Relatos e memórias
Matéria Meu Lugar na UFRGS
A matéria completa pode ser lida no site do Jornal da Universidade
Oficina de Compostagem Doméstica
No dia 14 de julho de 2022, o Grupo Viveiros Comunitários participou em parceria com o projeto Lixo não é lixo: reciclando práticas e ideias do Centro Cultural da UFRGS da Oficina de Compostagem Doméstica. A oficina buscou trazer informações sobre como pode ocorrer a compostagem dos resíduos alimentares utilizando como recipiente baldes reaproveitados, mostrando desde o feitio e utilização da composteira até o manejo e uso do composto e chorume resultantes do processo. Foi ministrada pelos viveiristas Fabrício Paris, Maria Berto e Marina Fülber no Centro Cultural, no Campus Centro. Os registros, realizados pela UFRGS TV, podem ser assistidos a seguir.
RELATOS 2021
Relatório GVC 2020
Participação do GVC na Semana Acadêmica Biologia 2021


Lembrança da Mostra Biodiversidade pela Boca 2014
Memórias de tempos de celebrar e compartir a biodiversidade!
Está disponível no youtube do Coletivo Catarse o registro da Mostra Biodiversidade pela Boca, evento promovido pelo Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais (InGá) em parceria com o Ministério do Meio Ambiente em 2014, com participação do GVC.
Mesmo em tempos difíceis, as sementes sempre germinaram e germinarão!
Seguimos
Participação GVC no Salão de Extensão UFRGS
Resumo da Tertúlia pro Salão (23/10):
“Os projetos de extensão do Grupo Viveiros Comunitários, fundado em 1997 por estudantes e professores de Ciências Biológicas da UFRGS, tem como pano de fundo o problema do afastamento das sociedades modernas em relação à natureza, o que podemos também chamar de “apartheid ecológico”. Os estudantes de biologia tiveram a iniciativa de tentar superar esta condição, também desfavorável para quem mais estuda a vida, construindo práticas que resgatem em parte esta relação necessária para a superação da degradação ambiental que se aprofunda. O quadro da crise, a condição de um Estado e de um país riquíssimos em biodiversidade e sociobiodiversidade, em perdas crescentes, impõe a necessidade de refletirmos as bases da degradação ambiental e os desafios para esta superação. Além disso, o grupo questiona o paradigma produtivista que homogeneíza a paisagem, ameaça a biodiversidade e está associado ao modelo hegemônico que tem também influência na universidade. Como contraponto, busca-se o resgate da diversidade biológica, com base nas plantas, em especial nativas, e nas culturas que valorizam esta diversidade e os modos de vida locais associados ao tema. Acredita-se que a saúde ambiental depende desta reaproximação da natureza ao convívio humano. E, para tanto, procura-se a (re)instrumentalização do uso e manejo de plantas e a interação dos conhecimentos e práticas entre o saber popular e o acadêmico. O desenvolvimento de viveiros, o cultivo de mudas nativas, incluindo árvores e plantas alimentícias não convencionais, a interação com as comunidades tradicionais indígenas e quilombolas, as ações em escolas e ocupações verdes estão entre as ações realizadas pelo grupo. E a visibilidade do tema para o meio acadêmico e para a sociedade, dentro do possível, é o desafio das ações de extensão do GVC, sempre lembrando que o conhecimento e as práticas emergem também do intercâmbio e da vivência com saberes populares. Além da produção de mudas para trocas e doações inclusive para povos indígenas e comunidades tradicionais, ou mesmo com atividades com escolas, o GVC traz o debate de políticas públicas dobre a Biodiversidade e Agrobiodiversidade. No momento, trazemos atividade de debates com ênfase à agroecologia, à conservação da biodiversidade, por meio do tema relativo às Metas da Biodiversidade 2020 (Metas de Aichi). No ano de 2020, este será um assunto central do GVC, já que a ONU terá que fazer um balanço das políticas que estavam sendo previstas para serem atingidas em 2020 em acordos internacionais que o Brasil, incluindo os estados da Federação, assinou, mas pouco fez para cumprir. O balanço será realizado em atividades de se trazer à tona relatórios técnicos com estes balanços, a fim de se apontar soluções urgentes para fazer frente ao “apagão” da bioconservação e da sustentabilidade ecológica. E, neste caso especial, focaremos na necessidade de incremento dos viveiros e da promoção do uso e manejo sustentáveis de nossa biodiversidade”
ArteBio e 20 Anos do Grupo Viveiros Comunitários!
Nos dias 5, 6, 7 e 8 aconteceu na biologia da UFRGS o Artebio, movimento autônomo organizado há mais de 30 anos por estudantes de biologia, e que procura utilizar, nesse encontro, a arte e expressões culturais tão reprimidas na nossa sociedade e nos meios acadêmicos voltado para a Ciência. Juntamente com o DAIB (Diretório da Biologia), festejamos os 20 Anos de grupo Viveiros Comunitários, momento histórico, por ser um grupo que segue há muito tempo na resistência, lutando pelas plantas nativas, agroecologia, com comunidades tradicionais…
Teve subida no Morro Santana com Martin Grings. Esta subida ocorre desde 2004 e foi uma proposta do Martin e de outros estudantes de (re)conhecer esse morro tão lindo, que está tão perto de nós, e que poucas pessoas têm conhecimento da sua importância.
Teve feirinha com a Família Bellé (Antônio Prado), trazendo frutas nativas, sucos e PANCS, e também as Mulheres da terra do Assentamento filhos de Sepé (Viamão). Com alimentos agroecológicos e sem agressões a terra, essas feirinhas são uma das formas de apoiar essas pessoas que resistem diariamente no campo contra esse sistema hegemônico de produção alimentar.
Teve roda de conversa com integrantes antigxs e atuais do GVC relembrando momentos essenciais. Cada pessoa que passou nesse grupo e pelo viveiro possibilitou ser o que é hoje: Um espaço lindo dentro da Universidade, biodiverso e autogestionado.
Não podemos deixar de agradecer ao nosso querido orientador Paulo Brack, que faz parte essencial dentro da história do grupo!
De noite teve a Butia Dub e Toque de Comadre, bandas formadas e frutificadas devido a sementes plantadas aqui no DAIB e no Viveiro Bruno Irgang.
Vamos continuar usando esses espaços acadêmicos para dar voz a quem não é ouvidx, vamos trazer biodiversidade e arte, já que precisamos tanto desse fortalecimento em momentos de luta!
Agradecemos a presença de todxs!
- Comemoração do evento Artebio e 20 anos de Viveiros Comunitários, dois movimentos autônomos e autogestionados pelxs estudantes de biologia da UFRGS.
- Comida biodiversa com PANCS
- Banquinha do GVC
- Subida no Morro Santana com Martin Grings
- Fran da Família Bellé e Carol Jasmin
- Subida no Morro Santana com Martin Grings
- Panda (ex estudante de biologia), Paulo Brack e a agricultura Dona Aldaci
- Subida no Morro Santana com Martin Grings
- VBI
- Feiririnha no Viveiro Bruno Irgang
- Aldaci, da família Bellé
- Subida no Morro Santana com Martin Grings
- Subida no Morro Santana com Martin Grings
- Subida no Morro Santana com Martin Grings
- Subida no Morro Santana com Martin Grings
- Roda de Conversa com integrantes antigos e atuais do GVC.
Pôster “Grupo Viveiros Comunitarios: há 20 anos na busca pela autonomia, em prol da biodiversidade nativa”
Participantes do GVC participaram do “III Congreso de Extensión Universitaria de AUGM” em Santa Fé, na Argentina. O 3º Congresso de Extensão AUGM ocorreu de 06 a 09 de setembro de 2017, na Universidade Nacional do Litoral. O pôster exposto e apresentado foi: “Grupo Viveiros Comunitarios: há 20 anos na busca pela autonomia, em prol da biodiversidade nativa” com a temática “Ambiente y desarrollo sustentable”. O tema do Congresso foi “Democracia, Direitos Humanos e Inclusão Social”.

















