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Arquivo Para Todos – Acessibilidade para Educação patrimonial em História

O projeto busca incluir pessoas com deficiência nas atividades de Educação Patrimonial no APERS por meio de material como Braille, fonte ampliada, audiodescrição, locução, Libras e maquetes táteis.

Seus objetivos específicos são:

1. Garantir acesso de pessoas com deficiência ao patrimônio histórico-cultural por meio de atividades educativas acessíveis;

2. Democratizar a experiência de Educação Patrimonial desenvolvida em parceria entre aUFRGS e o APERS, dando amplo acesso ao conhecimento histórico;

3. Reforçar a parceria entre a UFRGS e o APERS, conjugando esforços para o desenvolvimento de soluções voltadas à acessibilidade de suas atividades educativas;

4. Estreitar relações entre a sociedade civil e instituições públicas de educação e cultura, tornando seus espaços e atividades acessíveis a pessoas com deficiência;

5. Promover um ambiente de aprendizado que valorize a inclusão;

6. Articular Ensino de História, práticas profissionais de historiadores e Educação Patrimonial por meio de ações educativas inclusivas

Leticia Bauer (coordenadora); Carla Rodeghero (Coordenadora adjunta); Gabriel Gaziero (coordenador APERS); Daniela Fialho (FA UFRGS); Elisabeth Denise Szilágyi (INCLUIR UFRGS); Marinez Lorenz (INCLUIR); Ana Carolina Ricardo Golombiewski (graduanda História UFRGS); Erico Derosso Espindola (graduando História UFRGS); Marina Ribeiro Vieira (graduanda História UFRGS;

Número de Alunos : 2

PEP – Programa de Educação Patrimonial UFRGS – APERS

O Projeto, realizado em parceria com o Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (APERS), é formado por ações coordenadas:

capacitação de alunos de graduação e pós-graduação, oficinas para alunos da educação básica; produção de material didático e acadêmico, atividades de formação para professores/as.

Busca promover atividades de educação patrimonial a partir do patrimônio documental do APERS, visando o público escolar e incluindo docentes e discentes da universidade, bem como servidores do APERS e da UFRGS.

O projeto é um conjunto de ações que vêm sendo desenvolvidas desde 2009, tendo atingido milhares de estudantes de educação básica e centenas de docentes e de estudantes de graduação. Interrompido no contexto da pandemia de Covid-19, o Programa de Educação Patrimonial voltou às atividades em 2023, por meio da revisão da Oficina resistência em Arquivos e implementação de nova oficina voltada para o contexto do Pós-abolição, em diálogo com as necessidades da curricularização da extensão.

Leticia Bauer (coordenadora); Carla Rodeghero (Coordenadora adjunta); Gabriel Gaziero (coordenador APERS); Melina Kleinert Perussatto (FACED/UFRGS); Sarah Calvi Amaral Silva (FACED/UFRGS); Ana Carolina Ricardo Golombiewski (graduanda História UFRGS); Erico Derosso Espindola (graduando História UFRGS); Marina Ribeiro Vieira (graduanda História UFRGS;

Número de Alunos : 2

Atlânticas – Laboratório de Estudos sobre o Pós-Abolição

O Programa de Extensão visa fortalecer o campo de estudos sobre o pós-abolição, por meio da construção de espaços formativos com professoras/es-pesquisadoras/es e daarticulação entre ensino, pesquisa e extensão, mediante os seguintes objetivos:

construir um grupo de estudos sobre o pós-abolição com estudantes de graduação e pós-graduação em História da UFRGS e professoras/es da Educação Básica; conectar o campo do pós-abolição com o ensino de história, a educação patrimonial, a história pública e a história digital; ampliar o grupo com o incentivo à participação da comunidade interna e externa, especialmente a escolar; realizar ações educativas, eventos e cursos de formação de professoras/es, em diálogo com a comunidade escolar, as políticas públicas de ações afirmativas, as atividades curriculares de ensino e a curricularização da extensão; discutir e contribuir com pesquisas acadêmicas, produção de recursos didáticos e pedagógicos e divulgação científica de conhecimentos históricos; articular-se com grupos de trabalho de associações científicas, como o GTEP/ANPUH; acolher estudantes ingressantes por ações afirmativas, contribuindo com a permanência universitária.

 

Coordenadora geral: Sarah Calvi Amaral Silva (DEC/FACED)

Comissão coordenadora: Melina Kleinert Perussatto (DEC/FACED); Fernanda Oliveira da Silva (Departamento de História/IFCH)

Em breve

Oficina De História Coordenadora: CASSIA DAIANE MACEDO DA SILVEIRA

O Funes é um projeto de extensão que tem por objetivo construir um repositório digital da ficção histórica produzida na América Latina. O nome do projeto vem do conto de Borges, em que Irineo Funes é um indivíduo que tem a faculdade de nada esquecer. Esse conto é ótimo para pensar a memória, que também se faz de esquecimento: o que a literatura escolheu lembrar do nosso passado? O que esqueceu? 

O projeto Funes é um projeto interdisciplinar, que conta com a participação, além de mim, dos professores Jocelito Zalla (Colégio de Aplicação) e Liliam Ramos (Instituto de Letras), e de duas bolsistas de extensão, Paola Timm e Nathália Iop, ambas do Departamento de História. No futuro, pensamos em incorporar ao site também textos curtos, de divulgação científica, destinados a um público mais amplo, que proponham algumas discussões na fronteira entre os estudos literários e os estudos históricos. Nesse sentido, é um projeto que dialoga com a História Pública, no campo da História, mas que também se aproxima de propostas como, por exemplo, a de João Cezar de Castro Rocha, que preconiza uma crítica literária capaz de ser “bilíngue em seu próprio idioma”, dirigindo-se tanto aos pares, quanto ao leitor em geral, tendo, portanto, uma preocupação com a formação de leitores. Situa-se, igualmente, no campo das Humanidades Digitais, de onde, já há alguns anos, vêm surgindo propostas muito interessantes tanto na área de História quanto na de Letras.

Este projeto de extensão tem por objetivo proporcionar aos e às discentes dos cursos de Licenciatura e de Bacharelado em História experiências práticas com o ofício do historiador, por meio de atividades em arquivos, museus, bibliotecas e escolas.

Curricularização

(quantos estudantes de graduação o projeto pode receber por semestre?) : 15

Links externos e redes sociais : Em Breve

Projeto Imprensa Negra Educadora (Pine): emancipação, pós-abolição e antirracismo

Este projeto produz um podcast de História Pública gratuito, chamado de “Coisa do Passado?”. A pergunta no título marca a ideia de problema histórico a ser investigado, para questionar mitos e clichês sobre o passado e refletir sobre o presente. O objetivo principal é, portanto, divulgar conhecimentos históricos e debates da disciplina História para um público amplo, através do formato podcast, de fácil acesso e difusão.

Os objetivos específicos são: promover diálogos entre a academia e a sociedade, apresentando respostas da História a problemas de memória pública e a visão disciplinar sobre temas do debate público; facilitar o contato de graduandos e interessados na graduação de História a temas específicos, com ampla bibliografia acadêmica, mas que não costumam ser objeto de cursos dos currículos de História, tais como História do Livro, História da Leitura, História dos movimentos sociais etc; facilitar os debates conceituais e/ou teóricos da disciplina para educandos em História do Ensino Básico ou para graduandos de outras áreas do conhecimento, tais como a escrita da História, a profissão de historiador/a, a análise histórica e a história de conceitos, como Democracia, Revolução, Ideologia, Cultura etc; divulgar trabalhos de pesquisadores especialistas, convidados a participar dos episódios que tratam de seus temas de investigação na universidade.

Equipe:

Jocelito Zalla (CAp) – coordenador geral

Carla Menegat (IFSUL) – coordenadora adjunta

Murillo Dias Winter (USP) – coordenador adjunto

Lucas Pitthan de Souza – graduando do curso de História da UFRGS e bolsista de extensão

 

Curricularização

(quantos estudantes de graduação o projeto pode receber por semestre?) : 5 

 

www.ufrgs.br/coisadopassado

Lúmina Podcasts (ufrgs.br)

Instagram: @coisadopassadopodcast

Twitter: @CoisaPassado

Curso de extensão “Caminhos Operários: história, memória e patrimônio da classe trabalhadora em Porto Alegre”

O curso de extensão “Caminhos Operários: história, memória e patrimônio da classe trabalhadora em Porto Alegre” tem por objetivo debater a importância dos trabalhadores e trabalhadoras, de suas organizações e de seus espaços de convívio, para a história da capital. Durante o curso vamos tratar do processo de formação do movimento operário, sua presença nos espaços da cidade e o apagamento de sua memória ao longo dos anos.

O curso é oferecido pela Biblioteca da Faculdade de Arquitetura (BFARQ) e pelo Laboratório de Ensino de História e Educação (LHISTE), sendo voltado especialmente para a formação de Professores, mas também está aberto atodos que procuram conhecer mais sobre a história, a memória e o patrimônio daclasse trabalhadora em nossa cidade. Estão previstas três aulas sobre o tema, seis trajetos guiados em diferentes regiões de Porto Alegre e uma avaliação final, com a expedição de um certificado de 40 horas para quem completar o curso.

1ª Encontro: A classe trabalhadora e a formação dos seus espaços de organização em Porto Alegre (5 de setembro, 18 horas, sala 102 da FACED/UFRGS).

2º Encontro: A memória dos locais de trabalho e a memória organizativa da classe trabalhadora (12 de setembro, 18 horas, sala 102 da FACED/UFRGS).

3º Encontro: Caminhos Operários no Centro Histórico (dia 14 de setembro, das 14 às 18 horas).

4º Encontro: Caminhos Operários na Cidade Baixa e na Azenha (dia 28 de setembro, das 14 às 18 horas).

5º Encontro: Caminhos Operários no Bonfim e Rio Branco (dia 5 de outubro, das 14 às 18 horas).

6º Encontro: Caminhos Operários na Floresta e São Geraldo (dia 26 de outubro, das 14 às 18 horas).

7º Encontro: Caminhos Operários no Partenon (dia 9 de novembro, das 14 às 18 horas).

8º Encontro: Caminhos Operários na Tristeza (dia 23 de novembro, das 14 às 18 horas).

9º Encontro: A Classe trabalhadora e o movimento operário em Porto Alegre: memória e esquecimento (12 de dezembro, 18 horas, sala 102 da FACED/UFRGS).

10º Encontro: Avaliação final (19 de dezembro, 18 horas, sala 102 da FACED/UFRGS).

As inscrições são presenciais e vão se realizar no primeiro dia do curso (5 de setembro, 18 horas, sala 102 da FACED/UFRGS). O curso é gratuito, apenas com custo da emissão do certificado (R$ 4,00).

CURSO DE EXTENSÃO – EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E TERRITÓRIOS NEGROS EM PORTO ALEGRE: DIÁLOGOS AFROCENTRADOS – 1ª edição

 

FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO

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História, literatura e tradicionalismo: Barbosa Lessa e a invenção das tradições gaúchas

O livro O Centauro e a Pena será lançado na próxima terça-feira, dia 30 de outubro, às 18h30.  A obra é fruto da pesquisa histórica de Jocelito Zalla sobre a invenção das tradições gaúchas, que recebeu prêmio no Concurso Sílvio Romero de Monografias sobre Folclore e Cultura Popular – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN/CNFCP).

Através de uma biografia intelectual do escritor e folclorista Luiz Carlos Barbosa Lessa (1929-2002), Zalla percorre o processo de construção do mito do gaúcho no Rio Grande do Sul. O autor analisa a criação dos CTGs e seus rituais, bem como a literatura regionalista e a historiografia tradicional, que desenharam uma memória histórica e uma identidade política gauchescas para a região.

 

SERVIÇO – Lançamento
O centauro e a pena: Barbosa Lessa e a invenção das tradições gaúchas, de Jocelito Zalla (Editora da UFRGS, 2018, 348 páginas, R$ 30,00).

Dia: 30 de outubro de 2018 – terça-feira
Hora: 18h30
Museu da UFRGS – Avenida Osvaldo Aranha, 277 – Porto Alegre / RS

 

Será possível adquirir o livro no dia do lançamento e em breve no site da Livraria Virtual da Editora da UFRGS.

Saiba mais em https://bit.ly/2CZ8fsc