Por Mariana Bello Porciuncula, Enfermeira da DPS
Ao se falar sobre segurança ao abordarmos a temática dos comportamentos sexuais, temos que refletir sobre o que a mesma significa nesse contexto tão particular e relevante na vida das pessoas.
A vivência da sexualidade é permeada por diversos fatores que podem influenciar e favorecer, ou não, atitudes que levem em conta a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (IST).
Na contemporaneidade, o termo antigamente chamado de grupos de risco foi substituído pelos comportamentos de risco, visto que a propensão a contrair alguma IST relaciona-se a situações as quais as pessoas se expõem.
Ainda, é importante destacar que os comportamentos sexuais de risco podem afetar o bem-estar ou mesmo causar problemas graves de saúde. Muitas vezes estes comportamentos podem estar associados ao consumo de substâncias como álcool e drogas.
O comportamento sexual de risco pode decorrer de: falta de esclarecimento e educação sexual; atividade sexual com múltiplos parceiros; utilização incorreta e inconsistente de métodos contraceptivos; relações sexuais sob o efeito de álcool ou drogas; relações sexuais sob pressão. Além disso, potencializa consequências como: infecções/doenças sexualmente transmissíveis; gravidez não desejada e violência sexual e psíquica.
Então, é importante promovermos a reflexão sobre como estamos encarando a nossa saúde sexual e se realmente utilizamos as ferramentas disponíveis para mantermos a saúde, tais como o uso de preservativos e testagem para ISTs de forma preventiva ou em caso de exposição a comportamento inseguro.
