O Censo da Saúde UFRGS 2021 é uma estratégia inovadora e multiprofissional na administração pública construída pela Divisão de Promoção da Saúde a fim de gerar dados atualizados e fidedignos da saúde e condições de trabalho dos servidores.
Mil seiscentos e quarenta participantes assentiram em participar, preenchendo o questionário autoaplicável disponibilizado no Portal do Servidor de 16 de agosto a 21 de setembro daquele ano, correspondendo a 29,5% dos servidores da UFRGS. Após extenso trabalho e com imensa satisfação, disponibilizamos no formato e-book, o relatório com os dados comentados do Censo à comunidade acadêmica. O Relatório foi apresentado para a Reitoria e para Superintendente de Gestão de Pessoas (SUGESP) dia 16 de maio de 2023.
O documento traça um panorama útil para guiar as ações de saúde de servidores, uma vez que contempla as necessidades e prioridades desta população, mas também, e conforme sugerido pela Administração Central, pode servir para instituir ou aprimorar políticas na UFRGS. Acesse o relatório na página do Censo da Saúde.
Agradecemos aos servidores por participarem e acreditarem conosco que a proposta do Censo da Saúde tem relevância na saúde e no trabalho nesta Universidade. Alguns achados deste panorama, a seguir descritos, certamente os deixarão curiosos para acessar o relatório disponibilizado.
Participação equilibrada entre os cargos docentes e técnico administrativo no Censo, com predominância do gênero feminino (54%). Gênero masculino, 45% e outros gêneros, 1%. A distribuição etária dos servidores seguiu padrão semelhante ao Painel de Dados UFRGS de 2021. Se declararam pessoas com deficiência, 3,1%, sendo a mais frequentemente relatada a deficiência visual, seguida da física.
Houve predomínio de alimentação com baixa ingestão diária de frutas, vegetais e legumes e consumo significativo de álcool. Destacaram-se entre as doenças relatadas, a Hipertensão Arterial Sistêmica e os diagnósticos em saúde mental, como depressão e transtornos de ansiedade. Anti-hipertensivos e antidepressivos figuram entre os medicamentos rotineiramente utilizados, além de vitaminas. As servidoras do gênero feminino buscam mais tratamento em saúde mental e têm menos horas de lazer na semana, além de ter percebido maior dificuldade em sua rotina imposta pela pandemia da COVID-19.