Apresentação: Planejamento e Gestão de hortas comunitárias

TESSELE, Bianca. Planejamento e Gestão de hortas comunitárias. Tramandaí – RS, Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, 2022. Apresentação realizada durante o Curso de Formação em Hortas Urbanas e Agroecologia (2022). Projeto de extensão UFRGS/PROREXT: 47226 – Agricultura urbana e Periurbana: alimentação, Educação e Saúde – AGRIURB 4ª edição. Dsiponível em: https://www.ufrgs.br/agriurb/download/apresentacao-planejamento-gestao-hortas/

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Mais sobre o professor ministrante do curso: https://www.ufrgs.br/agriurb/ministrantes/bianca-tessele/

Hortas urbanas e moradia – tecnologia social

CHAVES, Ceceo; COSTA, Christiane; OLIVEIRA NETO, Geraldo Antonio; ROMÃO, Mariana. Hortas urbanas: moradia urbana com tecnologia social. São Paulo, Polis, 2015. 33 p.

Disponível originalmente em: https://polis.org.br/publicacoes/hortas-urbanas-moradia-urbana-com-tecnologia-social/

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Sumário

Planejando a horta

Organizar o grupo
Observar o espaço e as potencialidades
Plantar para colher
Planejando a rotação e consorciação de culturas

Cultivando

O solo
Propagação e plantio
Tratos culturais
Cultivo em pequenos espaços
Controle de pragas e doenças
Compostagem
Água

Cozinhando com Saúde

Aproveitamento integral dos alimentos
Recetias

Resumo

Publicação elaborada para o projeto Moradia urbana com tecnologia Social, da Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Instituto Pólis. A cartilha Hortas Urbanas visa melhorar a alimentação das pessoas envolvidas na Tecnologia Social Hortas Urbanas, beneficiando o ambiente como um todo e favorecendo a relação da comunidade com o bairro e o seu entorno por meio do cultivo ecológico de alimentos e ervas medicinais em hortas, jardins, canteiros suspensos e outras possibilidades a depender da realidade local. Para conhecer mais sobre o Projeto Hortas Urbanas, acesse o site. Confira aqui os resultados, em diferentes dimensões, que a execução da Tecnologia Social ‘Hortas Urbanas’ vem apresentando, nos depoimentos dos moradores e moradoras dos empreendimentos visitados.

Embrapa – Hortas: perguntas e respostas

 

HENZ, G. P.; ALCANTARA, F. A. de. (org.) Hortas: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica: Embrapa Hortaliças, 2009. 237 p. (Coleção 500 perguntas, 500 respostas). ISBN: 978-85-7383-479-6.

Disponível originalmente em: http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/663403

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Capa

 

Sumário

Introdução
Hortaliças
Hortas
Planejamento
Manejo do Solo
Insumos e Materiais
Escolha das Hortaliças
Semeadura
Produção de Mudas
Tratos Culturais
Adubação
Irrigação
Pragas
Doenças
Plantas Invasoras
Pós-Colheita
Processamento
Valor Nutricional

Resumo

Com esta obra, todos os interessados em começar uma horta poderão se beneficiar de um rico conjunto de informações escrito por agrônomos experientes e conhecedores dos diversos temas tratados. Várias perguntas foram obtidas a partir das demandas de produtores e da sociedade em geral, por meio das atividades de transferência de tecnologia da Embrapa Hortaliças e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/DF) – dias de campo, visitas técnicas, execução de projetos de pesquisa e atendimento a hortas escolares e institucionais – e das tradicionais consultas e dúvidas recebidas pelo Serviço de Atendimento ao Cidadão, por cartas, correio eletrônico e telefone, entre outros.

Dissertação: Hortas comunitárias: Uma tecnologia social para produção de saúde

Referência

OLIVEIRA, Taren. Hortas comunitárias: Uma tecnologia social para produção de saúde. Dissertação (Mestrado Profissional) Pós-graduação em Saúde e Gestão do Trabalho). Universidade do Vale do Itajaí. Itajaí (Santa Catarina), 2018. (Orientadora: Dra. Stella Maris Brum Lopes). Disponível em: https://docplayer.com.br/175638468-Hortas-comunitarias-uma-tecnologia-social-para-producao-de-saude.html. Acesso em: 20/10/2021.

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Resumo

Com o processo de modernização do campo, as cidades tiveram um crescimento expressivo, sem que houvesse um planejamento prévio. Neste contexto, surge a agricultura urbana e periurbana, aqui representada pela horta comunitária, que têm contribuído para solucionar alguns dos problemas relacionados a este crescimento. A horta comunitária pode ser um espaço de produção de saúde por ter o potencial de promover encontros que visam à conexão das pessoas não pelas patologias ou diagnósticos, mas o olhar para a própria história também se revela um momento de saúde, também pode ser uma tecnologia social ao propiciar um desenvolvimento coletivo através da articulação de conhecimentos e saberes voltados a transformação social. O objetivo desta dissertação é sistematizar uma proposta de tecnologia social voltada a produção de saúde baseada na horta comunitária. Para alcançar este objetivo se fez necessária uma pesquisa qualitativa. Os procedimentos metodológicos foram divididos em dois momentos. O primeiro teve por objetivo analisar a experiência de um projeto de horta comunitária em relação a sua operacionalização e resultados, realizou-se uma análise documental buscando dados a partir de categorias temáticas prévias: Contextualização da idealização do projeto da horta comunitária; Estrutura metodológica da implantação e Processos avaliativos dos resultados, dispondo de quatro Trabalhos de Conclusão de Residência para esta coleta. Identificou-se através dessas categorias temáticas que a metodologia de um projeto pode potencializar ou atenuar uma proposta de horta comunitária como tecnologia social e o projeto analisado deveria ter utilizado uma metodologia participativa para efetivação da transformação social. No segundo momento foram realizadas entrevistas com três participantes do projeto de implantação da horta comunitária com o objetivo de reconhecer a experiência dos sujeitos participantes do projeto de implantação da horta comunitária e sua relação com a produção de saúde. O período da coleta de dados foi de setembro de 2017 a março de 2018 envolvendo análise documental e entrevistas com os participantes do projeto de implantação. Obteve-se como resultado que a horta foi fonte de autoestima, autorrealização, valorização e pode ser um instrumento para efetivação da participação social. Através desses dois objetivos foi verificada as fragilidades e potencialidades do projeto de implantação. Evidenciou-se que o “modo de fazer” pode potencializar ou atenuar uma tecnologia social e por compreender que produção de saúde também se dá nos encontros e no olhar a própria história, pois pensar em si recupera situações vividas que lhe foram relevantes. Conclui-se que a horta comunitária pode ser uma tecnologia social. Acredita-se na potência da tecnologia social como um modo de desenvolver por meio da escuta a produção conjunta de demandas, a articulação de conhecimentos e fazeres, e que favoreçam a transformação social. Como produto desta dissertação se propõe uma sistematização com base na horta comunitária como uma tecnologia social que produz saúde, podendo ser utilizada por profissionais de todas as áreas que buscam a transformação da sociedade onde atuam.

Palavras chaves: Agricultura Urbana; Produção de Saúde, Tecnologia Social.