Resultados inéditos indicam que cinco fungos que vivem em uma árvore amazônica conhecida como casca-preciosa conseguem crescer sobre plástico PET, o que sugere que eles podem ser capazes de degradar o polímero. A pesquisa é realizada em conjunto entre as duas universidades, unindo a expertise de cada uma delas. Na UEA, o estudo é coordenado pela professora Patrícia Albuquerque Melchiona, egressa do curso de Engenharia de alimentos do ICTA e atualmente pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Biotecnologia que trabalha com enzimas e fungos de plantas amazônicas; na UFRGS, a coordenação é de Rosane Soares, pesquisadora dos programas de pós-graduação em Ciência dos Materiais (PGCIMAT) e Química (PPGQ), com atuação na área de polímeros e biomateriais. A colaboração também inclui o laboratório de Biotecnologia do Instituto de Ciência e Tecnologia de Alimentos (ICTA) da UFRGS, sob coordenação do professor Marco Antônio Zachia Ayub.
Confira a matéria completa no UFRGS Ciência.
Resultados inéditos indicam que cinco fungos que vivem em uma árvore amazônica conhecida como casca-preciosa conseguem crescer sobre plástico PET, o que sugere que eles podem ser capazes de degradar o polímero. A pesquisa é realizada em conjunto entre as duas universidades, unindo a expertise de cada uma delas. Na UEA, o estudo é coordenado pela professora Patrícia Albuquerque Melchiona, egressa do curso de Engenharia de alimentos do ICTA e atualmente pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Biotecnologia que trabalha com enzimas e fungos de plantas amazônicas; na UFRGS, a coordenação é de Rosane Soares, pesquisadora dos programas de pós-graduação em Ciência dos Materiais (PGCIMAT) e Química (PPGQ), com atuação na área de polímeros e biomateriais. A colaboração também inclui o laboratório de Biotecnologia do Instituto de Ciência e Tecnologia de Alimentos (ICTA) da UFRGS, sob coordenação do professor Marco Antônio Zachia Ayub.
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