
Ética de cuidado ambiental e espiritualidade na barra das saias de Sandra Lee
Ética de cuidado ambiental e espiritualidade na barra das saias

Ética de cuidado ambiental e espiritualidade na barra das saias

Conversar com Jefferson Medeiros foi antes de tudo um encontro. Esse encontro tinha uma premissa: pensar arte, educação e vida de forma entrelaçada. A docência pode chegar de variadas formas, seja uma necessidade ou um desejo. Essa conversa é um convite para diferentes aproximações entre arte e educação, para que a docência possa se reinventar a partir do encontro com a vida. O que interessa a um professor que tem uma produção artística para além da sala de aula, ao levar arte para dentro da escola? O que nos interessa, como docentes, ao levar uma linguagem artística, aparentemente tão distante do cotidiano, para dentro da escola?

“Sempre estivemos perto da água, mas parece que aprendemos muito pouco com a fala dos rios”. Ailton Krenak
Maio de 2024. Nunca o nome do estado do Rio Grande do Sul fez tanto sentido como no inesquecível maio de 2024. Dizem que o nome do estado se deve a um mal-entendido: os portugueses pensaram que a Lagoa dos Patos era, na verdade, um rio. Em maio deste ano, presenciamos muita chuva, muita chuva mesmo em todas as regiões do Rio Grande do Sul. Os rios transbordaram, vazaram, extravasaram e a água chegou até onde não imaginaríamos.

A cidade que você mora tem um rio? Como este rio se relaciona com a cidade? Os rios da sua cidade estão vivos? As águas são limpas, há peixes, vegetação, aves circulando?

Seria a escrita a melhor forma de preservar ensinamentos e histórias? Que escritas devem ser preservadas? A crença na escrita como a principal via de acesso ao conhecimento nos impediu de valorizar, por exemplo, conhecimentos de povos originários mantidos através da oralidade. Entende-se que o estudo e o aprendizado se dão apenas pelas palavras. Mas a escrita não pode ir muito além disso? Não pode ser poética, artística, vivenciada e sentida?

A partir de linguagens como o bordado e a intervenção urbana, a artista paranaense Bruna Alcântara sinaliza a discriminação enfrentada por mães que resistem ao ideal da abnegação e da castidade cristalizado no imaginário ocidental. À imagem e semelhança da Virgem Maria, a história exigiu das mães dedicação e devoção total, bem como um afastamento de sua própria sexualidade. Os resquícios desse ideário, embora diluído e disperso no social, ainda se fazem presentes na contemporaneidade. Nesse cenário, conectar-se com o próprio corpo e com os próprios desejos, para além das funções da maternidade, é visto como signo de irresponsabilidade materna.

Nem todas as mães pariram seus filhos, nem todas os vêem crescer. A maternidade é um conceito plural que afeta e é afetado pelas circunstâncias relativas à cada pessoa em seu contexto juntamente com questões sociais, de acesso ou falta de recursos, sexualidade, raça, relações familiares, dentre tantos outros fatores que modelam essa experiência. Se você já conversou verdadeiramente com alguma mãe, ou melhor ainda, conviveu com uma, sabe que não é exagero afirmar que há um valor incalculável e muitas vezes invisível na maternidade. E o que a arte contemporânea tem a ver com isso?

Nesta parte do texto trazemos três artistas que têm em comum uma produção artística que se utiliza de materiais muito peculiares e corriqueiros do ambiente escolar, os ressignificando: os brasileiros Jefferson Medeiros e Bruno Novaes e o colombiano Humberto Junca. De algum modo, os três artistas tratam das escolas e suas violências: violências do estado e do sistema contra alunos e docentes.

Como professora 40h de escolas públicas, nos Municípios de Alvorada e Porto Alegre, RS, e também artista visual, sigo com o grupo ArteVersa contribuindo com o interesse na pesquisa sobre a prática artística e docente que se faz na vida cotidiana de artistas-professores/as. Por esse motivo, dou seguimento aqui à série de textos “Pensar a escola além dela mesma”, onde no encontro de outro igual, fiz um convite ao professor e artista Alexandre Paes, do Rio de Janeiro, para em uma espécie de “texto-conversa”, apresentar o seu trabalho e pensamento, bem como evidenciar e friccionar o nosso lugar de fala.

Tornar possível a vida, respirar entre a poeira que se levanta das ruínas é a nossa proposta diante de um momento no qual trabalhamos para retirar os escombros de um tempo de destruição, no Brasil e também no mundo. Nos últimos anos, vivemos em nosso país um ciclo de extermínio: mortes, perseguições, tragédias ambientais, crimes contra o patrimônio cultural, censura a exposições, ataques às universidades, fechamentos de escolas…e…e…e…. e uma lista interminável de situações de desprezo ao outro.
We firmly believe that the internet should be available and accessible to anyone, and are committed to providing a website that is accessible to the widest possible audience, regardless of circumstance and ability.
To fulfill this, we aim to adhere as strictly as possible to the World Wide Web Consortium’s (W3C) Web Content Accessibility Guidelines 2.1 (WCAG 2.1) at the AA level. These guidelines explain how to make web content accessible to people with a wide array of disabilities. Complying with those guidelines helps us ensure that the website is accessible to all people: blind people, people with motor impairments, visual impairment, cognitive disabilities, and more.
This website utilizes various technologies that are meant to make it as accessible as possible at all times. We utilize an accessibility interface that allows persons with specific disabilities to adjust the website’s UI (user interface) and design it to their personal needs.
Additionally, the website utilizes an AI-based application that runs in the background and optimizes its accessibility level constantly. This application remediates the website’s HTML, adapts Its functionality and behavior for screen-readers used by the blind users, and for keyboard functions used by individuals with motor impairments.
If you’ve found a malfunction or have ideas for improvement, we’ll be happy to hear from you. You can reach out to the website’s operators by using the following email
Our website implements the ARIA attributes (Accessible Rich Internet Applications) technique, alongside various different behavioral changes, to ensure blind users visiting with screen-readers are able to read, comprehend, and enjoy the website’s functions. As soon as a user with a screen-reader enters your site, they immediately receive a prompt to enter the Screen-Reader Profile so they can browse and operate your site effectively. Here’s how our website covers some of the most important screen-reader requirements, alongside console screenshots of code examples:
Screen-reader optimization: we run a background process that learns the website’s components from top to bottom, to ensure ongoing compliance even when updating the website. In this process, we provide screen-readers with meaningful data using the ARIA set of attributes. For example, we provide accurate form labels; descriptions for actionable icons (social media icons, search icons, cart icons, etc.); validation guidance for form inputs; element roles such as buttons, menus, modal dialogues (popups), and others. Additionally, the background process scans all of the website’s images and provides an accurate and meaningful image-object-recognition-based description as an ALT (alternate text) tag for images that are not described. It will also extract texts that are embedded within the image, using an OCR (optical character recognition) technology. To turn on screen-reader adjustments at any time, users need only to press the Alt+1 keyboard combination. Screen-reader users also get automatic announcements to turn the Screen-reader mode on as soon as they enter the website.
These adjustments are compatible with all popular screen readers, including JAWS and NVDA.
Keyboard navigation optimization: The background process also adjusts the website’s HTML, and adds various behaviors using JavaScript code to make the website operable by the keyboard. This includes the ability to navigate the website using the Tab and Shift+Tab keys, operate dropdowns with the arrow keys, close them with Esc, trigger buttons and links using the Enter key, navigate between radio and checkbox elements using the arrow keys, and fill them in with the Spacebar or Enter key.Additionally, keyboard users will find quick-navigation and content-skip menus, available at any time by clicking Alt+1, or as the first elements of the site while navigating with the keyboard. The background process also handles triggered popups by moving the keyboard focus towards them as soon as they appear, and not allow the focus drift outside of it.
Users can also use shortcuts such as “M” (menus), “H” (headings), “F” (forms), “B” (buttons), and “G” (graphics) to jump to specific elements.
We aim to support the widest array of browsers and assistive technologies as possible, so our users can choose the best fitting tools for them, with as few limitations as possible. Therefore, we have worked very hard to be able to support all major systems that comprise over 95% of the user market share including Google Chrome, Mozilla Firefox, Apple Safari, Opera and Microsoft Edge, JAWS and NVDA (screen readers), both for Windows and for MAC users.
Despite our very best efforts to allow anybody to adjust the website to their needs, there may still be pages or sections that are not fully accessible, are in the process of becoming accessible, or are lacking an adequate technological solution to make them accessible. Still, we are continually improving our accessibility, adding, updating and improving its options and features, and developing and adopting new technologies. All this is meant to reach the optimal level of accessibility, following technological advancements. For any assistance, please reach out to