POR QUE NECESSITAMOS MUDAR AS PRÁTICAS E MUDAR AS FORMAS DE VIDA?


 CONTAMINAÇÕES INTERDISCIPLINARES COM MARRONS ENFERRUJADOS

Como todos os anos, a primeira aula começa com todas as alunas, futuras professoras de Educação Primária, fora das salas de aula da universidade. No ano acadêmico de 2017-2018, iniciamos nossas atividades com a  exposição Bibliotecas Insólitas, com curadoria de Glòria Picazo, que aconteceu de 16 de junho a 10 de setembro de 2017 na Casa Encendida de Madri. Nas palavras da curadora:

“Observamos a biblioteca como a história de uma quimera, de uma ilusão, de um sonho impossível, já que entendê-la como um recipiente capaz de cobrir toda a memória do mundo, sempre acabará sendo uma” utopia inatingível “. Mas existem muitas variações possíveis desse conceito de biblioteca completa, que pode ser encontrado em bibliotecas pessoais, diversas, subjetivas, anárquicas e incomuns, se as analisarmos a partir dos cânones tradicionais que se aplicam aos profissionais de biblioteconomia.Bibliotecas Insólitas reúnem em um só projeto a ideia de uma “biblioteca infinita”, insaciável, sempre em mudança e aberta a todo tipo de conhecimento, com contribuições de artistas contemporâneos que, do final dos anos sessenta até a atualidade, revisaram (ou revisitaram) a ideia de biblioteca, arquivo e livro como fonte inesgotável de conhecimento (… ), como imagina Jorge Luis Borges, como um espaço em que o conhecimento transborda e as incertezas dominam a ideia dessa ” biblioteca infinita ” que persiste desde tempos imemoriais. Bibliotecas míticas como Alexandria, particular e subjetiva como a de Michel de Montaigne, utópica como os projetos arquitetônicos de Étienne-Louis Boullée no século XVIII, até mesmo aceitar e questionar a “nuvem” como aquele imenso arquivo que recolhe a enorme quantidade de dados gerados pela sociedade de hoje configurar o campo de reflexão sobre o qual sustenta esta exposição”

Cinta Arbonés, Ariadna Bonjorn, Thais Carbonell, Judith Fernandez, Andrea Lobo, Maria Serveto y Joan Solsona (alunas do curso de Educação Primária na Universidade de Lleida – Espanha), em uma atividade de deriva pela cidade de Lleida, só conseguiram ver a parte negativa da cidade: cartazes dizendo é “proibido pintar”, além de sujeira, espaços abandonados, cheios de grama e detritos, assoalhos inacabados, grafitados e danificados antes de ser habitado, portas de tábuas, etc … e decidiram construir o projeto “a cidade nos mata”. Entendemos que era um projeto que poderia levar a uma leitura negativa e pouco potencializadora em relação a própria cidade. Então as convidamos para uma nova deriva.

Saí do encontro de orientação e fui até o Salão de Beleza Hoho, pois, há algumas semanas, havia marcado um horário para cortar o cabelo. Cheguei, coloquei o avental e Rosa, a cabeleireira, me pergunta: como sempre? Eu respondo sim, como sempre. Rosa vai até seu arquivo, procura meu nome entre algumas fichas que estavam em uma dessas caixa-arquivo, lê as informações que necessita e a coloca de volta. Então prepara a tinta que dará ao meu cabelo uma cor mais uniforme. Enquanto ela procurava minha ficha no arquivo, não conseguia parar de pensar que elas estavam arquivando fichas como se fazia antigamente nas bibliotecas. Então me perguntava, seriam as duas caixas-arquivo de Rosa, parte de uma biblioteca insólita?

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Imagem 1- Caixas-arquivo do Salão de Beleza Hoho. “Uma biblioteca insólita?”. Fotografia da autora.

As caixas-arquivo de Rosa e o encontro com as estudantes do projeto “a cidade nos mata” me incentivaram a levá-las até o Salão de Beleza para que pudessem conhecer aquelas fichas. Embora houvesse um estranhamento por parte delas, fomos juntas. Então começamos a olhar as informações que estavam nas fichas guardadas nas caixas. Ali estavam o nome das clientes e ao lado havia muitos números. Eram os números das tinturas de cabelo de cada cliente. As alunas começaram a investigar as 314 clientes e toda a variação de cores, era uma infinidade de nuances e matizes. O banco de dados foi muito extenso e isso as levou a focar em 10% das clientes. Ao mesmo tempo, elas fizeram um estudo exaustivo de uma delas, Maria.

No salão havia várias mechas de cabelos guardados, então junto com Rosa e Rocío,  as cabelereiras do Salão Hoho, os alunos testaram os tons utilizados por Maria durante 3 anos. Maria pintava o cabelo em um tom de vermelho, no entanto desenvolveu um tipo de intolerância e teve que parar, hoje seus cabelos são brancos.

Diapositiva2Imagem 2: Cabelos tingidos. Fotografia da autora.

Quando elas estavam pintando as mechas descobriram que Maria sempre quis uma cor de base marrom, mas com alguns toques de cobre, e isso exigia a introdução de uma combinação para que o marrom ficasse em um tom enferrujado. Elas também experimentaram essas diferentes cores em papel, pois, quando você pinta um papel com tinta, outras coisas podem acontecer. Era uma referência a Andy Warhol e as alunas afirmavam que: “ele sempre pintava pessoas muito conhecidas, queremos pintar Maria, uma pessoa que vai ao salão de beleza”. A intervenção foi colocada logo acima da pia de lavar o cabelo, desta forma, todos os clientes sentados nessa posição poderiam ver Maria.

Diapositiva3 Imagem 3: Tornando-se marrom enferrujado. Fotomontagem da autora.

Com o mostruário das cores, as alunas experimentaram e criaram a instalação col(lum)or, um jogo entre as palavras cor e luz. São alguns cartões postais onde as fotos do catálogo aparecem com distintos tons de cores, efeitos do lugar e da luz do momento em que a fotografia foi feita. “Nas escolas, geralmente estudamos as cores na aula de arte e, normalmente, a luz na aula de ciências. Quando a vida é outra coisa “, afirmaram as alunas. O projeto desenvolvido no contexto do salão de beleza nos ajuda a repensar toda a policromia e a maneira de aprender a ver e sentir a cor, e que condições somos capazes de criar na escola para que vivamos, sintamos, compreendamos e exijamos toda a riqueza policromática que esse ambiente cotidiano nos oferece e que nossas retinas vejam nessas imagens algum contraste que nos leve a pensar e agir. Elas fizeram uma investigação dos materiais que existem nas escolas (fundamental e secundária), e uma intervenção artística chamada  el armario oculto, para indicar que há muito mais riqueza policromática no armário de um salão de beleza do que em um desses armários fechados onde esse tipo de material fica guardado nas escolas.

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Imagem 4:Policromia. Montagem da autora.

O projeto foi materializado com a exposição Rovellant Marrons- Marrones enfurrejados que de 22 de janeiro a 3 de março de 2018 transformou o espaço de um salão de beleza com uma série de instalações. No texto, apresentado pelas futuras professoras podemos ler:

 

“o objetivo é desconstruir a visão tradicional das cores nas escolas, ao mesmo tempo que se desfruta de um espaço cotidiano da cidade e vivê-lo como um contexto de aprendizagem. Ao tornar o salão de cabeleireiros um espaço de exposição artística, se quer redefinir os conceitos de forma a criar uma coesão entre a pedagogia e a arte, duas áreas que passam a nutrir um ao outro, mutuamente, permitindo a experimentação multidisciplinar no espaço do de um Salão de Beleza. Esse projeto aponta a necessidade de ver, de uma perspectiva mais ampla, toda a gama cromática que muitas vezes é limitada nas salas de aula. Através da arte, refletimos sobre a necessidade de uma mudança na educação atual. (….)”Como trabalhamos com cores na escola? Que técnicas são usadas? Que limites colocamos aos professores quando apresentamos apenas a gama cromática dos potes de tinta escolar que estão no armário fechado em uma sala de pintura? Depois deste projeto, não podemos retornar para a mesma maneira na escola. Não podemos mais apresentar apenas três cores primárias e fazer três misturas em um barco, aprendemos que temos que ir para a rua, para o meio ambiente, porque é lá que há uma infinita paleta de cores indeterminadas e  que não sabemos rotular. Não podemos negar as produções cromáticas de crianças que não parecem assimilar-se à realidade. Nós só vemos ou deixamos ver as folhas marrons no outono, mas, há também as verdes, vermelhas, bordôs e outras. E o céu, só pode ser azul? Compartilhamos anedotas de quando éramos crianças – uma de nós, por exemplo, sempre via as árvores de sua comunidade como “ametllers florits” (amendoeiras rosa). Na escola, uma vez o fizeram repetir um desenho porque ele havia pintado as árvores rosas e, de acordo com a professora, elas eram verdes. A cor azul e a cor amarela se juntaram e tiveram um filho verde? Essas perguntas que temos ouvido nas escolas não correspondem à realidade em que vivemos. Que acontece com as infinitas tonalidades que não cabem nos armários dos materiais escolares?”.

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 Imagem 5: Árvores floridas. Fotografia da autora.

Por

Glória Jové Monclús

(jovegloria@gmail.com)

Professora da Faculdade de Educação, Psicologia e Trabalho Social (FEPTS) da Universitat de Lleida, Espanha. Mestre e Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Autónoma de Barcelona. É membro do grupo de pesquisa Espahi Hibrid. Seus trabalhos têm focado diferentes métodos de pesquisa qualitativa a partir da abordagem do rizoma e da complexidade na formação de professores, para que sejam capazes de responder à heterogeneidade do século XXI. Em seus estudos dedica-se a investigar o modo como aprendemos, ensinamos e nos comunicamos através da arte contemporânea.

Tradução: Daniel Bruno Momoli

Revisão: Carmen Lúcia Capra e Luciana Gruppelli Loponte

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CONTAMINACIONES INTERDISCISPLINARARIS CON MARRONES ENFURREJADOS?  

Como cada año iniciamos el curso con todas nuestras estudiantes futuras maestras fuera de las aulas universitarias.  El curso 2017-2018 iniciamos el curso con la exposición Bibliotecas insólitas, comisariada por Glòria Picazo que tuvo lugar del 16 de junio al 10 de setiembre de 2017 en Casa Encendida de Madrid. En palabras de la  comisaria:

“Observamos la biblioteca como la historia de una quimera, de una ilusión, de un sueño imposible, puesto que entenderla como un contenedor susceptible de abarcar toda la memoria del mundo, siempre acabará siendo una “utopía inalcanzable”. Pero existen muchas posibles derivas de ese concepto de biblioteca total, que las podemos hallar en las bibliotecas personales, diversas, subjetivas, anárquicas e insólitas, si las analizamos desde los cánones tradicionales que rigen para los profesionales de la biblioteconomía.

Bibliotecas insólitas reúne en un mismo proyecto la idea de “biblioteca infinita”, insaciable, siempre cambiante y abierta a todo tipo de conocimientos, con aportaciones realizadas por artistas contemporáneos que, a partir de finales de la década de los sesenta y hasta la actualidad, han revisado la idea de biblioteca, de archivo y del libro como fuente inagotable de conocimiento (… ) como la imaginó Jorge Luis Borges, como un espacio en el que los saberes se desbordan y las incertidumbres nos abruman ante la idea de esa “biblioteca infinita” que ha persistido desde tiempo inmemorial. Bibliotecas míticas como la de Alejandría, particulares y subjetivas como la de Michel de Montaigne, utópicas como los proyectos arquitectónicos de Étienne-Louis Boullée en el siglo XVIII hasta aceptar y cuestionar la “nube” como ese archivo descomunal que recoge la cantidad ingente de datos generados por la sociedad actual configuran el campo de reflexión sobre el que sustenta esta exposición”

Cinta Arbonés, Ariadna Bonjorn, Thais Carbonell, Judith Fernandez, Andrea Lobo, Maria Serveto y Joan Solsona en la deriva por la ciudad para poder concretar su proyecto solo fueron capaces de ver la parte negativa de la ciudad, carteles como “ prohibido pintar”, suciedad, espacios abandonados, llenos de hierbas y desechos, pisos no terminados, con pintadas y dañados antes de ser habitados, puertas tapiadas, etc… y decidieron concretar el proyecto “la ciudad nos mata”. Compartimos que era un proyecto que podría conducirnos a hacer una lectura negativa y poco potenciadora de la propia ciudad y les emplazamos a que realizaran una nueva deriva.

Salí de la tutoría y fue al salón de belleza Hoho, había concertado una hora unas semanas atrás, mi pelo me reclamaba; llegué, me puse la bata  y Rosa la peluquera me pregunta: ¿Cómo siempre? Le contesto si, como siempre. Rosa va a su archivo, busca mi nombre en unas fichas que las saca de una caja archivador, lee la información que necesita y la vuelve a guardar en la caja archivador y va a preparar el tinte que devolverá a mi pelo un color más uniforme.  Mientras observaba como buscaba mi ficha en la caja archivador no podía parar de pensar en que eran archivadores que antiguamente estaban en las bibliotecas.  Las dos cajas archivadoras de Rosa formaban parte de una ¿biblioteca insólita?

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Imagen 1- Cajas archivadoras del salón de belleza Hoho ¿una biblioteca insólita?

Esas cajas archivadoras y el encuentro con los estudiantes del proyecto “la ciudad nos mata” me empujaron a citarles en la peluquería y que las vieran. Fuimos juntos al contexto, con cierto extrañamiento por parte de ellas y empezaron a mirar la información que había en las fichas dentro de las cajas: nombres  de las clientas y al  lado de estos nombres muchos números, números de los tintes de pelo de las clientas. Y empezaron a investigar, 314 clientas con toda la variación de tintes, multitud de matices, la base de datos era muy laboriosa y ello les llevó a centrarse en un 10% de las clientas que a la vez centraron un estudio exhaustivo en una de ellas, María. Las peluqueras tenían cabello guardado, y tintaron los cabellos de los  colores que durante 3 años María se tinto el pelo,  ya que desarrolló  una intolerancia al tinte y  tuvo que dejar de teñirse. Actualmente tiene el pelo blanco. Lo hicieron conjuntamente, las estudiantes y Rosa y Rocío, las dos peluqueras de Hoho.

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Imagen 2: Cabellos tintados

Fueron tintando y constataron que María siempre quería un color base marrón pero con unos toques de cobrizo, y ello requería introducir una combinación  para que el marrón quedara enferrujado.  Y experimentaron estos distintos colores sobre su imagen en papel, porque cuando se pinta un papel con tinte acontecen otras cosas. Quisieron tomar de referencia a Andy Warhol y afirmaron:  “él  siempre pinta gente muy conocida, nosotras queremos pintar a María, una persona que va al salón de belleza”. Y esta intervención se situó justo encima de la pica para lavar el pelo, de esto modo las clientas sentadas en esta posición todas veían a María.

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IMAGEN 3- Deviniendo marrons enferrujados Fotomontaje de la autora

Con el muestrario de los tintes experimentaron y crearon la instalación col(lum)or, es un juego de palabras de color y luz. Unas postales donde las fotos del catálogo aparecen con distintos tonos de colores efecto del lugar y de la luz del momento en que la foto fue tomada. “en las escuelas normalmente estudiamos los colores en clase de educación artística y la luz  normalmente en clase ciencias. Cuando la vida es otra cosa” afirmaron.  El proyecto desarrollado en el contexto del salón de belleza nos ayuda a repensar toda la policromía y  la manera de aprender a ver y a sentir  el color, y que condiciones somos capaces de crear en la escuela para que  vivamos, sintamos, comprendamos, exijamos toda la riqueza polícromatica que nos ofrece el entorno cotidiano y nuestras retinas vean en la siguiente imagen algún contraste que nos lleve a pensar y a actuar. Realizaron a la vez una investigación de los materiales que hay en las escuelas y en los gimnasios. Y en la intervención el armario oculto, emerge que hay mucha más riqueza policromática  en el armario de un salón de belleza que en el armario de una escuela donde se guarda este tipo de material.

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Imagen 4 y 5-   la policromía. Montaje de la autora

El proyecto se materializó con la exposición Rovellant Marrons- Marrones enfurrejados que del 22 de enero al 3 de marzo de 2018 transformó el espacio del salón de belleza con una serie de instalaciones. En la hoja de sala podemos leer: el objetivo es deconstruir la visión tradicional que se tiene de los colores en las escuelas, a la vez que disfrutar de un espacio cotidiano en la ciudad y vivirlo como un contexto de aprendizaje. Haciendo de la peluquería un espacio de exposición artística se quiere redefinir el concepto para crear una cohesión entre pedagogía y arte, dos ámbitos que pasan a nutrirse el uno del otro, permitiendo la experimentación multidisciplinaria en el espacio de la peluquería.

Este proyecto señala la necesidad de ver, desde una perspectiva más amplia, toda la gama cromática que a menudo queda limitada a las aulas. A través del arte se reflexiona de la necesidad de un cambio en la educación actual. (….) “¿Cómo trabajamos los colores en la escuela? ¿Qué técnicas se utilizan? ¿Qué límites ponemos las docentes cuando presentamos únicamente la gama cromática de los botes de pintura escolar, que quedan en el armario cerrado del aula de plástica? Después de este proyecto ya no nos podemos situar de igual forma en la escuela. Ya no somos capaces de presentar únicamente tres colores primarios y hacer tres mezclas en un bote, hemos aprendido que hay que salir a la calle, al entorno porque es donde hay una infinita paleta de colores “cachumbos”, que no sabemos cómo etiquetar. Nos vemos incapaces de negar las producciones cromáticas de niños que no parecen asimilarse a la realidad. Sólo vemos o dejamos ver hojas marrones en otoño,  también las hay de verdes, de rojas, de color burdeos y otras. Y el cielo, ¿es únicamente de color azul? Compartimos entre nosotras anécdotas de cuando éramos más pequeñas- Una de nosotras por ejemplo, siempre veía los árboles de su pueblo los “ametllers florits” (almendros floridos) de color rosa. En la escuela, una vez le hicieron repetir un dibujo porque había pintado los árboles rosa y, según la maestra  eran verdes. ¿Son el color azul y el color amarillo colores que se unieron y tuvieron un hijo de color verde? Estas preguntas que hemos oído en las escuelas ya no nos dan respuesta a la realidad que vivimos. ¿Qué pasa con las infinitas tonalidades que no caben en los armarios de materiales de la escuela?”

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Imagen 6.- Arboles floridos- Foto de la autora

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