30 ÁRVORES ESTRATÉGICAS da Mata Atlântica

Mais uma cartilha genial sendo lançada pra vocês!

Essa publicação foi realizada em 1998 por uma parceria da Sílvia Franz Marcuzzo (texto e edição) e do Paulo Brack (ilustração e consultoria técnica).

Nesta cartilha são descritas 30 espécies arbóreas nativas do RS, selecionadas pela sua importância no meio ambiente, pela valorização de suas flores, folhas ou frutos, pelo valor econômico e utilidade da madeira, seu emprego medicinal ou ainda pela sua importância ecológica como fonte de alimento para fauna e fonte de renda para comunidades locais.

“É o resultado das ações para a criação do Banco de Germoplasma de espécies nativas da Mata Atlântica, cuja a implantação a cargo da FEPAGRO, foi viabilizada pelo programa PED/RS (Projeto de execução descentralizada) financiado pelo ministério do Meio Ambiente, e Estado do Rio Grande do Sul. Surgiu, portanto, devido ao projeto “Corredor Ecológico Integrado do Litoral Norte do RS”, coordenado pela prefeitura Municipal de Osório.

Por ser uma publicação antiga, há modificações que necessitam ser feitas. No futuro pretendemos atualizá-la. No momento, desfrutem dessa cartilha feita com muito carinho, atenção e que visa ao máximo a divulgação dessas plantas, tão bonitas e essências para a preservação da Mata Atlântica e de comunidades que delas dependem.

Cartilha em PDF

 

 

 

ArteBio e 20 Anos do Grupo Viveiros Comunitários!

Nos dias 5, 6, 7 e 8 aconteceu na biologia da UFRGS o Artebio, movimento autônomo organizado há mais de 30 anos por estudantes de biologia, e que procura utilizar, nesse encontro, a arte e expressões culturais tão reprimidas na nossa sociedade e nos meios acadêmicos voltado para a Ciência. Juntamente com o DAIB (Diretório da Biologia), festejamos os 20 Anos de grupo Viveiros Comunitários, momento histórico, por ser um grupo que segue há muito tempo na resistência, lutando pelas plantas nativas, agroecologia, com comunidades tradicionais…
Teve subida no Morro Santana com Martin Grings. Esta subida ocorre desde 2004 e foi uma proposta do Martin e de outros estudantes de (re)conhecer esse morro tão lindo, que está tão perto de nós, e que poucas pessoas têm conhecimento da sua importância.
Teve feirinha com a Família Bellé (Antônio Prado), trazendo frutas nativas, sucos e PANCS, e também as Mulheres da terra do Assentamento filhos de Sepé (Viamão). Com alimentos agroecológicos e sem agressões a terra, essas feirinhas são uma das formas de apoiar essas pessoas que resistem diariamente no campo contra esse sistema hegemônico de produção alimentar.
Teve roda de conversa com integrantes antigxs e atuais do GVC relembrando momentos essenciais. Cada pessoa que passou nesse grupo e pelo viveiro possibilitou ser o que é hoje: Um espaço lindo dentro da Universidade, biodiverso e autogestionado.
Não podemos deixar de agradecer ao nosso querido orientador Paulo Brack, que faz parte essencial dentro da história do grupo!
De noite teve a Butia Dub e Toque de Comadre, bandas formadas e frutificadas devido a sementes plantadas aqui no DAIB e no Viveiro Bruno Irgang.
Vamos continuar usando esses espaços acadêmicos para dar voz a quem não é ouvidx, vamos trazer biodiversidade e arte, já que precisamos tanto desse fortalecimento em momentos de luta!

Agradecemos a presença de todxs!