Carta aos leitores | 29.06.23

Viver uma universidade é, sem dúvida, acumular experiências que pontuam trajetórias que, depois, se constituem memórias plenas de significados. A edição desta semana, nesse sentido, é rica. Na divulgação científica, uma ideia de princípio: por um lado, a maternidade posta em questão; por outro, mas igualmente seminal, a experiência de indígenas. Como se dá o cruzamento dessas duas posições ocupadas por mulheres que transitam pelo espaço universitário?

Na reportagem, por outro lado, tematizamos a relação de pessoas idosas com as tecnologias e os modos como têm buscado lidar com as novas lógicas que esses avanços geram. Apresentamos, nessa mesma matéria, uma iniciativa da Universidade que, sem dúvida, enriquece as vivências dessas pessoas ao proporcionar aprendizados e encontros, ambos elementos relevantes para trazer novas perspectivas a essa fase da vida.

Na seção de artigos, apresentamos o relato de experiência de uma estudante de pós-graduação como tutora em uma turma de graduandos, uma análise de como as administrações municipais lidaram com a pandemia de covid-19 e as conclusões de um estudo sobre a governança ambiental e social como critério para a concessão de crédito bancário. No Meu Lugar, um egresso do curso de Engenharia Civil que, em seu período na Universidade, buscou tornar o Centro Acadêmico um espaço de convivência e confluência para ele e seus colegas. No destaque da programação cultural, uma exposição de fotografias e poemas de Mário Fontanive na qual ele apresenta como conviveu com a pandemia. Finalmente, traduzida para o inglês, uma pesquisa que estima o custo de ônibus elétricos em Porto Alegre.

Boa leitura!


“As manifestações expressas neste veículo não representam obrigatoriamente o posicionamento da UFRGS como um todo.”