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O que pode o ensino de História? Sobre o uso de fontes na sala de aula

PEREIRA, Nilton Mullet; SEFFNER, Fernando. O que pode o ensino de História? Sobre o uso de fontes na sala de aula. Anos 90, Porto Alegre, v. 15, n. 28, p. 113-128, dezembro 2008.

Resumo

O artigo discute a utilização de fontes históricas na sala de aula da Escola Básica. Trata dos efeitos e, ao mesmo tempo, da incorporação, por parte da sala de aula, de um dos fenômenos mais importantes da historiografia contemporânea, a chamada “revolução documental”. A preocupação dos autores é discutir como a história ensinada pode inserir-se no movimento de “crítica ao documento”; pensar e propor alternativas pedagógicas que incluam a possibilidade de usar, no cotidiano da sala de aula de história, as mesmas fontes com as quais os pesquisadores criam relatos sobre o passado, procurando dar um estatuto teórico à discussão do uso de fontes para ensinar história a estuda0ntes do ensino fundamental e médio. Partimos da suposição de que o uso de fontes no ensino de história pode ser uma estratégia adequada e produtiva para ensinar história a indivíduos que não têm como objetivo se tornar historiadores, mas para os quais o conhecimento da história pode fazer muita diferença na compreensão do mundo em que vivem.

Palavras-chave: História. Ensino. Fontes. Documento.

O Ensino de História e o Presente

PEREIRA, Nilton Mullet. O Ensino de História e o Presente. Ágora, Santa Cruz do Sul, v. 13, n. 1, p. 151-166, janeiro/junho 2007

Resumo

O texto discute o papel dos acontecimentos do presente no ensino de história, procurando, ao mesmo tempo, examinar o modo como historicamente os acontecimentos do presente têm entrado no currículo de história na escola básica e propor alguns princípios de como abordar o presente na sala de aula de história

Palavras-chave

Ensino de História. Tempo Presente. Currículo.

O lúdico e o sério: experiências com jogos no ensino de história

Resumo

Este artigo tem como objetivo discutir o papel do jogo no aprendizado de História apresentando como exemplo atividades e experiências realizadas na rede pública do ensino fundamental no Rio de Janeiro entre os anos de 2001 e 2007. Analisa as características do jogo, simultaneamente lúdico e sério, que propiciam resultados positivos ao estimular os alunos a analisar, sintetizar e manipular conceitos e saberes necessários à construção do conhecimento histórico.

ANDRADE,Devora El-jaick. Olúdico e o sério: experiências com jogos no ensino de história. In: História e Ensino, v. 13 (2007). Disponível em: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/histensino/article/view/11646

O jogo como um instrumento de trabalho no ensino de História

FERMIANO, Maria A. Belintane. O jogo como um instrumento de trabalho no ensino de História. Disponível em: www.anpuh.org/conteudo/view?ID_CONTEUDO=54.

Apresentação

Prezados leitores, temos a satisfação de trazer a público mais um número de História Hoje, que vem cumprindo com regularidade o seu papel de difundir, por meio da Internet, a produção historiográfica elaborada pelos pesquisadores brasileiros. No presente volume, encontram-se reunidos textos que tratam de temas referentes à historiografia, à História Moderna, à História do Brasil e ao ensino de História, resultando num conjunto diversificado e interessante de artigos.

Em Utopias por um mundo melhor, Adalmir Leonidio pretende contribuir para a discussão teórica acerca do conceito de utopia por meio de uma análise histórica das diferentes formas de literatura utópica. Nesse sentido, elabora um amplo panorama desde as origens do imaginário utópico até o seu desenvolvimento entre iluministas e revolucionários europeus, como Morelly e Babeuf.

Fábio Adriano Hering, em As peculiaridades modernas da Grécia Antiga: Nacionalismo e Arqueologia na Europa do século XIX (o caso de Heinrich Schliemann), discute a relação entre a ideologia política dos Estados Nacionais no período de consolidação imperial e os domínios da investigação arqueológica acerca do legado grego antigo.

Francisco Gleison da Costa Monteiro, em A produção cinematográfica em sala de aula: um outro olhar para o fazer histórico, se propõe a apresentar uma reflexão sobre a produção cinematográfica como via de acesso ao conhecimento da História e pontuar alguns elementos considerados importantes para discutir as abordagens teórico-metodológicas para o uso de filmes como instrumento pedagógico e dinamizador de questões pertinentes ao ensino-aprendizagem.

Márcia Conceição da Massena Arévalo, em Lugares de memória ou a prática de preservar o invisível através do concreto, discute as noções que unem a idéia de patrimônio, como preservador de uma memória, e do espaço, como veiculador da mesma, o que gera o uso da categoria “lugares de memória” que observa o espaço físico (material) como suporte para a formação de uma memória coletiva (imaterial).

Maria A. Belintane Fermiano, em O jogo como um instrumento de trabalho no ensino de História?, propõe que a História seja considerada uma área que possibilita o pensar e que essa concepção deve ser construída no decorrer do Ensino Fundamental. Sendo assim, apesar da importância do conteúdo para o aluno, devemos nos preocupar com a formação de um sujeito pesquisador, historiador perseguindo o desenvolvimento de categorias de tempo (permanência/mudança, semelhança/diferença, e simultaneidade), do pensamento e da construção da cidadania, da tolerância, da cooperação.

Por último, Sônia Maria Ribeiro Simon Cavalcanti, em Ysabel, a Católica: mulher, rainha, mãe, guerreira… Senhora de dois mundos, tem por objetivo revisitar o período em que viveu Ysabel, a Católica, enfatizando suas ações como rainha e focalizando alguns momentos mais significativos do reinado que compartilhou com Fernando de Aragão, em especial o processo de unificação da Espanha e de expansão ultramarina européia.

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