Antes da pandemia, a BIBENG estava implementando a Literatura de Lazer na Biblioteca. Uma forma de proporcionar momentos de lazer e descanso em meio aos estudos de Engenharia. Para continuar com essa proposta e disponibilizar Literatura de Lazer para a comunidade da Escola de Engenharia, a equipe da BIBENG fez uma seleção de títulos no formato eletrônico, disponíveis no Minha Biblioteca.
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Boa leitura!
RANGEL, Paulo. Crônicas do cotidiano. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2013. V. 1. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000004783&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 11 set. 2020.
Sinopse:
O livro traz casos do dia a dia, histórias bem-humoradas, em parte inspiradas em acontecimentos do cotidiano, em parte fictícias, mas que poderiam perfeitamente ser reais, do tipo "qualquer semelhança é mera coincidência...", contadas ao leitor sob o olhar observador e sagaz do autor, capaz de transformar uma narrativa simples em diversão.
RANGEL, Paulo. Crônicas do cotidiano. São Paulo: Atlas, 2013. V. 2. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000004784&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 11 set. 2020.
Sinopse:
O livro traz casos do dia a dia, histórias bem-humoradas, em parte inspiradas em acontecimentos do cotidiano, em parte fictícias, mas que poderiam perfeitamente ser reais, do tipo "qualquer semelhança é mera coincidência...", contadas ao leitor sob o olhar observador e sagaz do autor, capaz de transformar uma narrativa simples em diversão.
BAUDELAIRE, Charles. Meu coração desnudado. São Paulo: Autêntica, 2009. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013724&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 04 set. 2020.
Sinopse:
Uma vez, perguntou-se, em minha presença, em que consistia o maior prazer do amor. Alguém naturalmente respondeu: em receber. E um outro: em dar-se. Um outro ainda: prazer de orgulho. E mais outro: volúpia de humildade. Houve, por fim, um descarado utopista que afirmou que o maior prazer do amor era o de formar cidadãos para a pátria. Quanto a mim, digo: a volúpia única e suprema do amor está na certeza de fazer o mal. E o homem e a mulher sabem, desde o nascimento, que no mal se encontra toda a volúpia.
PROENÇA FILHO, Domício. Dionísio esfacelado: (quilombo dos palmares). 2. ed. São Paulo: Autêntica, 2017. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013967&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 08 set. 2020.
Sinopse:
Dionísio esfacelado (Quilombo dos Palmares): poemas que dizem da saga quilombola, mas não se restringem ao passado; projetam-se para além, numa visão crítica da condição da etnia no processo histórico brasileiro. Um resgate poético da presença e da significação do negro na formação do Brasil. Ao fundo, o bem maior do ser humano, sempre: a Liberdade.
HANSEN, João Adolfo; MOREIRA, Marcello (ed.). Gregório de Matos: poemas atribuídos Códice Asensio-Cunha. São Paulo: Autêntica, 2014. V. 1. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013844&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 08 set. 2020.
Sinopse:
Esta edição publica o conjunto de poemas coletados no Códice Asensio-Cunha que circularam em Salvador nas últimas décadas do século XVII e na primeira metade do século XVIII sob o nome Gregório de Matos e Guerra, então a mais importante autoridade poética local. Nesse tempo, os poemas eram continuamente refeitos pelo agenciamento de audição, memorização e remanejamentos pela voz e pela escrita, sendo as versões do Códice Asensio-Cunha apenas uma das muitas possibilidades textuais implícitas na tradição, o conjunto de todos os manuscritos com o nome Gregório de Matos e Guerra. As variações textuais incidem sobre uma única palavra caso do primeiro verso do soneto Um calção de pindoba a meia porra e da variante Um calção de pindoba a meia zorra ou sobre dezenas de versos, alterando-se radicalmente a configuração do texto. O que importa nesta edição é não contaminar lições de um manuscrito com lições de outro, com a finalidade de produzir um texto compósito não existente em nenhum manuscrito da tradição.
HANSEN, João Adolfo; MOREIRA, Marcello (ed.). Gregório de Matos: poemas atribuídos Códice Asensio-Cunha. São Paulo: Autêntica, 2014. V. 2. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013843&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 08 set. 2020.
Sinopse:
No início do século XVIII, o letrado baiano Manuel Pereira Rabelo recolheu poemas que circulavam em Salvador na oralidade e em folhas volantes, atribuindo-os a Gregório de Matos e Guerra, que lá vivera entre 1682 e 1694. Para prefaciar a compilação, escreveu um retrato do poeta, que é ficção epidítica do gênero vida. Em 1840, o Cônego Januário da Cunha Barbosa publicou uma paráfrase dele como prefácio para dois poemas que atribuiu a Gregório e editou no número 9 da Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. A paráfrase interpreta os lugares-comuns retóricos da ficção como fatos positivos da vida empírica do homem Gregório, convertendo a verossimilhança da vida do personagem do texto do século XVIII na verdade da psicologia de um indivíduo romântico do século XIX. Varnhagen a retomou no Florilégio da Poesia Brazileira, em 1850, classificando o homem Gregório como doente, vadio e protonacionalista. Críticos posteriores vestiram novas roupagens positivistas, deterministas, racistas, climáticas, psiquiátricas, estilísticas, sociológicas, semióticas, neovanguardistas e tropicalistas nessa interpretação romântica, propondo os poemas como etapas para o Estado Nacional Brasileiro, expressão anárquico-antropofágico-riponga-policultural da baianidade, antecipação profética das funções da linguagem de Jakobson, prefiguração colonial da pós-modernidade pós-utópica e mais coisas típicas de uma colônia do Antigo Estado português.
HANSEN, João Adolfo; MOREIRA, Marcello (ed.). Gregório de Matos: poemas atribuídos Códice Asensio-Cunha. São Paulo: Autêntica, 2014. V. 3. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013842&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 08 set. 2020.
Sinopse:
Na sátira atribuída a Gregório de Matos e Guerra, o caráter e as paixões do personagem satírico que vitupera vícios e viciosos são inventados retoricamente com categorias e preceitos éticos, jurídicos e teológico-políticos da política católica ibérica, sendo repetidos nos poemas como esquemas opositivos de ação verbal: catolicismo X heresia e gentilidade; brancura X não brancura da pele; discrição X vulgaridade; fidalguia X plebe; honestidade X desonestidade; liberdade X escravidão; masculino X feminino; sexo natural X sexo contra naturam. Constituindo-se como semelhança virtuosa das categorias positivas, o personagem satírico compõe os tipos viciosos como semelhanças malvadas das negativas, afirmando ser tipo virtuoso, por isso indignado contra a corrupção da sua Cidade segundo uma afetação retórica de indignação, como ocorre na Sátira 1, 79, de Juvenal: [...] si natura negat, facit indignatio versum. Quando declara que a ordem racional do seu mundo está corrompida e que sua indignação faz o verso, o personagem de Juvenal afirma também ignorar o valor da disciplina poética. Com verossimilhança dramática, alega viver num mundo caótico em que expressa sua indignação caoticamente, como se o discurso fosse expressão informal da sua ira. Obviamente, é artifício dizer que não há artifício no que é retoricamente dito. A irracionalidade da indignação do personagem é inventada racionalmente, enfim, pela técnica de contrafação do fingimento poético que produz estruturas indignadas e excessivas. No século XVII, vulgares as recebiam como ausência de artifício.
HANSEN, João Adolfo; MOREIRA, Marcello (ed.). Gregório de Matos: poemas atribuídos Códice Asensio-Cunha. São Paulo: Autêntica, 2014. V. 4. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013841&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 08 set. 2020.
Sinopse:
As imagens dos poemas líricos e satíricos atribuídos a Gregório de Matos e Guerra são representativas e avaliativas. Põem em cena lugares-comuns retóricos e poéticos conhecidos, particularizando-os com a paráfrase, a estilização e a paródia de matérias não poéticas das instituições portuguesas e da murmuração informal e de matérias de autoridades poéticas do gênero lírico e cômico; simultaneamente, avaliam a representação para o destinatário, composto ora como discreto, ora como vulgar, na maior ou menor erudição e obscuridade dos estilos. Representativa e avaliativamente, as imagens dão-se à recepção como variações metafóricas das significações correntes no campo semântico geral dos autores e seus públicos empíricos, sendo inventadas segundo o padrão retórico da agudeza, conceito engenhoso ou ornato dialético. No soneto lírico-amoroso À margem de uma fonte que corria/ lira doce dos pássaros cantores/ a bela ocasião das minhas dores/ dormindo estava ao romper o dia, por exemplo, as palavras agudas da elocução vêm para o primeiro plano da representação e, fundindo aspectos sonoros, olfativos e visuais, figuram artificiosamente a beleza da dama que, ao abrir os olhos, faz a manhã nascer: Não dão o parabém à bela Aurora/ Flores canoras, pássaros fragrantes,/ Nem seu âmbar respira a rica Flora./ Porém abrindo Sílvia os dois diamantes,/Tudo à Sílvia festeja, e tudo a adora/ Aves cheirosas, flores ressonantes.
HANSEN, João Adolfo; MOREIRA, Marcello (ed.). Gregório de Matos: para que todos entendais: Poesia atribuida a Gregório de Matos e Guerra: letrados, manuscritura, retórica, autoria, obra e público na Bahia dos séculos XVII e XVIII. São Paulo: Autêntica, 2014. V. 5. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013654&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 08 set. 2020.
Sinopse:
Na Poética, 1449, 5, Aristóteles fala brevemente sobre o cômico: A comédia é a imitação de homens de qualidade moral inferior, não em toda espécie de vício, mas no domínio do ridículo, que é uma parte do feio. Porque o ridículo é uma feiura sem dor nem dano; assim, por exemplo, a máscara cômica é feia e disforme sem expressão de dor. O trecho refere o feio em geral, aiskhrón, para especificar um subgênero dele, gheloion, que a latinidade e autores dos séculos XVI, XVII e XVIII chamaram de ridiculum, ridículo. O exemplo da máscara teatral sintetiza dois elementos que definem o feio: a deformação inofensiva, que é tratada ironicamente como gheloion, ridículo; a deformação nociva, tratada agressivamente com psógos, maledicência. Nos dois casos, a definição do cômico como deformação pressupõe o conceito grego e latino do belo-bom como unidade racional sem deformação e mistura. Sensivelmente, a feiura é deformação do belo-bom; moralmente, é vício e, intelectualmente, erro. A matéria geral dos poemas cômicos do Códice Asensio-Cunha é a feiura física, do corpo, e a feiura moral, da alma. A feiura do corpo corresponde a inumeráveis espécies de deformações e misturas; a da alma divide-se em duas, estupidez e maldade. Nos poemas, a feiura física metaforiza a feiura moral de vícios fracos, ridicularizados, e vícios fortes, vituperados com maledicência.
FLORES, Guilherme Gontijo (org.). Sexti Properti elegi: Elegias de sexto Propércio. São Paulo: Autêntica, 2014. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013894&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 11 set. 2020.
Sinopse:
As elegias de Sexto Propércio são grande poesia, grandeza de que um Ezra Pound foi sabedor. Propércio foi contemporâneo de expoentes como Virgílio e Horácio foi amigo deles e, como eles, privou da amizade de Mecenas, patrono das letras, que os punha em contato com o próprio imperador e, ao lado de Tibulo e Ovídio, integra a tríade de poe-tas elegíacos da época de Augusto. Com tudo isso, a poesia de Sexto Propércio é menos conhecida no Brasil que a dos amigos e decerto menos conhecida que a de Ovídio, porque, entre outros motivos, faltava um trabalho como o de Guilherme Gontijo Flores, provavelmente o primeiro tradutor em verso de toda a poesia de Propércio em português, e também porque faltava uma publicação como a que o leitor agora tem em mãos, que lhe oferece já não alguns excertos ou certas escolhas, por excelentes e certos que sejam, porém a totalidade dos poemas, que mais de uma vez dialogam entre si, dispostos na mesma precisa ordem em que se dispunham nos quatro livros, tais como o poeta os designara. O livro de poesia, se para o leitor antigo já era objeto apreciado, para o poeta era, antes, o universo que ele constelava com poemas meticulosamente compostos e dispostos. Não obstante o rigor crítico que parece subjazer toda a recolha, de que o mesmo Pound é campeão, só a tradução integral pode revelar a poética dos poemas no livro e a poética dos livros entre si. As elegias de Sexto Propércio são, sim, grande poesia, e a tradução de Guilherme Gontijo Flores, porquanto aufere prestígio de ser primeira e integral, vale como linguagem em cada poema. Responde formalmente em português à forma dística em que as elegias são compostas, não impondo a todos os versos unidade métrica que não têm, mas regulando-os metricamente em pares de dodecassílabos e decassílabos; mantém o mesmo número de versos, que é a unidade mínima do poema, com o que se exime de secura e de enfatuamento, triste fim da concisão e da clareza quando viciosos. E principalmente, sem que o texto traduzido seja mera legenda de um latim que, visto ali ao lado, talvez já não se leia, o tradutor, todavia, não faz parecer que o texto tenha sido composto originariamente em português, como se Propércio, nascesse no Brasil!, assim fizesse. Cheia de si, como toda tradução deve arrogar-se, a de Guilherme Gontijo quer revelar-se crítica poética de estrangeira poesia; sem iludir-se, é diversão sobre alheios versos. No recreio a que se propõe, é criação, quando é também poesia. João Angelo Oliva Neto.
SIN-LÉQI-UNNÍNNI. Ele que o abismo viu: epopeia de Gilgámesh. São Paulo: Autêntica, 2017. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013895&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 11 set. 2020.
Sinopse:
Ele que o abismo viu é uma das versões do mito de Gilgámesh, a que é atribuída a Sin-léqi-unnínni (séc. XIII a.C.), considerada a mais completa e importante dessa tradição acádia, preservada em tabuinhas de argila que foram descobertas entre 1872 e 2014. O texto, traduzido do acádio e anotado por Jacyntho Lins Brandão, traz para o leitor brasileiro a mais ampla reconstrução do poema, que é o mais antigo registro literário que conhecemos. Na tradição que remonta a mais de quatro mil anos, ele é anterior a Homero, a Hesíodo e aos textos bíblicos. Nesse longo (e ainda fragmentário) poema encontramos, já elaborados de forma sofisticada, ideias, valores e leituras do mundo além de vários mitos que aparecerão na tradição literária posterior, como a criação do homem a partir da argila, o dilúvio e a construção de uma arca para salvar as criaturas, humanos e animais.
AGUILLAR, Fernando Herren. A gárgula de Paris. São Paulo: Atlas, 2014. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000005872&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 04 set. 2020.
Sinopse:
Na Paris do século XIII, um jovem estudante de doutorado é alvo de uma perigosa armadilha. Se aceitar a proposta de seu enigmático orientador, poderá ter a chance de alcançar altos postos na hierarquia universitária. O tempo revelará o preço a pagar pela aceitação ou recusa da proposta.Este envolvente thriller histórico desnuda os conflitos da universidade medieval, em que os professores lutam pelo poder como senhores feudais. Os alunos, indolentes, lascivos e gananciosos, mas também conscientes do poder de que desfrutam, criam, à força de revoltas, depredações e arruaças nos cabarés da cidade, as bases da nascente Universidade de Paris. Que segredos escondem os mais renomados mestres de Paris, vaidosos e histriônicos, mas com fragilidades morais que ninguém conhece? Até que ponto pode chegar um orientador na manipulação de seus alunos, movido por interesses pessoais inconfessáveis? A que fins se destinam as diversas irmandades secretas escondidas nas entranhas de Paris?Os Reis Louis IX (São Luís) e Henry III (da Inglaterra), Robert de Sorbon (fundador daSorbonne), os Papas Inocêncio IV e Alexandre IV, Tomás de Aquino (estudante em Paris), o poeta Rutebeuf e o Professor Guillaume de Saint-Amour são personagens reais envolvidos nesta trama de ódios profundos entre clérigos seculares e mendicantes, na luta pelo poder universitário.Embora o enredo seja fictício, em bases históricas reais, o livro não deixa de ser uma alegoria da universidade contemporânea, frequentemente mais preocupada com a luta pelo poder do que com a produção acadêmica."A partir dos bem construídos antagonistas que dão força à trama – Grisail, brilhante e cínico, Jacques, ingênuo e idealista – Aguillar, aliando sutileza de análise e agilidade narrativa, constrói uma alegoria delicada sobre a lógica do poder e seus perigos. O leitor, capturado pelo ritmo veloz das voltas e contravoltas das boas narrativas de mistério, pode entrever a crítica mais densa que se esconde sob a rapidez da ação." (José Garcez Ghirardi)
ASHER, Bridget. As queridinhas do meu marido. São Paulo: Amarilys, 2010. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000011323&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 04 set. 2020.
Sinopse:
Irreverente, perspicaz e emocionante, As Queridinhas do Meu Marido conta a história de Lucy, seu marido Artie e as "queridinhas" dele. Às voltas com a morte iminente do marido enfermo, Lucy, uma mulher que vê o mundo com olhos animados e nem um pouco sentimentais, consegue encontrar uma forma de apaziguar seu coração partido e o de todos aqueles ao seu redor, chegando até a construir — ainda que de modo um tanto relutante — uma espécie de família com essas outras mulheres. Bridget Asher se utiliza de inteligência, certa dose de ironia e uma compreensão compassiva do que é ser humano para fazer deste romance uma leitura mais do que prazerosa.
AUSTEN, Jane. Persuasão, seguido de duas novelas inéditas em português. Rio de Janeiro: Zahar, 2012. E-book. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat07377a&AN=sabi.000968706&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 21 ago. 2021.
Sinopse:
Estamos na Inglaterra rural, no início do século XIX. Anne Elliot, filha de Sir Walter Elliot, um vaidoso e esnobe baronete, apaixona-se por Frederick Wentworth, um jovem inteligente e ambicioso, mas sem tradições ou conexões familiares importante. Por esse motivo, é persuadida pela família a romper com ele. Oito anos depois, Anne pensa com mais autonomia e maturidade e o destino fará com que seu caminho e o de seu grande amor se cruzem novamente. "Persuasão" foi o último romance escrito por Jane Austen. A história foi publicada postumamente, em 1818. Alguns críticos e estudiosos da vida da autora apontam traços autobiográficos no romance. Afinal, Jane Austen também se apaixonou aos 20 anos e foi persuadida a desistir do casamento porque o rapaz não tinha boas condições financeiras. Nunca se casou, mas o universo de intriga, ironia e busca por pretendentes que marcava a sociedade da época está ricamente tratado em seus romances. Essa obra-prima ganha agora uma edição brasileira definitiva, com o texto integral em cuidadosa tradução, uma centena de notas explicativas e cronologia de vida e obra de Jane Austen. O romance é seguido ainda de duas novelas inéditas em português: "Lady Susan", uma narrativa epistolar em que a personagem-título, uma aristocrata deliciosamente perversa, procura manipular a todos os parentes conforme seus interesses, e "Jack e Alice", que se passa em uma festa a fantasia, onde, pouco a pouco, a identidade dos convidados vai sendo revelada.
BARRIE, J. M. Peter Pan. Rio de Janeiro: Zahar, 2012. E-book. Disponível em:http://: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat07377a&AN=sabi.000968744&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 21 ago. 2021.
Sinopse:
Peter Pan quer ser eternamente menino. Na história criada pelo escritor escocês J. M. Barrie e publicada pela primeira vez no início do século XX, Peter e a fada Sininho levam seus amigos Wendy, João e Miguel para conhecer o lugar em que vivem, a Terra do Nunca, onde o tempo não passa. Uma sucessão de aventuras espera a turma. Eles vão se deparar com um navio pirata e ter que enfrentar o temível Capitão Gancho, conhecer a aldeia dos índios e os meninos perdidos. Uma história cheia de emoções e mensagens. A edição da Zahar é digna dessa obra clássica. Tem texto integral, tradução cuidadosa, ilustrações originais de Arthur Rackam, notas de Tiago Lins e apresentação da escritora de livros infantojuvenis Flávia Lins e Silva.
BOURDEAUT, Olivier. Esperando Bojangles. São Paulo: Autêntica, 2017. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013885&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 04 set. 2020.
Sinopse:
Diante do olhar maravilhado do filho, o casal dança ao som de Mr. Bojangles, na voz de Nina Simone. O amor que os une é mágico, louco, vertiginoso, uma eterna festa. Em sua casa só há lugar para o prazer, a fantasia e os amigos. Quem dá o tom e comanda a dança é a mãe, qual um fogo-fátuo imprevisível e extravagante. E foi ela quem adotou o novo membro da família, Mademoiselle Supérflua, um pássaro grande e exótico que perambula pelo apartamento, bica os convidados e usa coleira de pérolas. É também a mãe quem a todo instante os arrasta para um turbilhão de poesia e sonho. Um dia, porém, ela vai longe demais. E pai e filho farão de tudo para que a festa continue.
CARVALHO, Campos de. Vaca de nariz sutil. São Paulo: Autêntica, 2017. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013537&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 04 set. 2020.
Sinopse:
Escrito em 1961, este segundo livro de Campos de Carvalho segue o mesmo tom narrativo de A lua vem da Ásia, de 1956. Permeado pelo insólito, pela ironia, doses ácidas de humor e crítica, Vaca de nariz sutil carrega as marcas do estilo único de Campos de Carvalho. Para o narrador um ex-combatente de guerra a vida, o mundo, as relações humanas não faziam mais sentido. Assim, ele resolve viver a vida dos outros, espiar pelas frestas do cotidiano aquilo que se passa ao redor. Como disse o autor em entrevista: Escrevi este livro aos prantos. E entendemos o motivo: a agonia adiada e a certeza de um texto dedicado a combater a loucura da guerra. Tarefa difícil aqui é a de evitar a perplexidade do leitor diante do jorro verbal do autor, na lucidez em face de um mundo cada vez mais solitário e cruel. Mas, uma vez sobrevivente, sairá mais fortalecido e reflexivo.
DOYLE, Arthur Conan. As aventuras de Sherlock Holmes. Rio de Janeiro: Zahar, 2011. E-book. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat07377a&AN=sabi.000879320&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main Acesso em: 21 ago. 2021.
Sinopse:
O primeiro volume da famosa série "Sherlock Holmes – Edição comentada" chega agora em versão bolso de luxo. Isso quer dizer: preço reduzido e tratamento especial, digno do detetive mais famoso da história da literatura policial, com capa dura e 50 ilustrações originais de Sidney Paget. O volume reúne os doze primeiros contos de Holmes, publicados originalmente entre julho de 1891 e junho de 1892 na revista britânica Strand Magazine. Entre estes estão as histórias mais conhecidas do mestre de Baker Street, como "A Liga dos Cabeças Vermelhas", "Escândalo na Boêmia" e "A banda malhada".
D'ANUNZZIO, Gabriele. O triunfo da morte. 2. ed. São Paulo: Grupo Almedina, 2018. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000016827&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 08 set. 2020.
Sinopse:
Após ter testemunhado um suicídio, Giorgio Aurispa sente a necessidade de abandonar Roma. No seguimento de um telegrama de sua mãe, chega a Guardiagrele, uma cidade de pedra repleta de esculturas que o fascinam. Todavia, encontra aqui crenças populares que o assustam: o medo das bruxas. É nesta altura que descobre segredos ligados à vida de seu pai, que levara a família à ruína para mergulhar numa vida de prazeres. Mudase para uma casa perto da costa, onde vive uma intensa história de amor, mas, apesar de tudo, não consegue encontrar paz de espírito, vivendo aterrorizado pela sombra constante e ameaçadora da morte.Nesta obraprima do mestre da língua italiana, encontramos o superhomem de Nietzsche através do olhar de D?Annunzio: um homem de cultura, fascinado pela arte e dedicado ao seu conhecimento.
DUMAS, Alexandre. Os três mosqueteiros. Rio de Janeiro: Zahar, 2010. E-book. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat07377a&AN=sabi.001013062&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 26 ago. 2021.
Sinopse:
Desde que apareceu como folhetim, em 1844, a história de "Os três mosqueteiros" já passou por mil e uma adaptações. Ao longo dos anos, as aventuras de Athos, Porthos, Aramis e d’Artagnan penetraram no imaginário coletivo da humanidade, fazendo esse romance de capa espada ganhar o status de verdadeiro mito cultural. Essa nova tradução – integral, ilustrada e anotada – permite que os leitores de hoje voltem a ter contato com o texto original de Alexandre Dumas. Tradução, apresentação e mais de 200 notas de André Telles e Rodrigo Lacerda. Inclui mais de 100 ilustrações originais.
DUMAS, Alexandre. A mulher da gargantilha de veludo e outras histórias de terror. Rio de Janeiro: Zahar, 2012. E-book. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat07377a&AN=sabi.000933077&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 26 ago. 2021.
Sinopse:
Alexandre Dumas não foi apenas autor de romances de capa e espada. O criador de sucessos como "Os três mosqueteiros" e "O Conde de Monte Cristo" também escreveu histórias de vampiros e fantasmas, com o clima soturno característico das tramas de terror. Este volume reúne duas novelas de tirar o sono. "A mulher da gargantilha de veludo" tem como protagonista E.T.A. Hoffmann, o mestre alemão da literatura fantástica. E, em "1001 fantasmas", depois de decapitar a esposa, um homem se entrega à polícia dizendo que a cabeça falara com ele. Seria possível algo assim acontecer? Daqueles livros que prendem da primeira à última página.
FREITAS, Marcus. Peixe morto: romance policial. São Paulo: Autêntica, 2008. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013645&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 08 set. 2020.
Sinopse:
Os peixes inundavam a boca. Meia dúzia de acarás foi enfiada pela boca do morto, com os rabos deixados para fora, presos por uma espécie de cambão de arame que varava as bochechas, num arremedo de anzol. O corpo boiava meio de lado, massa inerte entre a marola e a sujeira da lagoa, mordiscado por carazinhos. Não notei logo o inusitado da boca o pescador foi quem me apontou o detalhe grotesco pois o estado terrível do corpo absorvia toda a atenção. A pele do tronco havia sido arrancada a partir de cortes regulares na base do pescoço e nas dobras das axilas. ?Talho de taxidermista?, pensei comigo, numa sensação misturada de assombro e encantamento.
GROSSMAN, Lev. Os magos. São Paulo: Amarilys, 2011. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000009125&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 08 set. 2020.
Sinopse:
Conheça Quentin Coldwater: um gênio precoce às vésperas de entrar na faculdade. Até então, um de seus prazeres secretos, refúgio de sua maçante rotina, encontrava-se nas aventuras quase infantis de uma série de livros ambientada numa terra fantástica chamada Fillory; histórias que os fãs até hoje não se cansam de ler e reler. Como a maioria das pessoas, Quentin acreditava que a magia não era algo real.Acreditava. Tudo muda quando ele é surpreendentemente admitido em uma universidade – muito antiga, muito secreta, muito exclusiva – de estudos mágicos, ao norte de Nova York. Após se esgueirar por um terreno baldio do Brooklyn na tarde de inverno em que deveria ter feito sua entrevista para entrar em Princeton, Quentin se vê, em pleno verão, no idílico campus da misteriosa Brakebills. Ali – não antes de um difícil e cansativo exame de admissão –, ele dá início a uma extensa e rigorosa iniciação ao universo acadêmico da feitiçaria moderna; ao mesmo tempo, descobre também os princípios boêmios da vida universitária: amizades, amores, sexo e álcool. Um vislumbre da vida adulta?Os anos de estudo passam rápido, mas algo não se encaixa. Mesmo aprendendo a praticar feitiços, transformar-se em animais e ganhar poderes que jamais imaginou existir, a magia não preenche o vazio que, no fundo, Quentin sempre sentiu. Uma incrível descoberta, no entanto, lança-o num projeto ambicioso, uma jornada mágica que pode ser a resposta a seus anseios. Mas essa expedição acaba tornando-se muito mais sombria e perigosa do que qualquer um poderia imaginar.Engraçado, irônico e deliciosamente inventivo, Os Magos, além de um verdadeiro romance de formação, é um épico de magia e exploração de outros mundos que expande os limites da ficção fantástica. Ao imaginar a magia como algo presente no mundo real, praticada por pessoas reais – com seus caprichos, emoções e desejos volúveis –, Lev Grossman presta tributo ao fantástico presente nas histórias de C.S. Lewis, T.H. White, Neil Gaiman e J.K. Rowling, mas constrói também seu próprio universo original, no qual a fronteira entre o bem e o mal não é exatamente tão clara, amor e sexo não são nada simples ou inocentes e conhecimento e poder têm um preço alto demais.
JACOBS, Kate. O clube do tricô. São Paulo: Amarilys, 2010. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000011327&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 08 set. 2020.
Sinopse:
Uma vez por semana, um grupo de mulheres se reúne em uma aconchegante loja de artigos de tricô na cidade de Nova York para trabalhar em seus projetos pessoais de tricô e partilhar suas histórias de vida…No centro disso tudo está Georgia Walker, a dona dessa loja, que se divide loucamente entre as árduas tarefas de tocar esse negócio e ainda ser mãe solteira. Feliz por poder escapar, ainda que brevemente, de todas as demandas que enfrenta na vida, Georgia vê no clube do tricô a possibilidade de encontrar amigas – Anita, Peri, Darwin, Lucie e K.C. – e compartilhar com elas dicas de tricô, histórias divertidas e seus mais profundos segredos.
JOYCE, James. Os mortos. São Paulo: Autêntica, 2016. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013662&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 09 set. 2020.
Sinopse:
Os mortos é uma história de Natal. De música, dança e mesa farta. É uma história sobre os laços de família e de amizade. Suas bênçãos e suas danações. Suas alegrias e seus estorvos. Seus prazeres e suas desgraças. É também uma história de amor: uma história de amores. Das recordações de um amor do passado: fugaz, longínquo e perdido. Das lembranças dos momentos de ternura e afeto de uma vida em comum: banais e instantâneos. E contudo: singulares e eternos. É a história de um desejo mortal de posse e intimidade. Mas também de frustração, fúria e fracasso. De aproximação e fuga, de ataque e rendição. Os mortos é uma história sobre os vivos. E sobre os que vão morrer. E os que já morreram. É uma história sobre a morte. E sobre os vivos e os mortos. É uma história sobre a vida.
KIEFER, Charles. Os ossos da noiva. São Paulo: Amarilys, 2010. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000011329&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 09 set. 2020.
Sinopse:
Uma pequena cidade, Pau-d’Arco, 1958. Uma dessas pequenas cidades de colonização alemã do Rio Grande do Sul. Um lugar pacato e simples. A tragédia ao estilo grego se anuncia com a chegada de José Cármio, caixeiro-viajante, bem-vestido, míope, atraente, negro. Circe Brechen, filha e herdeira das Ferragens Brechen, apaixona-se por ele. O namoro acontece. Se antes a sociedade tolerou José Cármio com a superior condescendência branca, agora o odeia de morte: o silente código das uniões intrarraciais foi quebrado. O texto límpido e elegante de Charles Kiefer, com esse tema, constrói uma novela em que as paixões se tornam incontroláveis, irresistíveis, como se um destino superior as comandasse. As pessoas são antes vítimas do que algozes. Pau-d’Arco passa de aldeia à condição de palco de um drama transcendental. Um grande livro, com um final digno das grandes narrativas literárias.(Luiz Antônio de Assis Brasil)
LEVIN, Ira. O bebê de Rosemary. São Paulo: Amarilys, 2014. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000011326&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 09 set. 2020.
Sinopse:
Rosemary Woodhouse e seu marido Guy, um ator que luta para se firmar na carreira, mudam-se para um dos endereços mais disputados de Nova York, o Bramford, um edifício antigo de ares vitorianos, habitado em sua maioria por moradores idosos e célebre por uma reputação algo macabra de incidentes misteriosos ao longo da história.Sem demora, os novos vizinhos, Roman e Minnie Castevet, vêm dar boas-vindas aos Woodhouse. Apesar das reservas de Rosemary com relação a seus hábitos excêntricos e aos barulhos estranhos que ouve à noite, o casal idoso logo passa a ser uma presença constante em suas vidas, especialmente na de Guy.Tudo parece ir de vento em popa. Guy consegue um ótimo papel na Broadway, e novas oportunidades não param de surgir para ele. Rosemary engravida, e os Castevet passam a tratá-la com atenção especial. Mas, à medida que a gestação evolui e parece deixá-la mais frágil, Rosemary começa a suspeitar que as coisas não são o que parecem ser…Em 1969, O Bebê de Rosemary, fenômeno aclamado por público e crítica, foi adaptado para o cinema em uma produção que se tornou um clássico do terror, estrelada por Mia Farrow e dirigida por Roman Polanski. Em 2014, a força da história sinistra de Rosemary e seu bebê chegou à TV americana, em uma minissérie estrelada por Zoe Saldana.
BARRETO, Lima. Triste fim de Policarpo Quaresma. São Paulo: Autêntica, 2012. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013546&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 09 set. 2020.
Sinopse:
A coleção Leitura Literária traz ao leitor mais uma consagrada obra da Literatura Brasileira: Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto. Considerado um dos mais importantes romances brasileiros do século XX, a obra apresenta a história do sofrido nacionalista durante o início da República brasileira. A presente edição, organizada e comentada por Letícia Malard, facilita a leitura e contextualiza o leitor à época da República Velha brasileira.
MAMEDE, Gladston. Enfim. São Paulo: Atlas, 2014. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000006156&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 09 set. 2020.
Sinopse:
"Após publicar algumas dezenas de livros jurídicos, Gladston Mamede se embrenha numa aventura literária: Enfim é uma pequena novela, de leitura fácil e agradável. A narrativa centra-se na perspectiva de um velho professor que, inserido na realidade cotidiana de uma grande cidade brasileira, por vezes se acomoda, por vezes se incomoda como que vive. É o mote para uma lírica urbana contemporânea que equilibra crítica ácida e conformação poética, ao longo de um caminhoem que se antagonizam o contexto social e a perspectiva individual.Como qualquer um, ele tem seus apetites, suas ilusões, seus segredos,suas manias. Como em qualquer um, tudo se revela inusitado, próprio e, enfim, com um destino surpreendente."
MELVILLE, Herman. Bartleby, o escrevente. São Paulo: Autêntica, 2015. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000014126&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 09 set. 2020,
Sinopse:
Um advogado nova-iorquino de meados do século XIX resolve contratar um novo copista. Atendendo ao anúncio do advogado, apresenta-se à porta de seu escritório um jovem que ele caracteriza como uma figura palidamente asseada, lastimosamente respeitável, incuravelmente desolada. Era Bartleby. No começo, o novo copista trabalhava fazendo o que se esperava dele: cópias. Mas, depois, bem, depois, não vamos estragar a história. Bartleby, o escrevente é um conto de Herman Melville (1819-1891), o autor de Moby Dick, publicado pela primeira vez em 1853. O personagem central é tão marcante e o conto tem uma força tal que Bartleby tem fascinado leitores e críticos desde sua primeira publicação. Foi, contemporaneamente, teorizado por filósofos tão ilustres quanto Gilles Deleuze, Jacques Derrida, e Giorgio Agamben (v. Bartleby, ou da contingência, Autêntica, 2015). A presente edição apresenta o conto numa nova tradução ao lado do original em inglês.
MONTGOMERY, Lucy Maud. Anne de Green Gables. São Paulo: Autêntica, 2019. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000017679&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 09 set. 2020.
Sinopse:
Se você gostou de Pollyanna, vai se apaixonar por Anne de Green Gables. Quando os irmãos Marilla e Matthew Cuthbert, de Green Gables, na Prince Edward Island, no Canadá, decidem adotar um órfão para ajudá-los nos trabalhos da fazenda, não estão preparados para o erro que mudará suas vidas: Anne Shirley, uma menina ruiva de 11 anos, acaba sendo enviada, por engano, pelo orfanato. Apesar do acontecimento inesperado, a natureza expansiva, sempre de bem com a vida, a curiosidade, a imaginação peculiar e a tagarelice da menina conquistam rapidamente os relutantes pais adotivos. O espírito combativo e questionador de Anne logo atrai o interesse das pessoas do lugar e muitos problemas também. No entanto, Anne era uma espécie de Pollyanna, e sua capacidade de ver sempre o lado bonito e positivo de tudo, seu amor pela vida, pela natureza, pelos livros conquista a todos, e ela acaba sendo adotada também pela comunidade. Publicada pela primeira vez em 1908, esta história deliciosa, que ilustra valores fundamentais como a ética, a solidariedade, a honestidade e a importância do trabalho e da amizade, teve numerosas edições, já tendo vendido mais de 50 milhões de cópias em todo o mundo. Foi traduzida para mais de 20 idiomas e adaptada para o teatro e o cinema. Mais recentemente, inspirou também a série Anne com E, já com duas temporadas na Netflix.
PEREC, Georges. O sumiço. São Paulo: Autêntica, 2015. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013673&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 11 set. 2020.
Sinopse:
Este romance do francês Georges Perec é todo escrito sem a letra e, a mais frequente da língua francesa. A inovação da obra não está, porém, apenas na falta da vogal, mas principalmente em fazer do desaparecimento da letra o próprio tema do livro e a lei maior à qual se deve toda a história. O autor cria um mundo de letras, povoado por seres de letras, cujo destino depende também das letras, e, principalmente, do sumiço de uma delas. Esta mirabolante história de investigação policial, cheia de mistério, bom-humor, romances e reviravoltas, vai além de um enredo intrigante, voltando-se para o ato da escrita e os jogos de linguagem que apontam para a própria língua, o francês mutilado, porém. Para publicar uma versão em português, exigiu-se do tradutor uma constante tarefa de recriação desses jogos numa outra língua, também amputada de uma vogal que muitos julgariam imprescindível. O criativo trabalho realizado por José Roberto Andrade Féres, ou Zéfere como prefere ser chamado , nesta obra foi precedido do estudo de diversos artigos, dissertações e teses de estudiosos de Perec, assim como de tradutores da obra em outras línguas. A leitura d?O sumiço levará o leitor a querer jogar com Perec, desvendar suas pistas e encaixar as peças dos seus inúmeros quebra-cabeças. Enfim, um livro que é um verdadeiro (e divertido!) desafio para quem escreve, quem traduz e, claro, para quem lê. Encontre as palavras:http://grupoautentica.com.br/download/extras/encontre-as-palavras.pdf
SANTOS, Walther Moreira. O ciclista. São Paulo: Autêntica, 2008. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013697&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 11 set. 2020.
Sinopse:
Emocionante e surpreendente. Assim pode ser definido o livro O Ciclista, obra vencedora da primeira edição do Prêmio José Mindlin de Literatura. Segundo o autor, Walther Moreira dos Santos, já premiado e conhecido da crítica especializada, trata-se de um livro sobre a beleza do perdão, da esperança e da compaixão. Com uma narrativa atraente, O Ciclista tem ingredientes capazes de conquistar e envolver o leitor que aprecia uma história bem contada, com personagens interessantes que se relacionam de forma intrigante e curiosa. Como dizem os jurados da comissão julgadora do concurso, Antônio Torres, Maria Esther Maciel e Maria Amélia Mello: a obra premiada se destacou das demais por apresentar uma narrativa original, instigante e literariamente bem construída. De acordo com eles, o autor demonstra habilidade no manejo da linguagem, criando personagens intrigantes e uma atmosfera que alicia, a cada capitulo, o leitor. O livro é um exercício de destreza e imaginação. No aparente despojamento da linguagem vem sempre o golpe certeiro; Walther Moreira Santos é um escritor de imaginação ímpar e recursos inesperados - João Gilberto Noll. Desde Caio Fernando Abreu não surgia um escritor que tratasse as relações humanas com tamanha verve, sentimento e compaixão - Mário Fernando Lins Filho.
SENS, Alex. O frágil toque dos mutilados. São Paulo: Autêntica, 2015. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013690&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 11 set. 2020.
Sinopse:
Passado ao longo de 28 dias numa pequena cidade litorânea, o romance conta a história de Magnólia, uma enóloga tão temperamental quanto enigmática, que visita o irmão e os sobrinhos após ter estado três anos distante. Voltar àquela casa de frente para o mar parece ser uma série de novos testes em sua vida: confrontar o passado, aceitar a nova situação do irmão viúvo, viver uma nova e arriscada paixão e ser a guardadora de um segredo que pode abalar toda a sua família. O frágil toque dos mutilados é um drama familiar sobre o reencontro de pessoas que tentam se explicar, se ajustar e se compreender através de seus sonhos e conflitos. Alex Sens foi o vencedor do Prêmio Governo Minas Gerais de Literatura 2012, na categoria Jovem Escritor. Segundo Jaime Prado Gouvêa, editor do Suplemento Literário, Alex Sens Fuziy surge na literatura com traços firmes de escritor experiente, compondo uma trama magnificamente elaborada sobre os dramas de uma família que se reencontra numa cidade litorânea e tenta se explicar a partir da morte de um de seus membros. Para Marcia Tiburi, O mar é, para a ação que aqui se dá, um pano de fundo tão belo quanto trágico. O romance, desenhado com a meticulosidade da pena de Alex Sens Fuziy, constrói-se nesse trânsito, sobre aquela espécie de dificuldade consigo que é vivida por cada pessoa quando ser e estar diante de si mesmo e diante dos outros não parecem nada simples. Quando a possibilidade de viver junto com os outros está a cada momento posta em xeque.
SHELLEY, Mary. Frankenstein. Rio de Janeiro: Zahar, 2017. E-book. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000021365&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 31 ago. 2021.
Sinopse:
A mais famosa história de horror de todos os tempos em luxuosa edição comentada "Já era uma da manhã; a chuva batia melancolicamente contra as vidraças quando vi o torpe olho amarelo da criatura se abrir; ela respirou fundo, e um movimento convulsivo agitou seus membros." Frankenstein é sem dúvida o maior clássico de terror de todos os tempos. É também um ensaio sobre a prepotência humana e a solidão em sociedade. Cego em seu propósito de dar vida à matéria inanimada, o cientista Victor Frankenstein constrói um ser monstruoso a partir de restos humanos - mas, quando enfim alcança o resultado pretendido, foge de sua própria criação! Abandonada e fadada ao desterro e à rejeição, a criatura passa a perseguir o cientista e, depois, a buscar vingança.Escrito por uma jovem Mary Shelley, o romance atravessou dois séculos sem perder a capacidade de arrepiar o leitor. Tendo por base a edição revista pela autora em 1831, consagrada como a definitiva, Frankenstein: edição comentada vem reforçar o time de sucessos da coleção Clássicos Zahar. Com tradução, apresentação e notas do escritor Santiago Nazarian, que flerta com o suspense e o terror psicológico, o livro traz também cronologia de vida e obra de Mary Shelley. E, nos anexos, a introdução da autora para a edição de 1831 e o prefácio do poeta inglês e seu marido Percy Bysshe Shelley para a primeira edição, publicada anonimamente em 1818.
TURGUÊNIEV, Ivan. Águas de primavera. São Paulo: Amarilys, 2015. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000011322&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 11 set. 2020.
Sinopse:
Ivan Serguêievitch Turguêniev (1818-1883) foi um dos escritores e intelectuais mais notáveis de sua época. Proveniente de uma família aristocrática de proprietários de terras, ele viveu boa parte de sua vida entre a Alemanha e a França, onde faleceu. Amigo de Merimée, Henry James, Gautier e Zola, mas especialmente de Flaubert, Turguêniev foi o primeiro escritor russo amplamente celebrado na Europa. Como a literatura russa era pouco conhecida no Ocidente, o escritor esforçou-se em divulgá-la, traduzindo para o francês algumas das obras de Púchkin e Gógol, sem falar dos seus próprios contos e novelas, que abordavam temas russos. Em Águas de Primavera, o protagonista, um aristocrata de meia-idade solitário e melancólico, recorda certo acontecimento da juventude que marcou definitivamente a sua vida. Após observar velhas cartas e algumas flores secas que restaram de amores dos quais fugiu covardemente, esbarra em uma cruz de granada que o faz relembrar outra história semelhante, mas com consequências mais trágicas para si. A narrativa se passa na Alemanha e aproxima o jovem aristocrata russo, Sánin, de uma família italiana radicada em Frankfurt, cujo personagem Pantaleone, um ex-cantor de ópera, velho, aposentado e que vê nos alemães apenas comerciantes ignorantes, guarda uma comicidade excepcional.
WOOLF, Virginia. Flush: uma biografia. São Paulo: Autêntica, 2016. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013864&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 11 set. 2020.
Sinopse:
Na primavera de 1935, Virginia Woolf terminara de escrever As ondas, talvez o mais experimental de seus livros. Estava exausta. Para espairecer, lia os dois volumes da correspondência de Elizabeth Barrett Browning, a importante poeta da era vitoriana, mais conhecida no Brasil pelo livro Sonetos da portuguesa (trad. Leonardo Fróes, Rocco). Foi instigada por essa leitura que Virginia resolveu escrever Flush: uma biografia. O relato de Virginia inicia na época em que Elizabeth conheceu o poeta Robert Browning, com quem, pouco tempo depois, ela se casaria às escondidas, fugindo com ele para a Itália. Foi um pouco antes disso que ela recebeu de presente, da também poeta Mary Russell Mitford, um filhote de cocker spaniel chamado Flush, que teria um importante papel em sua vida. Para surpresa da própria Virginia, o livro foi um sucesso de público. Em compensação, foi praticamente ignorado pela crítica. Ou, pior, quando mereceu alguma atenção, foi apenas para ser classificado como uma peça que representava o fim da carreira literária de uma grande escritora. O livro continuou relegado ao porão das curiosidades literárias pelas décadas seguintes até ser redimido, no final dos anos 1990, pelo florescente campo acadêmico dos Estudos animais. Mas não sem algum reparo: embora alguns lhe atribuam o mérito de certo pioneirismo ao assumir uma visão menos antropocêntrica do mundo, outros criticam-no por perpetuar a tendência antropomorfizante que caracterizaria a literatura em geral. De qualquer maneira, a renovada importância dada ao livro no contexto da chamada virada animal significou uma espécie de vingança da divertida paródia biográfica de Virginia. Diversão ou objeto digno de estudo, pouco importa: o livro é bom de ler. E, graças às ilustrações da jovem artista britânica Katyuli Lloyd, é também bom de ver.
WOOLF, Virginia. O tempo passa. São Paulo: Autêntica, 2013. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013672&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 11 set. 2020.
Sinopse:
O tempo passa é o título da segunda das três partes em que se divide Ao Farol, de Virginia Woolf. No início de 1927, pouco antes da publicação do livro, Virginia enviou uma versão dessa parte para ser publicada, em tradução, numa revista francesa. O original em inglês permaneceu inédito até 1983, quando foi descoberto pelo pesquisador James M. Haule. É justamente essa versão que difere significativamente da que foi incluída em Ao Farol e cuja autonomia parece ter sido reconhecida pela própria Virginia que é aqui publicada, em edição bilíngue. Em O tempo passa, Virginia descreve a progressiva deterioração da casa de praia na qual a família Ramsay passava suas férias de verão. Trata-se de uma narrativa poética sobre o efeito combinado de dois tipos de tempo: o medido pelo cronômetro e o medido pelo barômetro. A presente edição se completa com um delicioso texto de Michel Serres sobre O tempo passa e com um texto analítico de James M. Haule sobre as diferenças entre a versão enviada à revista francesa e a que foi posteriormente publicada no livro Ao Farol.
WOOLF, Virginia. Ao farol. São Paulo: Autêntica, 2013. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000014141&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 11 set. 2020.
Sinopse:
Virginia Woolf passava as férias de verão, até os treze anos, na casa de praia da família em St Ives, na Cornualha, numa baía de onde se avistava o farol da ilha de Godrevy. Esses verões à beira-mar ficaram para sempre na sua memória. Sua amada mãe, Julia Stephen, renomada por sua beleza, morreu quando Virginia tinha treze anos. Ela teve aí o primeiro dos colapsos nervosos que a atormentariam pelo resto da vida. Com o pai, Leslie Stephen, historiador e alpinista, Virginia mantinha uma relação ambígua. Ele era, nas suas próprias palavras, espartano, ascético, puritano. Mas também podia ser muito carinhoso para com os filhos. E foi pela leitura dos livros de sua biblioteca que Virginia, que nunca frequentou escola nem universidade, obteve toda a sua educação. Ao Farol é a transposição artística da memória dos verões passados em St Ives e da relação com os pais. Mas um romance, se bem concebido, nunca é um relato autobiográfico. Tal como no sonho freudiano, a artista procede por condensações, deslocamentos, deformações. O Sr. Ramsay não é Leslie Stephen. A Sra. Ramsay não é Julia Stephen. A pintora Lily Briscoe não é Virginia Woolf. E a Ilha de Skye, na Escócia, não é, obviamente, a baía de St Ives, na Inglaterra. E uma obra literária, poesia ou ficção, não é feita dos atos e eventos banais que constituem o material da vida cotidiana. Mas de revelações, de visões, de epifanias. A artista é uma vidente. Ela vê o que não vemos. E o ato artístico supremo consiste em transformar visões em palavras, em frases, em verbo. Em Ao Farol, as visões, os sons, as cores da infância de Virginia se transformam em imagens literárias, em sonoridades verbais, em coloridos estilísticos. Ela exerce aí, com virtuosidade invulgar, o privilégio supremo da verdadeira artista. Com sorte, teremos, ao lê-lo, as nossas próprias visões, desfrutando, assim, ainda que modesta e brevemente, do precioso dom da vidência. Não se pode querer mais. Ao Farol é a história de um casamento e de uma infância. É um lamento de dor pela perda de pais fortes e amados. Virginia Woolf queria chamá-lo ?elegia? em vez de romance. O livro também diz respeito à estrutura de classe inglesa e à radical ruptura com o vitorianismo após a Primeira Guerra Mundial. Ele é a expressão da urgente necessidade de uma forma artística que pudesse registrar e adaptar-se a essa ruptura. Ele é todas essas coisas ao mesmo tempo. Hermione Lee Virginia Woolf lia Proust enquanto escrevia Ao Farol. Ela intitulou a segunda parte: ?O Tempo Passa?. Para medir o tempo, precisava de um relógio; ela utilizou uma casa. Quem não viu, quem não sabe como envelhece uma moradia abandonada? E quando o tempo passa, a guerra mata um filho, uma filha morre no parto, mas o melhor dos contadores de tempo continua sendo a morada, muralhas inertes e móveis mudos, em face das terríveis correntes de ar e dos insistentes gotejamentos verdadeira batalha entre duas forças vivas. Michel Serres
WOOLF, Virginia. Mrs Dalloway. 2. ed. São Paulo: Autêntica, 2013. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013720&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 11 set. 2020.
Sinopse:
É simples a trama de Mrs Dalloway. Tudo se passa num dia de junho de 1923. Clarissa, esposa de Richard Dalloway, membro do Parlamento britânico, sai para comprar flores para a festa que dará à noite. No caminho passa por algumas das ruas centrais de Londres e por dois de seus principais parques, encontrando o amigo Hugh Whitbread. Seu trajeto cruza com o de outro personagem central, Septimus Warren Smith, que, acometido de um sério trauma de guerra, encaminha-se, com a esposa que conheceu na Itália, Rezia, para uma consulta com um importante psiquiatra. Já em casa, Mrs Dalloway recebe a visita de um antigo namorado, Peter Walsh. Deixando a casa de Clarissa, ele empreende sua própria caminhada por Londres, regressando, depois, ao seu hotel, de onde sai, ao final da tarde, para a festa da antiga namorada. O romance culmina na festa de Mrs Dalloway, onde se encontram pessoas de suas atuais relações, como o próprio Primeiro-Ministro, e pessoas de seu passado: além de Peter Walsh, também Sally Seton, uma paixão da adolescência. Um mosaico de cenas exteriores recheia a trama aparente do romance: a passagem de um misterioso automóvel carregando uma importante personagem política; as proezas de um avião escrevente; uma rusga entre a filha adolescente de Mrs Dalloway, Elizabeth, e sua preceptora, a Srta. Kilman; a aventurosa perseguição feita por Peter Walsh a uma senhorita que ele destacara da multidão; uma mendiga, próximo à estação de metrô do Regent?s Park, entoando uma canção ancestral; o trágico fim de Septimus. A estrutura da narrativa tampouco é complicada. No esforço para evitar a linearidade típica da prosa e da narrativa tradicional, Virginia Woolf dividiu o romance não em capítulos, mas em cenas, em que se sobrepõem, se cruzam e se confundem, numa simultaneidade vertiginosa, episódios do presente e do passado; acontecimentos atuais e rememorações; atos, visões e pensamentos; fantasia e realidade; vida e sonho; realidade e alucinação. É nesse painel cuidadosamente montado que Virginia empreende uma exploração que, na superfície, cobre o mapa da área central de Londres, mas, muito mais profundamente, percorre o mapa interior e sentimental de personagens como Clarissa Dalloway, Peter Walsh, Septimus Warren Smith... O que sinto sobre a minha escrita, quero dizer, este livro? Deve-se escrever sobre um sentimento profundo, disse Dostoiévski. É o que eu faço? Ou invento a partir de palavras, amando-as como eu as amo? Não, não creio. Neste livro tenho ideias até demais. Quero apresentar a vida e a morte, a sanidade e a insanidade; quero criticar o sistema social. Virginia Woolf (1882-1941)
WOOLF, Virginia. Orlando: uma biografia. São Paulo: Autêntica, 2015. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013663&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 11 set. 2020.
Sinopse:
Orlando, um arremedo de biografia, descreve a vida do personagem homônimo, descendente de uma ancestral família aristocrática inglesa, que, no começo da narrativa, vive no século XVI, é homem e tem 16 anos. Acompanhamos sua vida por cerca de quatro séculos, na maior parte dos quais se mantém com a idade de 30 anos. No meio da narrativa, enviado pelo rei Charles II, como embaixador da Inglaterra, a Constantinopla, ele passa por uma transformação radical. Além de homenagear Vita Sackville-West, a aristocrata que serviu de modelo para a figura de Orlando, e de jogar com as convenções da biografia tradicional, Virginia explora aqui alguns dos seus temas preferidos: a incongruência entre, de um lado, o tempo do relógio e do calendário e, de outro, o tempo vivido, subjetivo; o caráter fragmentado, múltiplo e incerto da subjetividade; e, sobretudo, a instabilidade e a artificialidade da identidade sexual. A presente edição, com posfácio de Silviano Santiago, é enriquecida com as ilustrações da edição original e com extensas notas do tradutor.
WOOLF, Virginia. O quarto de Jacob. São Paulo: Autêntica, 2019. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000014929&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 11 set. 2020.
Sinopse:
O quarto de Jacob, de 1922, é o primeiro livro experimental de Virginia Woolf. E as técnicas narrativas aqui utilizadas ainda causam, quase cem anos depois, a mesma estranheza que provocaram no início da segunda década do século passado. Mas é uma estranheza que vem acompanhada das recompensas e prazeres do novo e do inesperado. Está enxertado de pequenos ensaios sobre a ilusão identitária, sobre as mazelas do patriarcado, sobre os horrores da sanha militarista. Mas também há ilhas e remansos de pura poesia, de um lirismo deslumbrante, de um prazer estético radical e cristalino. O livro parece construído de fragmentos desconexos, de fiapos narrativos, de vinhetas isoladas. A narrativa dá pulos; salta, inesperadamente, de um contexto para outro; subverte a linearidade temporal e espacial. O personagem principal nunca é realisticamente revelado, nunca se deixa mostrar inteiramente. Ler O quarto de Jacob é uma experiência, existencial e, literariamente falando, transformadora.
ZWEIG, Stefan. Novelas insólitas. Rio de Janeiro: Zahar, 2015. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000012249&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 11 set. 2020.
Sinopse:
O inusitado, o aparentemente pequeno magistralmente transformado em literatura por Zweig. Considerada freudiana, edipiana, autobiográfica, Segredo ardente foi a primeira obra de ficção de Zweig a apresentar essa espreita pelo inusitado, sua marca registrada. A bela Confusão de sentimentos, uma de suas novelas mais celebradas, trata com naturalidade e forte emoção a relação afetiva entre um aluno e seu mestre. Sempre atento ao aspecto humano, Zweig faz da inflação descontrolada na Alemanha dos anos 1920 o mote e o pano de fundo para a tocante A coleção invisível. Inesperadas também são Júpiter e Foi ele?, novelas-irmãs de finais opostos, protagonizadas por cachorros. Em Xadrez, uma novela, partida organizada como passatempo torna-se um exercício sobre a abdicação como forma de posicionamento político.Selecionadas por Alberto Dines, jornalista e biógrafo de Zweig, Novelas insólitas conta também com prefácio e textos adicionais, em que ele comenta cada uma das novelas, por vezes em análises pioneiras, e contextualiza sua produção e como foram recebidas.
ALSCHITZ, Jurij. Eclipse. São Paulo: Autêntica, 2012. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013900&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 04 set. 2020.
Sinopse:
O Grupo Galpão comemora 30 anos com uma vivência teatral calcada na pesquisa e na experimentação e centrada no trabalho de grupo. E como parte dessas comemorações, dá sequência à publicação de sua obra dramatúrgica, com a edição de mais duas peças, que se juntam às outras dez anteriormente publicadas em oito volumes. Este volume apresenta Eclipse, cujo texto foi criado a partir de fragmentos de diversos contos de Anton Tchékhov, costurados pelo diretor Jurij Alschitz. A partir da seleção de temas como talento, felicidade, fé, caos, o destino do homem, da humanidade e do próprio teatro, o texto faz um apanhado de filosofias que permeiam a obra de Tchékhov, tendo sua estrutura dramatúrgica centrada na ocorrência de um eclipse, que funciona como uma metáfora para o enclausuramento de cinco personagens que se perguntam o tempo todo sobre o sentido das coisas e de tudo aquilo.
ARISTÓFONES. As vespas, as aves, as rãs. Rio de Janeiro: Zahar, 1996. E-book. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat07377a&AN=sabi.000820021&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 01 set. 2021.
Sinopse:
Humor inteligente, por vezes chulo, crítica implacável, trocadilhos venenosos, são essas algumas das inegáveis qualidades das comédias de Aristófanes. Vale notar que, embora se trate de peças criadas há 2.500 anos, conservam o mesmo frescor original, sendo representadas até hoje, adaptadas ou não. Afinal, as personalidades e instituições que nelas são motivo de escárnio e indignação em pouco diferem de nossas contemporâneas, como o leitor não deixará de constatar.
ÉSQUILO. Oréstia, Agamêmnon, Coéforas, Eumênides. Rio de Janeiro: Zahar, 1991. E-book. Disponível em:https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat07377a&AN=sabi.001013005&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 18 set. 2021.
Sinopse:
Aurora do teatro moderno, a tragédia grega, profundamente ligada a cultos e tradições, é também um reflexo da vida pública do período clássico. Numa época em que o conservadorismo religioso se misturava a idéias inovadoras, o teatro só podia refletir tais ambigüidades e tensões. Verdadeira antologia das principais obras que nos ficaram de Ésquilo, Sófocles e Eurípides, os volumes de A Tragédia Grega são traduzidos diretamente do original pelo eminente helenista Mário da Gama Kury. Neste segundo volume da série, é apresentada a edição conjunta das três peças que formam a trilogia "Oréstia", do filósofo Ésquilo. As notas e a introdução do tradutor fornecem argumentos e antecedentes de cada peça, dando ao leitor o embasamento necessário para leitura do volume. "Agamêmnon" baseia-se na volta vitoriosa do herói à Argos, após ter vencido a guerra de Tróia e vingado a honra de seu irmão Menelau, marido de Helena, que havia fugido com Páris. A esposa de Agamênon, Climnestra, por sua vez, também o trai, e arquiteta o assassinato do marido com o amante. Em "Coéforas", Orestes e Electra, filhos de Agamêmnon, vingam sua morte, matando a mãe e seu amante. A ira de Climnestra é materilizada nas Fúrias, vistas somente por Orestes, são as responsáveis por sua loucura em "Eumênides". Ainda na última peça, Orestes é julgado pelo seu crime pela Deusa Atenas que proclama que o tribunal – o primeiro a julgar um crime de homicídio – fica instituído para sempre.
ÉSQUILO; SÓFOCLES; EURÍPIDES. Prometeu acorrentado, Ájax, Alceste. Rio de Janeiro: Zahar, 1993. E-book. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat07377a&AN=sabi.000821070&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 01 set. 2021.
Sinopse:
Aurora do teatro moderno, a tragédia grega, profundamente ligada a cultos e tradições, é também um reflexo da vida pública do período clássico. Numa época em que o conservadorismo religioso se misturava a idéias inovadoras, o teatro só podia refletir tais ambigüidades e tensões. Verdadeira antologia das principais obras que nos ficaram de Ésquilo, Sófocles e Eurípides, os volumes de A Tragédia Grega são traduzidos diretamente do original pelo eminente helenista Mário da Gama Kury.
ÉSQUILO; SÓFOCLES; EURÍPIDES. Os Persas, Electra, Hécuba. Rio de Janeiro: Zahar, 1992. E-book. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat07377a&AN=sabi.000820972&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 01 set. 2021.
Sinopse:
Neste quarto volume da série de tragédias gregas estão presentes os três maiores dramaturgos gregos: Ésquilo, Sófocles e Eurípides. Além da introdução e das notas que acompanham cada uma das peças, este volume inclui ainda uma apresentação geral da tragédia grega. "Os Persas", uma das tragédias gregas mais antigas, foi encenada pela primeira vez em 472 a.C., e apresenta a singularidade de ser a única tragédia subsistente baseada em um acontecimento histórico – a guerra entre os gregos e os persas, guerra na qual o próprio autor, Ésquilo, participou como combatente. "Electra", de Sófocles, representada pela primeira vez por volta de 413 a.C., começa com o retorno de Orestes, filho de Agamêmnon, a Micenas para vingar o assassinato do pai cerca de onze anos antes. "Hécuba", representada pela primeira vez provavelmente em 423 a.C., em Atenas, se baseia em episódios do chamado Ciclo Troiano. Eurípides, chamado por Aristóteles de "o mais trágico dos trágicos" deve essa merecida fama em parte à Hécuba.
EURÍPIDES. Ifigênia em Áulis: As Feníncias, As Bacantes. Rio de Janeiro: Zahar, 1993. E-book. Disponível em: https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat07377a&AN=sabi.000879347&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=mainAcesso em: 02 set. 2021.
Sinopse:
Aurora do teatro moderno, a tragédia grega, profundamente ligada a cultos e tradições, é também um reflexo da vida pública do período clássico. Numa época em que o conservadorismo religioso se misturava a idéias inovadoras, o teatro só podia refletir tais ambigüidades e tensões. Verdadeira antologia das principais obras que nos ficaram de Ésquilo, Sófocles e Eurípides, os volumes de A Tragédia Grega são traduzidos diretamente do original pelo eminente helenista Mário da Gama Kury.
SÓFOCLES. A trilogia Tebana: Édipo Rei, Édipo em Colono, Antígona. Rio de Janeiro: Zahar, 1990. E-book. Disponível em:https://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=cat07377a&AN=sabi.000819319&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 02 set. 2021.
Sinopse:
Aurora do teatro moderno, a tragédia grega, profundamente ligada a cultos e tradições, é também um reflexo da vida pública do período clássico. Numa época em que o conservadorismo religioso se misturava a idéias inovadoras, o teatro só podia refletir tais ambigüidades e tensões. Verdadeira antologia das principais obras que nos ficaram de Ésquilo, Sófocles e Eurípides, os volumes de A Tragédia Grega são traduzidos diretamente do original pelo eminente helenista Mário da Gama Kury. "A trilogia tebana" traz ao público três peças do autor grego que compôs mais de 100 dramas, dos quais apenas sete tragédias completas chegaram até o nosso tempo. Depois de quase dois milênios e meio, "A trilogia tebana" é considerada uma das mais belas e importantes obras da cultura universal. Todo o teatro que se fez até hoje no Ocidente tem suas raízes mais profundas na obra de Sófocles, que inovou a tragédia grega ao deslocar o motivo das ações para a vontade humana e não mais para as maquinações divinas.
TCHÉKHOV, Anton. Tio Vânia (aos que vierem depois de nós). São Paulo: Autêntica, 2012. E-book. Disponível em: http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsmib&AN=edsmib.000013557&lang=pt-br&site=eds-live&scope=site&authtype=ip,guest&custid=s5837110&groupid=main. Acesso em: 11 set. 2020.
Sinopse:
O grupo Galpão comemora 30 anos com uma vivência teatral calcada na pesquisa e na experimentação e centrada no trabalho de grupo. E como parte dessas comemorações, dá sequência à publicação de sua obra dramatúrgica, com a edição de mais duas peças, que se juntam às outras dez anteriormente publicadas em oito volumes. A aposta do Galpão em Tio Vânia, escrito por Anton Tchékhov, partiu da busca por uma dramaturgia que possibilitasse um mergulho mais radical no trabalho do ator. Daí a escolher esta peça foi um caminho natural, pois as paixões, os desejos e a necessidade visceral de seus personagens ofereceram ao grupo as ferramentas necessárias para o que estava proposto. Dirigido por Yara de Novaes, o espetáculo adaptado representa a busca do Grupo por um teatro que reflita e revele os sentimentos comuns do ser humano com relação a temas tão presentes e pessoais quanto universais e permanentes.























































