Sumário do livro LO-FI: Música pop em baixa definição

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Para adquirir o livro (versão impressa ou ebook), acesse: www.editoraappris.com.br/produto/lo-fi-musica-pop-em-baixa-definicao

SUMÁRIO

PREFÁCIO – Gravações caseiras. Políticas da intimidade na música pop
por Fabrício Silveira

INPUT – Por um ‘registro da intimidade’ do autor

INTRODUÇÃO

PARTE I – CONCEITUANDO O LO-FI

1 MATERIALIDADES DO LO-FI

1.1 Materialidades e meios
1.2 Materialidades e aparelhos
1.3 O lo-fi como sistema modelizante
1.4 Delimitando os conceitos de lo-fi e de baixa definição

1.4.1 Fidelidade
1.4.2 Resolução
1.4.3 Ruído
1.4.4 Definição
1.4.5 Baixa definição, LO-FI e lo-fi

2 IMAGENS SONORAS LO-FI

2.1 A imagem em begson
2.2 Desdiscretizando a imagem sonora
2.3 Reconhecendo imagens sonoras

3 AGENCIAMENTOS DE BAIXA DEFINIÇÃO

3.1 Territórios de significação
3.2 Agenciamentos
3.3 A máquina abstrata LO-FI

PARTE II – PLATÔS DE BAIXA DEFINIÇÃO

4 RITORNELOS TECNOLÓGICOS DA AUTENTICIDADE

5 MAQUINIZAÇÕES DO AMADORISMO

6 EXÍLIOS CASEIROS E O REENCANTAMENTO DA MÚSICA POP

7 IMAGENS SONORAS DA VIOLÊNCIA

8 RESISTÊNCIA E DEVIR SUCATA DAS CAIXAS PRETAS MUSICAIS

9 PICOS (DE DESTERRITORIALIZAÇÃO) DE INTENSIDADE SONORA

CONSIDERAÇÕES FINAIS – Descrição do diagrama da máquina abstrata lo-fi

OUTPUT – Pontas de destarritorialização do livro

GLOSSÁRIO

REFERÊNCIAS

Conversas CultPop | Lo-Fi: Música pop em baixa definição

Aumenta o volume porque o universo musical em gravações caseiras e amadoras é o tema do Conversas CultPop que vai rolar no dia 25/11, sexta-feira, a partir das 19h. Entrada gratuita!

Nesta terceira edição, o bate-papo vai ser com Marcelo Bergamin Conter, doutor em Comunicação & Informação pela UFRGS e autor do livro LO-FI: Música pop em baixa definição, que investiga sonoridades lo-fi desde a garagem até o maistream. O livro estará à venda no evento por R$ 40. A mediação será de Cássio de Borba Lucas, mestrando em Comunicação & Informação pela UFRGS.

O Conversas Cultpop é uma parceria da galeria hipotética com o grupo de pesquisa da Unisinos Cultpop, que estuda relações entre cultura pop, comunicação e tecnologias.

Galeria Hipotética
Visconde do Rio Branco, 431, Porto Alegre

Um pouco mais sobre o livro:

Na década de 80, um radialista nova-iorquino criou um programa chamado “Lo-fi”, que rodava apenas gravações caseiras e em fita cassete, método então corrente de divulgação de músicos independentes. “Lo-fi” aparecia ali como oposição a “hi-fi”, aqueles caríssimos aparelhos de som de alta fidelidade sonora. Enquanto a indústria fonográfica chegava ao ápice da nitidez sonora, um considerável grupo de artistas remava na direção contrária, com canções gravadas em meio a ruídos produzidos por equipamentos de segunda linha. Ao longo dos anos, o termo lo-fi continuou servindo para nomear gravações caseiras e amadoras. Mas será que ele não se aplicaria para outras manifestações sonoras na música pop? Trata-se da questão levantada no livro LO-FI: Música pop em baixa definição. Em vez de definir ou buscar uma “essência” do lo-fi, o estudo de Marcelo Bergamin Conter segue os fluxos de criação da música pop para evidenciar as mais diversas sonoridades de baixa definição.

Direcionada não só a teóricos, mas à ampla gama de interessados em música pop e produção independente, a obra investiga como formas inauditas de música podem surgir de relações insólitas que artistas e produtores de áudio estabelecem com as tecnologias fonográficas. Conter percebe os resultados desse encontro da composição com os aparelhos técnicos em diversas bandas e artistas, tanto do underground quanto do mainstream.