Nos últimos dois anos, os temas relacionados aos cuidados e às políticas em saúde têm ganho relevo em razão de uma sucessão de acontecimentos importantes nesse campo: fomos acometidos pela pandemia de covid-19, vimos mais um surto de dengue e estamos apreensivos diante da varíola dos macacos. Frente a isso tudo, a ciência reivindica seu legítimo lugar como protagonista na busca por visões acertadas do que vivenciamos e por curas, saídas e formas de lidar com esses fenômenos. As contribuições das universidades, nesse sentido, têm sido vitais. Esta edição do JU evidencia muito desse papel, com pesquisas e ações da UFRGS que procuram apontar novos rumos. Na seção de artigos, relatos de pesquisas que avaliam o atendimento ginecológico a mulheres cisgênero, homossexuais e bissexuais e o armazenamento e descarte de remédios. No destaque da agenda cultural, a relação entre idade e dança é posta à prova em um evento realizado no Centro Cultural.
Em outros campos de conhecimento, mas também sinalizando as contribuições da Universidade, trazemos um artigo com uma leitura poética da arquitetura, uma reportagem sobre um projeto de investigação do Instituto de Física junto ao Centro Europeu de Pesquisa Nuclear e outra sobre a volta das atividades presenciais nos espaços culturais de nossos câmpus. No Perfil, a vida de uma doutoranda que se divide entre os estudos em recursos hídricos e a prática musical . No JU Cultura, recebem destaque a obra e o perfil de Rafael Souza, estudante de artes visuais.
Boa leitura!
*Foto: *Foto: Arquivo CERN/18 mar. 2013 – Projeção artística do campo de Brout-Englert-Higgs
“As manifestações expressas neste veículo não representam obrigatoriamente o posicionamento da UFRGS como um todo.”

