*Foto: Sara Hartke, que é a técnica responsável pelo MultiBioMol – Laboratório Multiusuário de Biologia Molecular, no Instituto de Ciências Básicas da Saúde da UFRGS (Crédito: Flávio Dutra/JU)
Entre os critérios que garantem credibilidade à produção científica, encontramos como pilar central a reprodutibilidade, ou seja, a possibilidade de outros pesquisadores repetirem com exatidão um experimento, seguindo os mesmos métodos, e encontrarem resultados condizentes com os achados no estudo original. A reportagem desta semana investiga o ambiente da ciência brasileira em busca dos gargalos que ainda limitam o rigor de nossa produção.
Em outra reportagem, vislumbramos o cenário dos relacionamentos em plataformas digitais, acompanhando os movimentos contemporâneos em busca de encontros casuais e vivências afetivas. Em outras dimensões da vida, mas ainda no campo das vivências, temos um Meu Lugar com uma psicóloga que usa a escuta para construir seu processo de escrita.
A divulgação científica apresenta pesquisa, ainda em modelos animais, que identificou alteração de molécula de RNA como possível marcador para a detecção precoce de autismo.
Boa leitura!

