Atividade terá transmissão online no dia 15 de fevereiro, às 19h, com inscrições gratuitas
A Liga de Neurologia e Neurocirurgia da (LiNNU) da UFRGS promove sua primeira aula aberta de 2022, tendo como tema “As sequelas neurológicas pós-covid-19”.
A ministrante convidada é a médica neurologista Angélica Dal Pizzol. Graduada pela Universidade de Caxias do Sul, ela é neurologista no Hospital de Clínicas de Porto Alegre e no Hospital Moinhos de Vento.
O encontro acontece nesta terça-feira, dia 15 de fevereiro, às 19h, e para participar basta fazer sua inscrição por este link. Haverá emissão de certificado.
HCPA/UFRGS também foi apontado no ranking do Great Place to Work (GPTW) como o 5º melhor hospital do país para se trabalhar
Foto: Clóvis Prates
O Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA/UFRGS) foi apontado no ranking do Great Place to Work (GPTW) como o 5º melhor hospital do país para se trabalhar, sendo o único público e também o único gaúcho no Top 10.
O Great Place to Work (GPTW) avaliou mais de 250 instituições de saúde, entre laboratórios farmacêuticos, hospitais, clínicas e operadoras, para estabelecer os rankings. A metodologia aplicada contempla os resultados da Pesquisa de Cultura feita com a comunidade interna e uma análise técnica que o GPTW realiza sobre as práticas do hospital para fomentar e manter um ambiente de confiança, respeito e transparência.
O Clínicas é referência no atendimento a casos graves da covid e, em relação à doença, em 2020 e 2021, foram realizadas 3.395 admissões em enfermarias e 3.954 no Centro de Tratamento Intensivo (CTI). Em paralelo, os demais serviços continuaram atuando e somaram 67 mil procedimentos cirúrgicos, 763 mil consultas presenciais, 120 mil teleconsultas, 6,3 milhões de exames, 56 mil internações, 5,4 mil partos e 458 transplantes.
Evento é promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino na Saúde da UFRGS e visa ampliar o debate sobre a responsabilidade social na incorporação de inovação no campo da Educação na Saúde
Segundo os organizadores, a perspectiva da inovação responsável pode oferecer elementos importantes que ampliam a compreensão sobre o valor das inovações tecnológicas no campo da educação na saúde. Além disso, a Mostra é uma oportunidade de desenvolver o intercâmbio e o reconhecimento das produções resultantes de mestrado profissionais na área da saúde coletiva, por meio da apresentação de produtos bibliográficos e técnicos produzidos nos programas nesta área.
O evento é online e a abertura acontece no primeiro dia, a partir das 19 horas, com a Mesa Redonda ‘Experiências exitosas de programas de pós-graduação da Região Sul’. Trabalhos podem ser enviados até 28 de fevereiro e o resultado da avaliação sai em 15 de março.
Evento é promovido pelo PPG Ciências Farmacêuticas, com inscrições gratuitas, e ocorre totalmente online entre os dias 14 e 17 de fevereiro
Foto: Ramon Moser/UFRGS – Arquivo (imagem obtida antes da pandemia de covid-19)
O Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da UFRGS (PPGCF) promove sua 7ª Escola de Verão, que ocorre entre os dias 14 e 17 de fevereiro. Esta edição, totalmente online, aborda o tema “Inovação Farmacêutica e a importância da divulgação científica”, e contará com palestras ministradas por doutorandos, pós-doutorados e professores do PPGCF para alunos de graduação e pós-graduação em Farmácia e áreas afins. As inscrições, gratuitas, estão abertas pelo formulário disponível neste link. As vagas são limitadas.
O evento objetiva integrar graduandos de diferentes instituições do país e apresentar as linhas de pesquisa do PPGCF, contribuindo para despertar o interesse na pós-graduação e pesquisa. Haverá certificação para participantes com 75% de frequência. A transmissão ao vivo ocorre pelo canal do YouTube do PPGCF, com início às 17h30 em todos os dias da programação.
Esta é a segunda edição consecutiva da Escola de Verão que ocorre 100% online e de forma gratuita devido à necessidade de distanciamento social imposta pela pandemia de covid-19. Gabriella Machado, pós-doutoranda no PPGCF e coordenadora científica do projeto, aborda os pontos positivos observados na primeira experiência, ocorrida no ano passado. “O evento alcançou uma grande visibilidade, contabilizando aproximadamente 700 inscritos e 270 pessoas on-line de forma síncrona, além de possibilitar um alcance de mais de 1000 visualizações dos vídeos. Contribuiu para a divulgação de conhecimento científico e tecnológico relacionado a temas atuais e inovadores no âmbito das ciências farmacêuticas, sendo observado que a avaliação do evento pelos inscritos foi bastante positiva. Além disso, foi uma oportunidade de integrar profissionais e alunos de diversas universidades do país, de diferentes estados e regiões brasileiras, gerando ampla discussão sobre o tema”, explica.
Gabriella prossegue destacando a gratuidade e o formato do projeto para a maior participação de estudantes. “Visualizamos que um evento online e gratuito consegue ter um alcance maior a todos os indivíduos interessados. Permite divulgar temáticas relevantes e inovadoras nas ciências farmacêuticas em prol do conhecimento científico, o que gera um grande impacto na visibilidade da instituição e no PPGCF da UFRGS, contribuindo para despertar o interesse na pós-graduação e pesquisa”, comenta a coordenadora. “Esperamos que o nosso evento contribua para o aprimoramento da formação de diversos graduandos, pós-graduandos e profissionais, permitindo demonstrar a importância da divulgação científica e das pesquisas realizadas em nossa instituição, temática que ainda é pouca explorada em eventos acadêmicos e que precisa ser cada vez mais debatida”, completa.
O Jornal da UFRGS podcast desta semana tem como tema a pesquisa “Trabalhadores On Demand e Pandemia: Uma Etnografia com Motoristas e Entregadores de Aplicativo na Região Metropolitana de Porto Alegre.” O estudo foi realizado por Jonathan Madeira Rocha, junto ao Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas.
Esta é uma das pesquisas que fazem parte do projeto financiado pelo Governo Federal e liderado pela UFRGS, intitulado “A COVID-19 no Brasil: análise e resposta aos impactos sociais da pandemia entre profissionais de saúde e população em isolamento”. Na entrevista, Jonathan fala dos desafios de realizar essa pesquisa, em razão da pandemia e da falta de rotina e local de trabalho desses trabalhadores. Também traz suas principais observações e conclusões, como as estratégias pessoais e coletivas que os trabalhadores por App. criam para “enfrentar” o controle dos algoritmos.
Ouça no Ciência 1080, quadro quinzenal do Jornal da UFRGS que apresenta as pesquisas realizadas na Universidade e seus benefícios para o conhecimento científico e para a sociedade. Esta e outras edições estão disponíveis no Blog da Redação, no Lúmina Podcasts e nas principais plataformas de áudio.
Decisão considera recomendações do Comitê Covid/UFRGS diante do aumento substancial das internações e da ocupação dos leitos clínicos e de UTI hospitalares no Rio Grande do Sul
Foto: Gustavo Diehl
Foi publicada, na tarde desta sexta-feira, 28 de janeiro, a Portaria n. 630/2022, do Gabinete do Reitor, que adia para 7 de março o retorno restrito das atividades presenciais na Universidade. O novo documento estabelece as diretrizes para retorno gradual às atividades presenciais na UFRGS. Todas as atividades deverão respeitar as diretrizes gerais de retorno à presencialidade elaboradas pelo Comitê Covid/UFRGS.
Aulas do primeiro semestre de 2022/1 devem iniciar em 13 de junho e se estenderão até 20 de outubro
Foto: Rochele Zandavalli
Em reunião realizada na tarde desta quarta-feira, dia 26 de janeiro, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) da Universidade aprovou o Calendário Escolar para 2022/1 e 2022/2. Ambos os semestres ficaram com um total de 108 dias letivos cada.
As datas fixadas levam em consideração os impactos da pandemia de covid-19 sobre as atividades administrativas e acadêmicas, bem como o necessário planejamento e adequação da UFRGS aos protocolos sanitários que garantam a segurança da comunidade universitária. Os conselheiros também aprovaram a realização de um recesso de final de ano com três semanas de duração, com início em 26 de dezembro de 2022 e término em 15 de janeiro de 2023.
Outras informações estarão no Calendário com as Datas Acadêmicas, que será divulgado em até cinco dias úteis pelo site www.ufrgs.br/prograd .
Confira as datas de início e término dos semestres
Organizado pela UFRGS, a obra reúne artigos produzidos a partir da disciplina ‘Comunicação e Política – Pandemia, Negacionismo e Responsabilidade Social’
Lançado pela Editora Insular, o livro ‘Covid-19 – Comunicação, negacionismo e responsabilidade social’ reúne artigos produzidos a partir da disciplina ‘Comunicação e Política – Pandemia, Negacionismo e Responsabilidade Social’, ministrada no primeiro semestre de 2021 no Programa de Pós-graduação em Comunicação (PPGCOM/UFRGS).
Organizado pelo professor da Fabico Luiz Arthur Ferraretto e pesquisadores do PPGCOM, a obra procura dar respostas científicas à problemática da saúde e da comunicação durante o combate à covid-19. Durante a disciplina, um grupo de palestrantes provocou um debate aprofundado junto aos estudantes e, agora, essas falas foram convertidas em artigos que formam a primeira metade do livro. Cruzadas com a leitura orientada de textos científicos, as palestras geraram uma série de questionamentos, impondo a ida a campo por parte de alunos. O resultado dessas pesquisas aparece no restante do livro.
No seu conjunto, ‘Covid-19 – Comunicação, negacionismo e responsabilidade social’ procura dar conta de um momento histórico difícil e ainda em análise. Conforme os organizadores (Luiz Artur Ferraretto, Andrei dos Santos Rossetto, Francielly Brites, Gustavo Monteiro Chagas e Paloma da Silveira Fleck), a obra transita pelo papel fundamental da ciência na construção de um futuro de respeito à vida: a razão no embate com o senso comum, a responsabilidade social enfrentando o negacionismo, os processos de desinformação presentes em flertes da ignorância com o autoritarismo e a comunicação profissional como única alternativa em relação à propaganda apresentada como jornalismo. Destacam também que os textos do livro baseiam-se em teorias e metodologias reconhecidas pela ciência.
• Saúde: “A covid 19 é o grande evento da nossa geração” – Pedro Rodrigues Curi Hallal (UFPEL)
• Desinformação: “A internet não inventou o boato, não inventou a difamação. A internet só surge como um propulsor do que a sociedade já fazia” – Taís Seibt (Unisinos)
• Comunicação de massa: “A ciência, a estrutura de saúde e o jornalismo são os redutos mais seguros que existem hoje de esclarecimento e enfrentamento da pandemia” – Daniel Scola (Grupo RBS)
Parte 2 – A comunicação da saúde
• Desinformação como estratégia de comunicação: uma análise de conteúdo das notícias veiculadas pelo Ministério da Saúde sobre “tratamento precoce” – Mayara Floss (USP) e Gabrielle Tolotti (UFRGS)
• (In)visibilidade discursiva na pandemia: estratégias discursivas adotadas pelo Ministério da Saúde na campanha de vacinação contra a covid-19 – Matheus Rocha Wecki (PUCRS)
• Bolsonaro em ato pró-hidroxicloroquina em julho de 2020: uma análise feita pela lente de uma teoria populista de governo e os valores anticientíficos e negacionistas – Thiane Silveira de Ávila (UFRGS)
• Comunicação e crise – Substantivos femininos: uma análise do enfrentamento da covid-19 pelas prefeitas de Pelotas e de Novo Hamburgo – Amanda Braga Silveira (UFRGS)
• Estudo Epicovid19-BR: uma análise do noticiado nos principais telejornais brasileiros à luz da espiral do silêncio – Andrei dos Santos Rossetto (UFRGS/ ESPMRS)
• A cobertura da vacinação contra a covid-19 no Rio Grande do Sul: um estudo sobre as mudanças na construção da reportagem no RBS Notícias – Francielly de Brites Costa Dias (UFRGS)
• Reportagem em tempos de pandemia: comparação da cobertura da Rádio Gaúcha nos primeiros turnos das eleições de 2014 e 2020 – Paloma da Silveira Fleck (UFRGS)
• E a notícia no rádio? Negacionismo e responsabilidade em entrevistas com o governador do Rio Grande do Sul durante a pandemia – Gustavo Monteiro Chagas (UFRGS)
• O rádio do Baixo Amazonas durante a pandemia de covid-19: apontamentos sobre a atuação da Alvorada, de Parintins – Alberto Luiz Silva Ferreira (UFAM)
• Divulgação científica e combate à desinformação no Brasil: a circulação da ação #EquipeHalo, da Organização das Nações Unidas, no TikTok – Luana Chinazzo Muller (PUCRS)
Pesquisa aponta que a pandemia e o distanciamento social foram fatores de risco para o aleitamento materno
Foto: Peter Illicciev – Fiocruz
Um estudo apresentado no último Salão de Iniciação Científica (SIC) expôs dados relevantes a respeito do aleitamento materno e do oferecimento de alimentação complementar a bebês no contexto da pandemia de covid-19. A pesquisa avaliou três desfechos – a interrupção do aleitamento materno, o aleitamento materno exclusivo aos seis meses do bebê e a introdução da alimentação complementar antes dessa faixa etária – em períodos antes e durante a pandemia. A partir de entrevistas com 395 puérperas (mulheres que deram à luz há pouco tempo) atendidas na maternidade do Hospital de Clínicas de Porto Alegre entre os anos de 2019 e 2021, as pesquisadoras observaram que a pandemia representou um fator de risco para o aleitamento materno.
Os resultados encontrados indicam que, das mulheres entrevistadas que amamentavam seus filhos antes da pandemia, 69,4% delas mantiveram a amamentação durante a covid-19; a porcentagem das que prosseguiram com o aleitamento materno exclusivo aos seis meses durante a pandemia caiu para 31,9% quando comparada aos índices do período pré-pandêmico.
No geral, as mulheres entrevistadas durante o período de distanciamento social apresentaram risco 34% menor de ofertar alimentação complementar antes do sexto mês de vida da criança em comparação com os dados de antes da pandemia. Mães que seguiram trabalhando fora de casa nesse período, contudo, tiveram um risco 24% maior de não estar amamentando de forma exclusiva aos seis meses e 64% maior de iniciar a alimentação complementar antes do sexto mês de vida.
Fator protetor versus fator de risco
A bolsista de Iniciação Científica e estudante de Nutrição pela UFRGS Dulce Zuchini, que trabalhou no projeto, destaca as diferentes percepções que teve no início e durante o desenvolvimento do estudo. “Achávamos inicialmente que a pandemia seria um fator protetor, mas foi, na verdade, mais um fator de risco. O período aumentou a incidência das mulheres que não conseguiram amamentar exclusivamente até os seis meses, pelo menos se comparado com o grupo pré-pandemia”. Por outro lado, o trabalho remoto acabou se tornando um elemento protetor para as mulheres que não precisavam sair de casa, nos tópicos de aleitamento exclusivo e na introdução da alimentação complementar em tempo oportuno.
Dulce observa que os dados produzidos no seu trabalho são preliminares e alega que podem servir de precedente para futuros estudos maiores, usando essas amostras como base de referência. Ela ressalta que o mais urgente é promover informação sobre amamentação e incentivos da sociedade ao aleitamento. “Muitas dessas informações foram perdidas por causa do medo e da falta de comunicação, inclusive sobre o aleitamento. Elas ficaram com medo que [a covid-19] fosse transmissível também pelo leite materno”, comenta. Orientadora de Dulce, a professora do departamento de Nutrição da UFRGS Michele Drehmer complementa a necessidade de se terem atendimentos presenciais nos serviços de saúde para melhorar o suporte a gestantes e puérperas.
Local conta com a infraestrutura cedida pelo Instituto de Ciências Básicas da Saúde. Parceria da UFRGS com a Prefeitura de Porto Alegre visa desafogar as unidades de saúde
Foto: UFRGS
Uma tenda montada no Campus Centro da UFRGS, ao lado do prédio do Instituto de Ciências Básicas da Saúde (ICBS), soma-se às 132 unidades de saúde da Capital que realizam testagem rápida de antígeno para a covid-19. O ICBS cedeu o espaço e a infraestrutura (banheiros, impressoras, energia elétrica) para que a Prefeitura Municipal de Porto Alegre pudesse oferecer mais um local para diagnóstico, diante do aumento de casos da doença. Os testes estão disponíveis para quem apresenta sintomas da covid-19 (febre, calafrio, dor de garganta, tosse, dor de cabeça, coriza, diarreia, alteração no olfato, no paladar, fraqueza e dor muscular) e pacientes assintomáticos em contato com caso positivo de covid-19 e sem esquema vacinal completo. A testagem deve ser realizada, de preferência, entre o terceiro e quinto dia após o início dos sintomas. Para pacientes assintomáticos, entre o terceiro e quinto dia após o último contato com o caso positivo de covid-19. Pessoas nestas condições podem ir até a tenda do ICBS das 9h às 17h, na Rua Sarmento Leite, 500, portando um documento de identidade.
A diretora do ICBS, Ilma Brum da Silva, explica que no local já estava sendo realizada, desde 3 de janeiro, a coleta de amostras para os testes de RT-PCR de pessoas encaminhadas pelas unidades de saúde de Porto Alegre que tinham sintomas, mas apresentavam resultado negativo da testagem rápida de antígeno. A partir de hoje, 14, na tenda do ICBS é possível realizar os dois tipos de teste.
Profissionais do ICBS e outros voluntários já vem atuando desde 2020 no processamento de amostras dos testes de RT-PCR (veja as notícias relacionadas no fim do texto) e, conforme Ilma, desde o início de janeiro de 2022 passaram a ser processadas na UFRGS todas as amostras coletadas em Porto Alegre. “Estamos processando mais de mil testes de RT-PCR por dia, com grande esforço de toda a equipe, que teve sua carga de trabalho dobrada”, informa a diretora. Ela acrescenta que foi necessário chamar novamente voluntários que haviam sido dispensados quando, em dezembro passado, o número de amostras recebidas vinha caindo, mas o aumento de casos verificado a partir do fim do ano obrigou a aumentar a equipe, que hoje é de cerca de 50 pessoas. Além da testagem, o ICBS atua em mais duas frentes: genotipagem e sequenciamento, para avaliar, de forma mais detalhada, as adaptações do SARS-CoV 2 no andamento da pandemia.