Aula 05 – Seminário 2

Foi apresentado em aula o texto de Serguei Eisenstein, do livro “O sentido do filme” o capítulo ” Sincronização dos sentidos”.

Seguem os vídeos assistidos em aula sobre Montagem.

Montagem vertical, partitura

Star Guitar – vídeo clipe da banda The Chemical Brothers com a música Star Guitar. O vídeo é como se o espectador estivesse dentro de um trem e a partitura da música se formasse na paisagem. Muito legal!

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0S43IwBF0uM]

Sampler audiovisual, stop motion audiovisual

Mondo Video – Produzido, dirigido e atuado por Godley e Creme. Vídeo feito com um tipo de “stop motion” dos movimentos onde a junção de todos formam a música no audiovisual.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=8hjkXxHogPc]

MC Jeremias – Um dos primeiros vídeos na web a reutilizar imagens televisivas para criar vídeos musicais, através de uma intensa reedição de seus elementos.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Myt9GTT7Gk0]

Amateur – Mais um do estilo “stop motion” com instrumentos musicais

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=JzqumbhfxRo]

E a Juliana nos indicou alguns objetos que ela pretende trabalhar no artigo final.

Sua primeira idéia é trabalhar com videoclipes com linguagem cinematográfica, por exemplo:

“M.I.A – Born free”

http://dai.ly/bCjkwr

“The black keys – Howlin’ for you”

[youtube=http://youtu.be/TLSpj7q6_mM]

Bibliografia complementar

Aqui tem vários textos complementares à disciplina, que não constam no programa, mas não tem problema que vocês os utilizem nos artigos. Mas tem que cuidar que os autores principais para análise tem que ser algum dos que está no programa da disciplina. Estes também podem ajudá-los a escolher o tema do artigo.

Alguns estão online, outros tem que dar uma procurada, e uns eu posso conseguir para vocês. É só me pedir em aula.

 

FILOSOFIA DA MÚSICA

CAGE, John. Transcrição de entrevista de concedida no filme “Ecoute” por Miroslav Sebestik, 1991. Disponível em: <http://hearingvoices.com/news/2009/09/cage-silence/>. Acessado em 22 de julho de 2010.

CAGE, John. De segunda a um ano. São Paulo: Hucitec, 1985.

CAVALHEIRO, Juciane. A voz e o silêncio em 4’33, de John Cage. In: 16º Congresso de Leitura do Brasil. Anais, Campinas, 2007.

BORNHEIM, Gerd. Metafísica e finitude. São Paulo: Perspectiva, 2001.
Tem um capítulo sobre linguagem musical bem interessante, numa perspectiva

CHAGAS, Paulo C. A Música de Câmara Telemática: a Metáfora de Flusser e o Universo da Música Eletroacústica. IN: GHREBH: Comunicação, Imagem e Técnica – Vilém Flusser. 
v. 1, n. 11. Cisc: São Paulo, 2008. Disponível em: <http://www.cisc.org.br/revista/ghrebh/index.php?journal=ghrebh&page=article&op=view&path%5B%5D=7&path%5B%5D=5>. Acesso em: 1º mar. 2011.

FLUSSER, Vilém. O universo das imagens técnicas. São Paulo: Annablume, 2008.
Tem um capítulo sobre o futuro das imagens técnicas musicais Ótimo para quem for estudar web.

FREITAS, Alexandre Siqueira de. Um diálogo entre som e imagem: questões históricas, temporais e de interpretação musical. In: Música Hodie, Goiás, vol. 7, nº 2, 2007. Disponível em: <http://www.musicahodie.mus.br/7_2/UM%20DI%C1LOGO%20ENTRE%20SOM%20E%20IMAGEM-QUEST%D5ES%20HIST%D3RICAS,%20TEMPORAISE%20DE%20INTERPRETA%C7%C3O%20MUSICAL-72.pdf>. Acesso em: 19 out. 2010.

 

METODOLOGIAS DE ANÁLISE

KILPP, Suzana. Ethicidades televisivas. São Leopoldo: Unisinos, 2003.
Tem um método de dissecação dos tempo de vídeo a serem analisados, de modo a fazer ver os procedimentos técnicos discretos que compõem a imagem aparente.

 

ANÁLISE CRÍTICA

BJÖRNBERG, Alf. Structural relationships of music and images in music video. In: MIDDLETON, Richard. Reading pop: approaches to textual analysis in popular music. Nova Iorque: Oxford, 2000, pp. 346-378.

Tem na biblioteca do Instituto de Artes. O cara fala que a maior parte dos estudos sobre videoclipe raramente tocam nos aspectos sonoros e musicais, e daí ele faz umas análises.

CARVALHO, Claudiane de Oliveira. Narratividade em videoclipe: A articulação entre música e imagem. IN: INTERCOM – XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, Belo Horizonte. Anais, 2005. Disponível em: <galaxy.intercom.org.br:8180/dspace/bitstream/1904/18217/1/R0856-1.pdf>. Acesso em: 11 out. 2010.

CARVALHO, Claudiane. Sinestesia, ritmo e narratividade: interação entre música e imagem no videoclipe. IN: Ícone (UFPE) .Vol.10, n.1, p.100-114, Pernambuco, julho de 2008. Disponível em: <http://icone-ppgcom.com.br/index.php/icone/article/viewFile/19/18>. Acesso em: 18 out. 2010.

COELHO, Lillian. As relações entre canção, imagem e narrativa nos videoclipes. In: INTERCOM – XXVI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, Belo Horizonte. Anais, 2003. Disponível em: <http://www.ericaribeiro.com/Arquivos/CancaoImagemNarrativaVideoclipes.pdf>. Acesso em: 11 out. 2010.

HOLZBACH, Ariane D. ; NARCOLINI, Marild­o José. Videoclipe em tempo de reconfigurações. IN: Revista FAMECOS (Online), v. 1, p. 50-56, 2009.
Estuda o caso do sucesso de clipes do NX Zero na internet.

CASTRO, Gisela. As Canções Inumanas. Compós, 2005.

 

ESTUDOS SOBRE VÍDEO

MACHADO, Arlindo. Anamorfoses cronotópicas ou a quarta dimensão da imagem. In PARENTE, André (Org.). Imagem-Máquina: A era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993.

PEIXOTO, Nelson Brissac. Passagens da imagem: pintura, fotografia, cinema, arquitetura. In: PARENTE, André (Org.). Imagem-Máquina: A era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993.
Sobre a capacidade do vídeo de mostrar quase qualquer tipo de imagem (foto, pintura, cinema etc).

ANDRADE, Suely Chaves. Chris Cunningham: autoria em videoclipe. São Paulo: 2009. Dissertação de Mestrado em Comunicação e Semiótica – PUC-SP.

PRENDERGAST, Roy M. Film music: a neglected art: a study of music in films. 2ª ed. New York: W. W. Norton, 1992.
Baita estudo sobre a trilha sonora de filmes.

 

ACÚSTICA

MENEZES, Flo. A acústica musical em palavras e sons. Cotia: Ateliê Editorial, 2003.

SCHAFER, R. Murray. O ouvido pensante. São Paulo: UNESP, 1991.

 

FILOSOFIA: TEMPO E MOVIMENTO

BERGSON, Henri. Memória e vida. São Paulo: Martins Fontes, 2006c.

BERGSON, Henri. A evolução criadora. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
Tem um capítulo que relaciona o mecanismo cinematográfico com a nossa memória.

DELEUZE, Gilles. A imagem-movimento. São Paulo: Brasiliense, 1985.
Primeiro volume dos dois livros em que o autor fala sobre cinema (o outro é o imagem-tempo, que usamos em aula).

 

MÚSICA

CARVALHO, Any Raquel. Contraponto modal: manual prático. Porto Alegre: Evangraf, 2006.

SEINCMAN, Eduardo. Do tempo musical. São Paulo: Via Lettera, 2001.

TATIT, Luiz. O cancionista. São Paulo: Edusp, 1996.
Tem um método de análise das letras e melodias da canções bem interessante.

Bibliografia complementar

Aqui tem vários textos complementares à disciplina, que não constam no programa, mas não tem problema que vocês os utilizem nos artigos. Mas tem que cuidar que os autores principais para análise tem que ser algum dos que está no programa da disciplina. Estes também podem ajudá-los a escolher o tema do artigo.

Alguns estão online, outros tem que dar uma procurada, e uns eu posso conseguir para vocês. É só me pedir em aula.

 

FILOSOFIA DA MÚSICA

CAGE, John. Transcrição de entrevista de concedida no filme “Ecoute” por Miroslav Sebestik, 1991. Disponível em: <http://hearingvoices.com/news/2009/09/cage-silence/>. Acessado em 22 de julho de 2010.

CAGE, John. De segunda a um ano. São Paulo: Hucitec, 1985.

CAVALHEIRO, Juciane. A voz e o silêncio em 4’33, de John Cage. In: 16º Congresso de Leitura do Brasil. Anais, Campinas, 2007.

BORNHEIM, Gerd. Metafísica e finitude. São Paulo: Perspectiva, 2001.
Tem um capítulo sobre linguagem musical bem interessante, numa perspectiva

CHAGAS, Paulo C. A Música de Câmara Telemática: a Metáfora de Flusser e o Universo da Música Eletroacústica. IN: GHREBH: Comunicação, Imagem e Técnica – Vilém Flusser. 
v. 1, n. 11. Cisc: São Paulo, 2008. Disponível em: <http://www.cisc.org.br/revista/ghrebh/index.php?journal=ghrebh&page=article&op=view&path%5B%5D=7&path%5B%5D=5>. Acesso em: 1º mar. 2011.

FLUSSER, Vilém. O universo das imagens técnicas. São Paulo: Annablume, 2008.
Tem um capítulo sobre o futuro das imagens técnicas musicais Ótimo para quem for estudar web.

FREITAS, Alexandre Siqueira de. Um diálogo entre som e imagem: questões históricas, temporais e de interpretação musical. In: Música Hodie, Goiás, vol. 7, nº 2, 2007. Disponível em: <http://www.musicahodie.mus.br/7_2/UM%20DI%C1LOGO%20ENTRE%20SOM%20E%20IMAGEM-QUEST%D5ES%20HIST%D3RICAS,%20TEMPORAISE%20DE%20INTERPRETA%C7%C3O%20MUSICAL-72.pdf>. Acesso em: 19 out. 2010.

 

METODOLOGIAS DE ANÁLISE

KILPP, Suzana. Ethicidades televisivas. São Leopoldo: Unisinos, 2003.
Tem um método de dissecação dos tempo de vídeo a serem analisados, de modo a fazer ver os procedimentos técnicos discretos que compõem a imagem aparente.

 

ANÁLISE CRÍTICA

BJÖRNBERG, Alf. Structural relationships of music and images in music video. In: MIDDLETON, Richard. Reading pop: approaches to textual analysis in popular music. Nova Iorque: Oxford, 2000, pp. 346-378.

Tem na biblioteca do Instituto de Artes. O cara fala que a maior parte dos estudos sobre videoclipe raramente tocam nos aspectos sonoros e musicais, e daí ele faz umas análises.

CARVALHO, Claudiane de Oliveira. Narratividade em videoclipe: A articulação entre música e imagem. IN: INTERCOM – XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, Belo Horizonte. Anais, 2005. Disponível em: <galaxy.intercom.org.br:8180/dspace/bitstream/1904/18217/1/R0856-1.pdf>. Acesso em: 11 out. 2010.

CARVALHO, Claudiane. Sinestesia, ritmo e narratividade: interação entre música e imagem no videoclipe. IN: Ícone (UFPE) .Vol.10, n.1, p.100-114, Pernambuco, julho de 2008. Disponível em: <http://icone-ppgcom.com.br/index.php/icone/article/viewFile/19/18>. Acesso em: 18 out. 2010.

COELHO, Lillian. As relações entre canção, imagem e narrativa nos videoclipes. In: INTERCOM – XXVI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, Belo Horizonte. Anais, 2003. Disponível em: <http://www.ericaribeiro.com/Arquivos/CancaoImagemNarrativaVideoclipes.pdf>. Acesso em: 11 out. 2010.

HOLZBACH, Ariane D. ; NARCOLINI, Marild­o José. Videoclipe em tempo de reconfigurações. IN: Revista FAMECOS (Online), v. 1, p. 50-56, 2009.
Estuda o caso do sucesso de clipes do NX Zero na internet.

CASTRO, Gisela. As Canções Inumanas. Compós, 2005.

 

ESTUDOS SOBRE VÍDEO

MACHADO, Arlindo. Anamorfoses cronotópicas ou a quarta dimensão da imagem. In PARENTE, André (Org.). Imagem-Máquina: A era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993.

PEIXOTO, Nelson Brissac. Passagens da imagem: pintura, fotografia, cinema, arquitetura. In: PARENTE, André (Org.). Imagem-Máquina: A era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993.
Sobre a capacidade do vídeo de mostrar quase qualquer tipo de imagem (foto, pintura, cinema etc).

ANDRADE, Suely Chaves. Chris Cunningham: autoria em videoclipe. São Paulo: 2009. Dissertação de Mestrado em Comunicação e Semiótica – PUC-SP.

PRENDERGAST, Roy M. Film music: a neglected art: a study of music in films. 2ª ed. New York: W. W. Norton, 1992.
Baita estudo sobre a trilha sonora de filmes.

 

ACÚSTICA

MENEZES, Flo. A acústica musical em palavras e sons. Cotia: Ateliê Editorial, 2003.

SCHAFER, R. Murray. O ouvido pensante. São Paulo: UNESP, 1991.

 

FILOSOFIA: TEMPO E MOVIMENTO

BERGSON, Henri. Memória e vida. São Paulo: Martins Fontes, 2006c.

BERGSON, Henri. A evolução criadora. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
Tem um capítulo que relaciona o mecanismo cinematográfico com a nossa memória.

DELEUZE, Gilles. A imagem-movimento. São Paulo: Brasiliense, 1985.
Primeiro volume dos dois livros em que o autor fala sobre cinema (o outro é o imagem-tempo, que usamos em aula).

 

MÚSICA

CARVALHO, Any Raquel. Contraponto modal: manual prático. Porto Alegre: Evangraf, 2006.

SEINCMAN, Eduardo. Do tempo musical. São Paulo: Via Lettera, 2001.

TATIT, Luiz. O cancionista. São Paulo: Edusp, 1996.
Tem um método de análise das letras e melodias da canções bem interessante.

Livro: Audiovisualidades da Cultura

A Editora Entremeios lançou este ano uma coletânea de artigos dos integrantes do GPAv (Grupo de Pesquisa Audiovisualidades). Conta com um artigo escrito por mim, Potências de videoclipe no cinema e no vídeo, derivado de meu trabalho de conclusão da graduação.

Compre o livro Audiovisualidades da Cultura na Livraria Cultura

Meu artigo trata daquilo que está congelado na matéria de audiovisuais anteriores como potência, podendo ou não se atualizar  em videoclipes, especializando, assim, sua linguagem. Realizo para tanto um apanhado histórico da produção de audiovisuais que trabalham concomitantemente imagem e música, como Fantasia, de Walt Disney, e Ano Passado em Marienbad, de Alan Resnais, passando também pelos conceitos de imagem-movimento e imagem-tempo de Gilles Deleuze. Finalizo com uma breve análise do videoclipe To The End, de  David Mould, produzido para música da banda Blur, no qual comparecem algumas das potências de videoclipes reconhecidos nos audiovisuais analisados.

Os textos:

Imagens conectivas da cultura
Suzana Kilpp

Linguagens cultura e inovação – Uma proposta de abordagem
Ione Bentz

Somos todos mutantes – Atualizações audiovisuais em redes discursivas
Nísia Martins do Rosário
Ricardo de Jesus Machado

Imagem Intransitiva
Luiz Felipe Soares

Os cinemas de Mário Peixoto
Alexandre Rocha da Silva

Imagens em crise – Cinema, antropofagia e transe
Regina Mota

Imagens de invasão e violência urbana – Realismo e violência no filme de Beto Brandt
Bruno Bueno Pinto Leites

Sobre a luz e as potências do escuro na fotografia – Moldurações nos conceitos fílmicos de sexo
Bruno Bortoluz Polidoro

Da fotografia às inscrições fotográficas no audiovisual
Cybeli Almeida Moraes

Potências de videoclipe no cinema e no vídeo
Marcelo Bergamin Conter

Michael Jackson – Coreografias audiovisuais
Carlise Scalamato Duarte
Alexandre Rocha da Silva

Uma descrição do grupo:

O estudo das audiovisualidades decorre de um conjunto de ações articuladas e articuladoras de pesquisadores em torno de uma problemática emergente nas mídias e na pesquisa em Comunicação que se relaciona ao audiovisual latu sensu como dispositivo central do momento do processo de globalização das culturas. O Grupo de Pesquisa Audiovisualidades (GPAv) estuda o audiovisual desde a perspectiva de sua irredutibilidade a qualquer mídia – ele é, antes e mais, uma virtualidade que se atualiza nas mídias, mas que as transcende. As pesquisas do grupo estão focadas em três aspectos, não excludentes – estudos experimentais dos devires de cultura e em devires teórico-metodológicos; estudos dos processos da produção audiovisual marcada pela convergência tecnológica e por hibridismos formais, narrativos e expressivos; estudos das linguagens audiovisuais. (excerto do ‘manifesto audiovisualidades’).

Vídeos amadores na web

Pra quem ainda não escolheu sobre o que escrever para o artigo, na medida do possível eu vou passar algumas ideias nos próximos dias aqui no blog. Hoje vou começar com uma área pouco explorada pelas ciências da comunicação: videos musicais amadores dispersos na web.

Quem quiser, pode pegar alguns desses vídeos e encontrar padrões, recorrências que aparecem neles. Notem que há muito em comum nos clipes abaixo, como o posicionamento e movimentação da câmera, enquadramento do músico, uso de imagens de arquivo para “encher linguiça”, uso de clichês do cinema (tipo contra-plongée para enaltecer o cantor) e do videoclipe (dublar a canção, montagem rápida de imagens, chroma key)…

Outro bom mote de pesquisa é tentar entender porque esses vídeos fazem tanto sucesso. Mas a resposta terá de vir dos autores que usamos em aula, claro, então se atenham a tentar responder isso a partir do modo como o vídeo e a canção são montados, produzidos e relacionados um com o outro.

Stefhany do Cross Fox: esse é um dos casos mais repercutidos de clipe amador no Brasil. Stefhany foi parar em vários programas de TV. Reparem que ela faz metalinguagem no começo do vídeo ao fazer uma referência ao clipe Single Ladies. Tem outros clipes dela que isso acontece, como Menino Sexy. Mais difícil do que redigir o nome desse “talento nato” é encarar esse vídeo sem esboçar um sorriso de vergonha alheia.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=jTxrbVadNQE]

 

Ednaldo Pereira: este “jovem de espírito” consegue produzir um vídeo ainda mais chinelão que a Stefhany. Ednaldo foi até parar no Jô Soares!

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=r6Zv6QPFG2s]

 

Hélio dos Passos: vejam só o quão longe pode se ir com um simples efeito deChroma Key.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=mz-18ml6byo]

 

Tay Zonday: respeitem esse garoto. Chocolate Rain surpreende qualquer um que ouve pela primeira vez a voz de seu compositor.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=EwTZ2xpQwpA]

 

Julia Nunes: de seu quarto, com pouquíssimos recursos e um ukulele, Julia conquistou um espaço muito significativo no YouTube, especialmente ao cantar covers de músicas famosas.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Yr09fYxQXMU]

 

Rebecca Black: essa menina ganhou de presente de seus pais um videoclipe. Eis o produto final:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=CD2LRROpph0]

Aula 04 – Seminário 1

Hoje conhecemos um pouco do início da história do som no cinema.

Segue abaixo os vídeos assistidos em aula.

CHEGADA DO TREM –

Primeiro filme em movimento, feito pelos irmãos Lumiére em 1985.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=uv8EKgBrk3w]

Nascimento de uma Nação – 1915, D. W. Griffith – A Guerra Civil Americana divide amigos e destrói famílias, mas não há nada comparado à anarquia no Sul governado por negros após a guerra.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=a9UPOkIpR0A]

Homem com uma câmera -1929, Dziga Vertov – Um cameraman anda por uma cidade com uma câmera no ombro, documentando a vida urbana e tudo ao seu redor.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=00ZciIC4JPw]

O cantor de Jazz – 1927, Alan Crosland – Primeiro filme com som. O filho de um canto judeu deve desafiar seu pai para poder realizar seu sonho de se tornar um cantor de jazz.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=j48T9BoKxlI]

Oh James, Oh Beatrice  – Esquete do Monty Python que mostra como uma mudança de paisagem sonora por trás de um mesmo diálogo pode interferir na significação.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=epEyvVuNexQ]

Pessoal, sempre que tiverem alguma sugestão, vídeo ou qualquer outro material que possa contribuir para a aula não hesitem em nos mandar para postarmos no blog.

bconter@gmail.com ou anabebethh@gmail.com

Até semana que vem!

Aula 03 – A paisagem sonora

Na última aula foi discutido o capítulo 7 do livro de Murray Schafer, “A afinação do mundo”.

Abaixo seguem alguns vídeos que, de alguma forma, contém o sentido de “paisagem sonora”.

Karlheinz Stockhausen – Helicopter String Quartet – Um quarteto de cordas que toca separadamente em 4 helicópteros diferentes e o seu som acaba se misturando com a música.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=g2qQ6UWbRVc]

Karlheinz Stockhausen — Carré

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=xOiwaJzf22U]
La Jetée.Chris Marker.(1963)

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ClvTYd4XnEc]

Adidas is all in — 120 Edition

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0A0jVkFs3C4&feature=relmfu]

Gy. Ligeti — Requiem

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=b7sJwiZhdvw&feature=related]

August Rush – City Sinphony – Garoto que escuta os sons da cidade como se fosse música

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=9hrDNGmAigU&feature=related]

The Replacements – Bastards Of Young – Clipe da banda The Replacements que causou bafafá nos anos 80, quando foi lançado, poois a MTV não queria transmitir por ser muito pouco interessante em termos televisivos. É um bom vídeo para discutir a linguagem televisiva dos videoclipes.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=fl9KQ1Mub6Q]

Aproveitem os vídeos! Semana que vem começam os seminários.

Até a próxima!


Aula 03 – A paisagem sonora

Na última aula foi discutido o capítulo 7 do livro de Murray Schafer, “A afinação do mundo”.

Abaixo seguem alguns vídeos que, de alguma forma, contém o sentido de “paisagem sonora”.

Karlheinz Stockhausen – Helicopter String Quartet – Um quarteto de cordas que toca separadamente em 4 helicópteros diferentes e o seu som acaba se misturando com a música.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=g2qQ6UWbRVc]

Karlheinz Stockhausen — Carré

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=xOiwaJzf22U]
La Jetée.Chris Marker.(1963)

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ClvTYd4XnEc]

Adidas is all in — 120 Edition

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0A0jVkFs3C4&feature=relmfu]

Gy. Ligeti — Requiem

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=b7sJwiZhdvw&feature=related]

August Rush – City Sinphony – Garoto que escuta os sons da cidade como se fosse música

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=9hrDNGmAigU&feature=related]

The Replacements – Bastards Of Young – Clipe da banda The Replacements que causou bafafá nos anos 80, quando foi lançado, poois a MTV não queria transmitir por ser muito pouco interessante em termos televisivos. É um bom vídeo para discutir a linguagem televisiva dos videoclipes.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=fl9KQ1Mub6Q]

Aproveitem os vídeos! Semana que vem começam os seminários.

Até a próxima!


Revisão da aula sobre Sistema Tonal (Aula 2)

No início da aula, foi sugerido o filme “Alta Fidelidade” como possibilidade de objeto de pesquisa. Abaixo segue o link de uma cena interessante do filme. Um dos vendedores da loja de discos coloca uma fita com belle e sebastian pra tocar de fundo, logo após outro vendedor chega e coloca um som mais animado e todos passam a discutir seu gosto musical.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=yVv5sIY57TA]
Esse pode ser um caminho para quem se interessa por relacionar gostos e estilos musicais com comunicação (porque mostrar para os outros o que a gente ouve é comunicar quem somos!), ou para pensar em modos de inserir trilhas sonoras em filmes (ao invés das canções entrarem extra-diegeticamente, aqui elas fazem parte da narrativa). As músicas contam a história e definem o humor dos personagens.

Abaixo, a entrevista que John Cage concedeu em Nova Iorque:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=pcHnL7aS64Y]

Ouça também uma das composições do Glenn Branca, “papai” dos guitarristas do Sonic Youth:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=w9lwuojEREI]

 

Pessoal, aproveitem as dicas e até semana que vem!