Curso de extensão “Caminhos Operários: história, memória e patrimônio da classe trabalhadora em Porto Alegre”

O curso de extensão “Caminhos Operários: história, memória e patrimônio da classe trabalhadora em Porto Alegre” tem por objetivo debater a importância dos trabalhadores e trabalhadoras, de suas organizações e de seus espaços de convívio, para a história da capital. Durante o curso vamos tratar do processo de formação do movimento operário, sua presença nos espaços da cidade e o apagamento de sua memória ao longo dos anos.

O curso é oferecido pela Biblioteca da Faculdade de Arquitetura (BFARQ) e pelo Laboratório de Ensino de História e Educação (LHISTE), sendo voltado especialmente para a formação de Professores, mas também está aberto atodos que procuram conhecer mais sobre a história, a memória e o patrimônio daclasse trabalhadora em nossa cidade. Estão previstas três aulas sobre o tema, seis trajetos guiados em diferentes regiões de Porto Alegre e uma avaliação final, com a expedição de um certificado de 40 horas para quem completar o curso.

1ª Encontro: A classe trabalhadora e a formação dos seus espaços de organização em Porto Alegre (5 de setembro, 18 horas, sala 102 da FACED/UFRGS).

2º Encontro: A memória dos locais de trabalho e a memória organizativa da classe trabalhadora (12 de setembro, 18 horas, sala 102 da FACED/UFRGS).

3º Encontro: Caminhos Operários no Centro Histórico (dia 14 de setembro, das 14 às 18 horas).

4º Encontro: Caminhos Operários na Cidade Baixa e na Azenha (dia 28 de setembro, das 14 às 18 horas).

5º Encontro: Caminhos Operários no Bonfim e Rio Branco (dia 5 de outubro, das 14 às 18 horas).

6º Encontro: Caminhos Operários na Floresta e São Geraldo (dia 26 de outubro, das 14 às 18 horas).

7º Encontro: Caminhos Operários no Partenon (dia 9 de novembro, das 14 às 18 horas).

8º Encontro: Caminhos Operários na Tristeza (dia 23 de novembro, das 14 às 18 horas).

9º Encontro: A Classe trabalhadora e o movimento operário em Porto Alegre: memória e esquecimento (12 de dezembro, 18 horas, sala 102 da FACED/UFRGS).

10º Encontro: Avaliação final (19 de dezembro, 18 horas, sala 102 da FACED/UFRGS).

As inscrições são presenciais e vão se realizar no primeiro dia do curso (5 de setembro, 18 horas, sala 102 da FACED/UFRGS). O curso é gratuito, apenas com custo da emissão do certificado (R$ 4,00).

CURSO DE EXTENSÃO – EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E TERRITÓRIOS NEGROS EM PORTO ALEGRE: DIÁLOGOS AFROCENTRADOS – 1ª edição

Edital (358 downloads) Programação (282 downloads)

 

FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO

ERRATA - Edital de Inscrição de Cursistas (56 downloads)

Edital de Inscrição de Cursistas - Convocação para Sorteio Público (62 downloads)

INSCRIÇÕES HOMOLOGADAS (60 downloads)

INSCRIÇÕES NÃO HOMOLOGADAS (61 downloads)

RESULTADO FINAL – CANDIDATOS SELECIONADOS (131 downloads)

Programação do curso (com indicação de local das aulas) (91 downloads)

História, literatura e tradicionalismo: Barbosa Lessa e a invenção das tradições gaúchas

O livro O Centauro e a Pena será lançado na próxima terça-feira, dia 30 de outubro, às 18h30.  A obra é fruto da pesquisa histórica de Jocelito Zalla sobre a invenção das tradições gaúchas, que recebeu prêmio no Concurso Sílvio Romero de Monografias sobre Folclore e Cultura Popular – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN/CNFCP).

Através de uma biografia intelectual do escritor e folclorista Luiz Carlos Barbosa Lessa (1929-2002), Zalla percorre o processo de construção do mito do gaúcho no Rio Grande do Sul. O autor analisa a criação dos CTGs e seus rituais, bem como a literatura regionalista e a historiografia tradicional, que desenharam uma memória histórica e uma identidade política gauchescas para a região.

 

SERVIÇO – Lançamento
O centauro e a pena: Barbosa Lessa e a invenção das tradições gaúchas, de Jocelito Zalla (Editora da UFRGS, 2018, 348 páginas, R$ 30,00).

Dia: 30 de outubro de 2018 – terça-feira
Hora: 18h30
Museu da UFRGS – Avenida Osvaldo Aranha, 277 – Porto Alegre / RS

 

Será possível adquirir o livro no dia do lançamento e em breve no site da Livraria Virtual da Editora da UFRGS.

Saiba mais em https://bit.ly/2CZ8fsc

Publicações da Equipe

L’État contre l’association professionnelle des professeurs d’histoire ? La définition d’un curriculum disciplinaire au sein de l’Université brésilienne (1997-2017). Caroline Pacievitch

Capítulo de livro disponível para consulta na biblioteca da Faculdade de Educação da UFRGS ou para compra em e-book: http://www.septentrion.com/fr/livre/?GCOI=27574100610870

 

Patrimônio e ensino no ProfHistória: discussões teórico-metodológicas

Carmem Zeli de Vargas Gil; Caroline Pacievitch

GILPACIEVITCHPatrimonioEnsinoProfHistoria.pdf (5 downloads)

Formação docente em história: conhecimentos sensíveis, memórias e diálogos
Fernando Seffner, Nilton Mullet Pereira, Caroline Pacievitch, Carmem Zeli de Vargas Gil
Formação docente em história: conhecimentos sensíveis, memórias e diálogos (48 downloads)

ENSINO DE HISTÓRIA E RESISTÊNCIA: NOTAS SOBRE UMA HISTÓRIA MENOR
Nilton Mullet Pereira
ENSINO DE HISTÓRIA E RESISTÊNCIA: NOTAS SOBRE UMA HISTÓRIA MENOR (37 downloads)

Sobre o uso de jogos no ensino de história
Henry Juchem, Nilton Mullet Pereira
Sobre o uso de jogos no ensino de história (48 downloads)

bncc and a practical past: temporalities and the production of identities in history teaching
BNCC e o Passado Prático: Temporalidades e Produção de Identidades no Ensino de História

Nilton Mullet Pereira, Mara Cristina de Matos Rodrigues
bncc and a practical past: temporalities and the production of identities in history teaching (28 downloads)

LER E ESCREVER NAS AULAS DE HISTÓRIA: DA PRISÃO DA PALAVRA AO LABIRINTO DO EXTERIOR
Nilton Mullet Pereira, Bruno Chepp
LER E ESCREVER NAS AULAS DE HISTÓRIA: DA PRISÃO DA PALAVRA AO LABIRINTO DO EXTERIOR (355 downloads)

Ensino de História, Diálogo Intercultural e Relações Étnico-Raciais
Carla Beatriz Meinerz
Ensino de História, Diálogo Intercultural e Relações Étnico-Raciais (43 downloads)

EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS: ESPECIFICIDADES DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NO BRASIL
Carla Beatriz Meinerz
EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS: ESPECIFICIDADES DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NO BRASIL (364 downloads)

Educação antirracista e epistemologias diversas: políticas afirmativas no Brasil e Uruguai
Carla Beatriz Meinerz, Martín José Fernández Ramírez
Educação antirracista e epistemologias diversas: políticas afirmativas no Brasil e Uruguai (29 downloads)

Educação, patrimônio cultural e relações étnico-raciais: possibilidades para a decolonização dos saberes
Carmem Zeli de Vargas Gil, Carla Beatriz Meinerz
Educação, patrimônio cultural e relações étnico-raciais: possibilidades para a decolonização dos saberes (36 downloads)

Educação das relações étnico-raciais e superação da branquitude
Carla Beatriz Meinerz, Priscila Nunes Pereira
Educação das relações étnico-raciais e superação da branquitude (32 downloads)

EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E ENSINO DE HISTÓRIA: RELAÇÕES POSSÍVEIS ENTRE COMUNIDADES ESCOLARES E COMUNIDADES TRADICIONAIS
Carla Beatriz Meinerz, Helen Estéfany dos Santos Pinheiro
EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E ENSINO DE HISTÓRIA: RELAÇÕES POSSÍVEIS ENTRE COMUNIDADES ESCOLARES E COMUNIDADES TRADICIONAIS (109 downloads)

Teoria, metodologia e história ensinada: miradas a partir do Pibid
Carmem Zeli de Vargas Gil, Caroline Pacievitch, Mara Cristina de Matos Rodrigues
Teoria, metodologia e história ensinada: miradas a partir do Pibid (31 downloads)

Extensão universitária: patrimônio, memórias e remoções urbanas
Débora Wobeto, Carmem Zeli de Vargas Gil
Extensão universitária: patrimônio, memórias e remoções urbanas (30 downloads)

Ensinar, pesquisar, ensinar: a experiência dos Mestrados Profissionais
Carmem Zeli de Vargas Gil, Nilton Mullet Pereira, Caroline Pacievitch, Fernando Seffner
Ensinar, pesquisar, ensinar: a experiência dos Mestrados Profissionais (335 downloads)

Dois Monólogos Não Fazem um Diálogo: jovens e ensino médio
Carmem Zeli Vargas Gil, Fernando Seffner
Dois Monólogos Não Fazem um Diálogo: jovens e ensino médio (32 downloads)

Jogos, patrimônio cultural e ensino de história
Carmem Zeli de Vargas Gil, Bibiana Werle
Jogos, patrimônio cultural e ensino de história (31 downloads)

Patrimônio cultural e ensino de História: experiências na formação de professores
Carmem Zeli de Vargas Gil, Caroline Pacievitch
Patrimônio cultural e ensino de História: experiências na formação de professores (33 downloads)

JOVENS E LIVROS DIDÁTICOS: LEITURAS QUE MARCAM/DEMARCAM
Carmem Zeli Vargas Gil, Paulo Sergio de Souza de Azevedo
JOVENS E LIVROS DIDÁTICOS: LEITURAS QUE MARCAM/DEMARCAM (28 downloads)

PRESENÇA/AUSÊNCIA DOS JOVENS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DO ENSINO MÉDIO. DO ENSINO MÉDIO
Carmem Zeli de Vargas Gil
PRESENÇA/AUSÊNCIA DOS JOVENS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DO ENSINO MÉDIO. DO ENSINO MÉDIO (31 downloads)

História, consciência histórica e utopia em J. Rüsen e A. Heller: reflexões para a didática da História.
Luís Fernando Cerri; Caroline Pacievitch.
História, consciência histórica e utopia em J. Rüsen e A. Heller: reflexões para a didática da história (28 downloads)


Múltiplas Vozes na formação de professores de História: experiências Brasil-Argentina
Organizadoras: Carmem Zeli de Vargas Gil (UFRGS) e Marisa Raquel Massone (UBA – Argentina)

Apresentação do livro
Este es un libro que se fue “cocinando” a la luz de los encuentros y búsquedas entre colegas, en este caso, un conjunto de profesores de dos universidades brasileñas y de tres universidades argentinas, embarcados en la formación inicial de profesores de historia. Es un libro que trata sobre los desafíos de esta tarea ante los retos del mundo contemporáneo, de un lado y otro de la frontera. Se trata de una apuesta a acortar las distancias entre dos países latinoamericanos, separados por el idioma pero mucho más por esas marcas de identidad nacional que historia escolar puede dar cuenta. En este sentido lo pensamos como un pequeño movimiento hacia la integración latinoamericana desde nuestra labor.
Es un libro que nace para reconstruir, de modo plural, el trabajo formativo en la residencia docente de profesores de historia. “Múltiples voces” que nos permitieran reunir diferentes reflexiones acerca de las experiencias formativas en los llamados estagios o residencia de los profesores de historia; situar el contexto de esa formación en cada país, atendiendo a las diferentes legislaciones y concepciones epistemológicas que las fundamentan; considerar esa formación en diversos espacios -escuelas, museos, archivos y hasta cárceles-; destacar el lugar de múltiples sujetos que participan de este proceso -profesores orientadores, profesores “en terreno” y futuros profesores-. En el medio de los relatos, da cuenta de las voces de otros y diversos sujetos escolares, entre otros, los estudiantes de nuestras escuelas, destinatarios de las historias por enseñar.
Este es un libro que se alumbró con las preguntas en medio de esas conversaciones. Esas preguntas que nacen de la curiosidad, como dice Paulo Freire, “¿Cuáles son las concepciones formativas que circulan entre nosotros? ¿Cuál es el lugar de las observaciones, del planeamiento, de las emociones y los vínculos, de la evaluación en la formación de profesores de historia? ¿Cuál es el lugar de quien orienta y observa en la residencia docente en Historia? ¿Cómo es esa observación de las aulas: qué observamos, qué cuestiones nos llaman la atención? ¿Cómo es el proceso de orientación y acompañamiento de nuestros estudiantes, futuros profesores?”.
Este es un libro que habla básicamente de experiencias. Y acá quiero compartir la voz de Jorge Larrosa: “experiencia viene del latín experiri, probar. Experiencia es en primer término un encuentro o una relación con algo que se experimenta, que se prueba” (Larrosa, 2003: 95). Contar nuestras pruebas, las pruebas de los profesores de prácticas, los profesores de las escuelas y las de los futuros profesores. Y no hay experiencia sin sujeto porque como bien dice el mismo Larrosa, si “la experiencia es lo que nos pasa, el sujeto de la experiencia sería algo así como un territorio de paso, de pasaje, algo así como una superficie de la sensibilidad en la que lo que pasa afecta de algún modo, produce algunos afectos, inscribe algunas marcas, deja algunas huellas, algunos efectos” (Larrosa, 2003: 94). Este libro fue producido por un colectivo de sujetos entrelazados, un colectivo de sujetos que comparte el modo en que esta tarea afecta, produce afectos, deja marcas, huellas y genera efectos, nos afecta, nos produce afectos, nos deja marcas, huellas, nos genera efectos. Nos pasa y no nos pasa desapercibida.
Una lectura fugaz del índice nos permite identificar ese colectivo de sujetos que participan de la formación inicial de profesores (“docencia como coautoría” se sintetiza en el título de uno de los artículos).
Luego de una primera parte que contextualiza presentando la formación docente en historia en ambos países, aparecen las voces de los profesores de prácticas en la segunda parte, estos mismos junto a los profesores coformadores en la tercera y con los futuros profesores, en la cuarta. El último capítulo recoge el entretejido de voces, a modo de devolución de un foro de debates, como lo pensamos con Carmen.
Desde el protocolo de lectura trazado por las organizadoras y los autores (porque los lectores siempre han sido libres, como nos recuerda Roger Chartier), este es un libro que no tiene una ruta única. Tampoco un único destinatario. Están invitados a saborearlo distintos comensales: profesores de prácticas, profesoras en terreno, estudiantes – futuros profesores, trabajadores de museos que nos reciben, entre muchos otros. Pensamos también es un libro para la comunidad de historiadores, como una invitación para pensar los vínculos entre historia académica e historia escolar.
Asimismo, si bien este libro tiene muchos autores, creemos no está completo porque cada uno de sus lectores, en diversos espacios de formación, puede pensar en sumarle otras experiencias, para ponerle voz propia, para hacerse nuevas preguntas, ejerciendo esa libertad que siempre sostenemos los lectores.
El capítulo final, a pesar de estar al final, cuenta un poco los sentidos de escribir el libro. Fue una escritura colaborativa, entre la lectura y relectura de todos los capítulos e impensable sin el auxilio del drive, recreando esas múltiples voces. En medio de ella, largas conversaciones por WhatsApp, audios, mensajes, mails. En medio de ese proceso, el desafío de las dos lenguas, muchas veces auxiliado por los traductores on line; y a veces ni siquiera alcanzaba. Como por ejemplo cuando acordamos que Silvia Finocchio escribiría la “orelha do livro” y no había traductor que me confirmara que se trataba de la solapa para ver qué extensión le pedía a Silvia.
Quiero compartir con Uds. un fragmento de ese capítulo final que sintetiza los sentidos de este libro hoy:
“Formar profesores es crear una escuela pública posible para todos, construida en la tensión de los tiempos urgentes de la política pública y de los tiempos de la vida de los sujetos que la componen. Los escritos que aquí presentamos son, por lo tanto, una invitación a la reflexión sobre la planificación, actuación y evaluación docentes, y sobre acompañar y ser acompañado en la formación inicial. Estructuramos el artículo a partir de preguntas porque “la escritura de la experiencia parte de preguntas y busca preguntas. La escritura debe tener forma interrogativa. Por eso hay que buscar las preguntas que están escondidas en la escritura, en lo que nos hace escribir, en lo que nos hace pensar” (LARROSA, 2013, p.6). También porque las preguntas abren a una conversación y así remiten a la misma etimología de la palabra texto: tejido ó entramado. Nos proponemos aquí urdir, enhebrar y/o entrelazar las palabras de quienes escribimos este libro, un libro escrito en forma individual y grupal pero siempre apelando al sentido plural de las experiencias (…)

Aún cabe decir por qué resolvimos proponer esta obra. Nos valemos de las palabras de Zabalza (2004), cuando dice que escribir sobre lo que estamos haciendo es un procedimiento necesario para comprender nuestro trabajo como formadores. El distanciamiento reflexivo nos permite ver en perspectiva nuestro modo particular de actuar y, por lo tanto, construir los textos de este libro fue una forma de aprender. A su vez, escribir este texto fue también un aprendizaje que contó con las tecnologías, en medio de una distancia (geográfica) y una cercanía (de perspectivas y sensibilidades), por haber sido el drive la herramienta que nos aproximó a la forma que pudiésemos comenzar un escrito vacilante entre dos idiomas. De a poco –escribir demanda tiempo- el texto fue adquiriendo forma y nos fue permitiendo aprender con el ejercicio del pensamiento de una y otra. También decir algo a los lectores interesados en saber algunas cosas sobre la formación de profesores en dos países próximos y diferentes. Reside allí la riqueza en compartir nuestras experiencias”.

Sumário
I – Formación Docente en Historia Brasil-Argentina

Formación de profesores de Historia en Brasil: un panorama de pesquisas
Caroline Pacievitch

La formación del profesorado de historia en Argentina
Virginia Cuesta

II – Profesores/as orientadores/as

Escenas de clases de historia: cómo aprender con eso?
Nilton Mullet Pereira
Fernando Seffner

Propuestas, variaciones y experiencias en la formación docente en Historia
María Paula González

La residencia docente (estagio supervisionado) en Historia como espacio de experiencias de enseñanza e investigación
Mônica Martins da Silva

De estudiantes a profesores, las prácticas docentes como un rito de iniciación y potenciación de aprendizajes
Marisa Massone

En primera persona: algunas notas sobre la formación de futuros profesores de Historia
Gabriela Carnevale

Senderos formativos y actuación docente del profesor de la residencia docente en Historia: breves apuntes a la luz de la memoria
Edison Luiz Saturnino

III – Profesores/as formadores/as y co-formadores/as

Docencia como coautoría: compartiendo saberes y sensibilidades acerca de la Enseñanza de Historia en contextos juveniles de vulnerabilidad social
Carla Beatriz Meinerz
Tanise Baptista de Medeiros
Valeska Garbinatto

Historia (s) escolarizada (s): diálogos sobre enseñar, aprender y orientar en la formación de profesores
Fernando Leocino da Silva

El profesor de historia como co-formador de futuros profesores
Gisela Andrade

IV – Professores/as e futuros professores/as

Residencia (estagios) en espacios no escolares: una conversación entre profesora y alumno
Carmem Zeli de Vargas Gil
Bruno Chepp

Entre tizas y barrotes: Experiencias y perspectivas en un camino de formación docente
Iván Nicolás Greppi Seveso

“Sora, hoy tiene clase de batuque!”: Pensando la blanquitud como problema de docencia en la Educación Básica
Bruna Emerim Krob

Entre saberes y prácticas: reflexiones en torno a mis pasos por Residencia
María Ximena Gonzalez Iglesias

Entre el mundo y la escuela: La experiencia de enseñar Historia en la Escuela N°22 de la Isla de San Fernando
Guido Ondarts

Construyendo memorias y reflejando saberes: experiencias docentes en el aula durante la etapa supervisada de Historia
Tamiris Serafim de Matos

V – Entretejido de voces

Diálogos en múltiples voces
Carmem Zeli de Vargas Gil
Marisa Massone

Planos de Aula

Estamos construindo um acervo digital de planos de aula de História, visando difundir boas práticas pedagógicas. Ajude-nos a potencializar nossas experiências, compartilhando conhecimentos; envie seu plano de aula!

lhiste@ufrgs.br

PLANOS DE AULA DISPONÍVEIS PARA CONSULTA E DOWNLOAD  

 
Religiosidade  A religiosidade Afro-brasileira (Material didático)
 
História Local  Miscigenação cultural do litoral norte do Rio Grande do Sul

História local de Cidreira

 
Fotografia e Ensino de História  História pessoal e memória através de fotografias
 
Segunda Guerra Mundial  Holocausto
 
Escravidão Escravidão, Cultura e SociedadeA abolição da escravidão no Brasil: um debate sobre o preconceito, discriminação e desigualdade racial no BrasilA abolição da escravidão no Brasil: O movimento abolicionista e Seminário sobre o racismo

As obras de Debret e Rugendas: o escravo, cultura e liberdade (I)

Texto didático: Abolição da escravidão

As obras de Debret e Rugendas: o escravo, cultura e liberdade (II)

 
 Brasil Império  A transferência da Corte para o Brasil (I)A transferência da Corte para o Brasil (II)A cafeicultura no Brasil Imperial: cotidiano, cultura, trabalho e sociedade do Brasil do século XIX (I)A cafeicultura no Brasil Imperial: cotidiano, cultura, trabalho e sociedade do Brasil do século XIX (II)
 
Rio Grande do Sul                          A imigração italiana e alemã no Rio Grande do Sul

Jogos

Jogo – As Viagens do Tambor 

As Viagens do Tambor é um jogo pedagógico para uso em sala de aula que faz parte de
um conjunto de materiais pedagógicos desenvolvidos no Programa de Extensão Universitária
Laboratório de Ensino de História e Educação: Territórios Negros: patrimônios afro-brasileiros
em Porto Alegre, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Trata-se de um jogo
de tabuleiro que apresenta um percurso na cidade de Porto Alegre e que evidencia, aos (às)
professores (as) e aos (às) estudantes, marcas da presença e pertencimento negro na cidade.

Nesse espaço, o disponibilizamos em sua integralidade em forma digital, para que os e as interessadas possam se apropriar dessa ferramenta.

 

As Viagens do Tambor (178 downloads)

 

Jogos com Povos Indígenas Brasileiros.

Link: www.pibmirim.socioambiental.org.br

 

Tríade.

Link: http://www.comunidadesvirtuais.pro.br/triade/projeto.htm

 

 

Páginas de Apoio

 

 

Blog Discutindo Direitos Humanos na Escola (CAP/UFRGS): https://direitoshumanosemsaladeaula.wordpress.com/

Portal do Professor (MEC): www.portaldoprofessor.mec.gov.br

Memórias da Ditadura: www.memoriasdaditadura.org.br

Grupo de Ensino de História da Universidade de Stanford: https://sheg.stanford.edu/

Public History Weekly: public-history-weekly.oldenbourg-verlag.de

Funcação Palmares: www.palmares.gov.br

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística: www.ibge.gov.br

Proyecto Zorzalwww.proyectozorzal.org