Dossiê Educação, Comunicação e Tecnologias: mecanismos de resistência ao capitalismo de plataforma e outros tecnocentrismos

					Visualizar n. 41 (2025): Revista Cocar. Edição Especial

Com grande satisfação o GT16-Educação e Comunicação da ANPEd compartilha o dossiê recém publicado “Educação, Comunicação e Tecnologias: mecanismos de resistência ao capitalismo de plataforma …

Origem: Dossiê Educação, Comunicação e Tecnologias: mecanismos de resistência ao capitalismo de plataforma e outros tecnocentrismos

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Educação 5.0? Quais os sentidos? Quais os desafios para o contexto brasileiro?

Com o tema “Outra Educação”, a Revista Novamérica – uma publicação vinculada a uma ONG de mesmo nome, da cidade do RJ – lançou sua última edição em fev. de 2022 uma série de artigos que problematizam as relações entre educação, escola, cultura digital, redes sociais e tecnologias.

Fui convidado a escrever sobre o tema “Educação 5.0” (clique aqui para download, p. 69). Quem estiver interessado na discussão, estou aberto ao debate.

Segue um destaque do texto:

Tratar a educação de modo análogo ao desenvolvimento de software é uma visão simplista e tecnicista, como se fosse possível instalar e desinstalar pedagogias e políticas educacionais ao clicar de um botão. Inovação tecnológica não se confunde com inovação pedagógica, uma vez que as motivações e objetivos de um e do outro campo não necessariamente convergem. Por esse motivo que o termo Educação 5.0 consta no título desse artigo como uma interrogação, uma vez que ele estabelece uma relação controversa entre o campo educacional, o tecnológico e o econômico.

LOPES, D. Q., Revista Novamérica, n. 173, jan.-mar. 2022, p. 71.
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Sobre a docência e o ensino universitário a distância em tempos de pandemia

Desde que a situação de isolamento social impôs às pessoas o distanciamento físico, a Educação na modalidade a Distância (EAD) surgiu nos discursos de alguns políticos, gestores e professores como a vacina que seria capaz reordenar e reorientar as atividades acadêmicas de ensino a sua normalidade. No entanto, assim como a complexidade da situação que envolve uma pandemia e a necessidade de entendimento sobre os modos de atuação de um vírus, a EAD não pode e nem deve ser entendida como uma solução genérica aplicável a qualquer contexto pelo simples fato de terem em comum a imposição do distanciamento físico.

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