. Em seu currículo possui mais de 20 peças de teatro, onde se destacam: “A Farsa da Mulher do Zebedeu”, opereta dirigida por Maurício Vogue; “Lisístrata – O Voo das Andorinhas”, que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no festival Cacilda Becker; e seu trabalho mais recente, “O Julgamento Secreto Joana D’Arc”, com direção de Fernando Nitsch e temporada no teatro Oficina.

Cresceu assistindo os maiores talentos do cinema nos estúdios da Herbert Richers. Aos 17 anos começa a trabalhar como assistente de Domingos de Oliveira. Faz seu primeiro filme “Os Maníacos” de Alberto Salvá com 18. Aos 19 estreia no palco sob direção de Domingos de Oliveira em “Dinheiro parque Dinheiro” de Martins Pena.

Se forma em Arte Cênicas pela FEFIERJ. Com 22 anos produz o filme “O Caso Ruschi” de Tereza Trautman. Aos 24 é o produtor associado de “Savage Harvest” com Tom Skerrit e Michelle Phillips. Aos 25 é contratado como diretor da TV Globo dirigindo por 10 anos séries, especiais e números musicais para o Fantástico. Neste período atua em “Memórias do Cárcere” de Nelson Pereira dos Santos e em outros importantes títulos do cinema Nacional. Nos anos 80 ingressa para a banda de rock “Os Ronaldos”, grava com Baby Consuelo o especial de TV e o LP “Purlimpimpim 2” como o Visconde de Sabugosa e grava com Sandra de Sá a abertura da série “Armação Ilimitada”. Compõe com Francis Hyme e Fernanda Montenegro a música “Viajantes das Almas” gravada por Bibi Ferreira. Dirige inúmeros comerciais de televisão, produz o filme “Sonhos de Menina Moça” o programa “Hugo” na CNT e os programas “Garganta e Torcicolo” e “Tordesilhas” na MTV. Participa em varias novelas e especiais da TV Globo como “Laços de Família”, “Lado a Lado” e “Em Família”.

No teatro é o Conde Orsini em “Amadeus” de Peter Shaefer, dirigido por Naum Alves de Souza. Recentemente participou de “O Quarto Estado da Água” com direção de Bia Szvat e pode ser visto atualmente na Globoplay como o Ministro Horácio Bravo em “Ilha de Ferro”.

Atriz nascida em 1965 no sul do Brasil, em Porto Alegre. Ingressou no Curso de Artes Cênicas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1984. Iniciou a carreira profissional aos 20 anos de idade, destacando-se basicamente em comédias. Protagonizou vários espetáculos, entre eles “Passagem para Java” que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz Troféu Açorianos em1986.

Participou de outros espetáculos de sucesso e, em 1991, realizou o espetáculo “Buffet Glória”, de sua própria autoria, e que lhe deu projeção nacional numa  temporada de quatro anos consecutivos.  Com “Buffet Glória”,  Ilana Kaplan recebeu os prêmios de melhor atriz – SATED – RS, atriz revelação APETESP -SP e uma indicação para o prêmio Oscarito – RJ.

A partir desse sucesso, Ilana amplia o espaço no cenário artístico nacional e passa a residir em São Paulo. Radicada em São Paulo desde 1995, trabalhou com  importantes diretores da cena teatral, entre eles: Gerald Thomas, Guel Arraes, João Falcão, Paulo Autran, Elias Andreato, Jô Soares, Alexandre Reinecke e Marco Antônio Pâmio.

Entre 2003 e 2006, depois de várias participações especiais, Ilana passa a integrar o elenco fixo do espetáculo “Terça Insana” um show de humor composto por esquetes curtos de solos no estilo stand up de personagem onde além de atuar, Ilana retomou seu trabalho autoral e criou cerca de 20 personagens sendo que os mais conhecidos e celebrados pelo publico se encontram disponíveis para visualização no Youtube e no Vimeo da atriz. Depois disso a atriz atuou em clássicos, tais como “Ricardo III” e “Ensina-me a viver”, ambos com êxito de publico e crítica.

Atualmente Ilana faz parte do elenco do espetáculo “Baixa Terapia”. O espetáculo estreou em março de 2017 em São Paulo e continua em cartaz num estrondoso sucesso. Com esse espetáculo, Ilana recebeu em março de 2018 um dos prêmios mais importantes do teatro no Brasil, o Prêmio SHELL de melhor atriz. E em Agosto de 2018 recebeu o VI Premio Aplauso Brasil como melhor atriz pela temporada de 2017 Por ser um sucesso, o espetáculo ficou uma temporada de mais de um ano em São Paulo realizando uma turnê Nacional e internacional passando por Orlando, Miami e Boston e uma longa temporada de 3 meses de setembro a dezembro em Portugal em 2018 e retornou em Janeiro de 2019 e segue em cartaz sem previsão de término tendo recebido recentemente o Prêmio Bibi Ferreira de Melhor espetáculo em setembro/2019.

Na televisão brasileira, Ilana atuou em vários projetos de humor, tais como Os Normais, A Diarista, Sob Nova Direção, Cilada, MrBrau, A Vila, Retrato Falado, entre outros. Ainda na televisão, participou da novela infanto juvenil “Carrossel”, do SBT, escrita por Iris Abravanel exibida em 2012/2013. Seu trabalho teve uma repercussão enorme, com a personagem Professora Matilde, ganhando uma projeção tão grande, que a emissora resolveu em 2014 criar o programa “Patrulha Salvadora”, para ser lançado após o final da novela, dando continuidade ao sucesso da personagem.

Após o término do programa no SBT, em 2015, a atriz foi convidada para outro trabalho, desta vez na Rede Globo, no Rio de Janeiro, na novela “I Love Paraisópolis” de autoria de Alcides Nogueira e Mario Teixeira no horário das 19hrs. A personagem Silvéria, interpretada pela atriz, se destacou no núcleo cômico da novela que lhe rendeu muitas cenas hilárias e um enorme sucesso com o público.

Atriz profissional desde 2001, produtora e graduanda em Letras pela PUC-SP, Mel Lisboa já participou de espetáculos de diretores como Gabriel Villela, Zé Henrique de Paula, Paulo Faria, Susanna Kruger, Débora Dubois e Márcio Macena. Já foi indicada aos prêmios mais importantes do país, tais como o Prêmio Shell, Cesgranrio, Prêmio Aplauso Brasil e Bibi Ferreira. Em 2014, ganhou vários prêmios pela sua interpretação de Rita Lee no musical “Rita Lee Mora ao Lado”. Em 2017, junto com Carol Badra, produz o espetáculo “Pescadora de Ilusão”, uma adaptação do livro “A Mulher que Matou os Peixes”, de Clarice Lispector.  No audiovisual, seus últimos e mais relevantes trabalhos foram “Pacto de Sangue”, série produzida pela Turner e “Coisa Mais Linda”, série original da Netflix, que teve sua 2a temporada lançada em 2020.  

Mineira da cidade de Machado, criada em Poços de Caldas, e designada como do sexo masculino ao nascer, Nany sofreu bullying no colégio e agressões físicas do pai pelo jeito feminino que já demonstrava. Em 1985 mudou-se para São Paulo para cursar teatro no Teatro Escola Macunaíma, trabalhando como camareira e bilheteira de cinema até conseguir estabelecer-se como hosts em boates da capital. Nessa época, passou pela transição para drag queen – e posteriormente transexual – e, em 1992, escolheu o nome de Nany People, inspirada pela atriz e apresentadora Nâni Venâncio, de quem era fã. Além disso, também formou-se em artes cênicas pela Unicamp. Durante as décadas de 1990 e 2000, tornou-se uma das mais famosas hosts das boates de São Paulo, além de uma das drag-queens mais requisitadas para apresentações. Foi repórter do Comando da Madrugada, na Rede Manchete, repórter de Amaury Jr. no programa Flash da Rede Band, e repórter da revista G Magazine em shows e eventos voltados ao público LGBT. Na rádio, foi repórter dos programas Pânico, talk-show humorístico de Emílio Surita, e Zíper, apresentado pelo médico Jairo Bouer sobre saúde sexual, ambos na Jovem Pan. Em 2001, foi convidada por Hebe Camargo para ser repórter do programa Hebe, no SBT, onde ficou por seis anos. Esteve por três anos no elenco de A Praça É Nossa, do SBT, e em 2007 produziu e estreou o stand-up “Nany People Salvou Meu Casamento”, o primeiro de diversos solos que exibe até hoje. Em 2010, participou do reality show “A Fazenda 3”. Em seguida, atuou como atriz nas peças “O Incrível Dr. Green” (2012) e “Caros Ouvintes” (2016). Em 2017 se tornou repórter do programa Xuxa Meneghel na RecordTV. Em 2018, integra o elenco da telenovela “O Sétimo Guardião”, da Rede Globo, interpretando a química transexual Marcos Paulo. Atualmente, Nany People é jurada do “Programa do Ratinho” no quadro “Dez ou Mil”.

Otávio Martins é ator, diretor e autor, premiado em todas essas categorias. São 25 anos de carreira, com 34 espetáculos, 5 novelas, 2 séries e 9 filmes. Seu último trabalho em TV foi como o vilão Roger na novela “As Aventuras de Poliana”, no SBT.

Estreou em 1987 no musical Hair (dir. Antônio Abujamra) e, desde então, tem se alternado entre o teatro, o cinema e a TV. No teatro, trabalhou com os diretores Cacá Rosset, Ulysses Cruz, Ron Daniels e Felipe Hirsch, entre outros. De seus últimos trabalhos, destacam-se: Histeria (dir. Jô Soares); A Megera Domada e Sonho de Uma Noite de Verão (dir. Cacá Rosset), Berro (dir. Eduardo Tolentino de Araújo), O Fantástico Reparador de Feridas (dir. Domingos Nunez), Assim É (Se Lhe Parece) e Consertando Frank (dir. Marco Antônio Pâmio), A Reação (dir. de Clara Carvalho) e Fim de Partida (dir. Eric Lenate). Este ano esteve em cartaz com a peça Hollywood, dirigido por Gustavo Paso e Ricardo III ou Cenas da Vida de Meierhold, dirigido por Clara Carvalho.

Entre os Musicais que atuou estão: Cabaret (dir. Jorge Takla), Aparecida – um musical (dir. Fernanda Chamma), Mãe Coragem e Seus Filhos (dir. Sergio Ferrara), Alô, Alô, Terezinha (dir. Hugo Possolo), Cabaret Luxúria (dir. Helen Hélène) e Ornitorrinco Canta Brecht (dir. Cacá Rosset). Ressaltam-se, ainda, os espetáculos de teatro-dança UManoel e Gestos (Cia. Mariana Muniz) e o espetáculo Corpo Vivo, em que atuou, cantou e dançou (dir. Ivaldo Bertazzo).

Em TV, atuou em várias novela, minisséries e especiais, destacando-se Anos Rebeldes e Fera Ferida (Globo), Sangue do Meu Sangue, Os Ossos do Barão e Uma Rosa Com Amor (SBT), e Cidadão Brasileiro (Record). Recentemente protagonizou no cinema os longa-metragens SP: Crônicas de uma Cidade Real (dir. Elder Fraga), Cano Serrado (dir. Erik de Castro), e ainda participou da série Cidades Invisíveis, produzido por Carlos Saldanha para lançamento na Netflix em 2020.

Recebeu o Prêmio Shell de melhor ator de 2014, além de ter sido indicado também pela APCA-SP e pelo Prêmio Aplauso Brasil, pela peça Assim É (Se Lhe Parece). Recentemente recebeu o prêmio de melhor ator em longa-metragem por SP: Crônicas De Uma Cidade Real na Mostra Offcine 2019 de Cinema Independente de Varginha. Também recebeu o Prêmio de Melhor Ator – APETESP por O Melhor do Homem (1995). Foi indicado aos Prêmios APETESP – Melhor ator coadjuvante por Hamlet (1997) e Shell/RJ de Melhor Ator por Rei Lear. 

Formado pela EAD/ECA/USP. Tem como Principais Trabalhos: (Séries) Insânia da Disney Plus; Cidade Invisível e 3% (2) da Netflix; O Doutrinador do Space; Aruanas do Globoplay; Me chama de Bruna (3) da Fox; Mal me Quer da Warner; Gigantes do Brasil (Mauá ) do history channel; (Longas) Clube dos Anjos 2019; Onde quer que você  esteja 2018; Singapore Sling 2015 (indicado a melhor ator no festival de Los Angeles ); Chico Xavier 2010; 5X Favela 2010;  (TV) Avenida Brasil (um capítulo); Força  Tarefa; Ciranda de Pedra; Jezabel; Por toda a minha vida Cartola; (teatro) Hedda Gabler, Otelo, Tutankaton, Roque Santeiro o Musical, Carmen a Grande pequena Notável,  Rita Lee Mora ao Lado o musical o Musical, Paparutas,  Fragmentos Azedos Sobre a Língua, O Auto da Compadecida, dentre outros.

Atriz de Teatro, Cinema, TV, Publicidade e Streaming, além de Locutora. Formada em Ciências Sociais na PUC-SP e no Panthéon Sorbonne Paris I, EAD Escola de Arte Dramática/USP. Fala Francês, Inglês, Italiano e Espanhol. Tradutora-Intérprete de festivais internacionais, foi repórter colaboradora na Folha de SP, Crítica de Cinema no site Cinema com Rubens e Blog do Rubens Ewald Filho, e na Revista da Cultura. Condecorada pelo governo francês como Chevalier dans l´Ordre das Arts et des Lettres. Recebeu 18 prêmios Nacionais e Internacionais  de Melhor atriz e Melhor Atriz Coadjuvante em Teatro e Cinema. Escreveu 3 livros. Recebeu o Life Achievement award pela sua carreira no LABRFF Los Angeles Brazilian Film Festival. Participou de 65 espetáculos entre peças e leituras encenadas, 45 filmes entre curtas e longas, 20 obras para TV entre novelas, minisséries e webséries.

 

 

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