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Acesso de imigrantes e refugiados ao Ensino Superior
Atualmente, no Brasil, algumas instituições de ensino superior preveem um ingresso especial para refugiados (e também para portadores de visto humanitário em alguns casos) aos cursos de graduação ou pós-graduação. As universidades, como autarquias, têm autonomia e independência. Dessa maneira, são elas mesmas, através de seus órgãos colegiados, que definem seus sistemas de ingresso ao ensino superior.
A universidade federal do Paraná (UFPR), em 2014, criou um sistema de ingresso universitário àqueles migrantes regularmente admitidos no Brasil e portadores de estado de refugiado de seu país de origem ou de visto humanitário, e que tenham iniciado cursos superiores em instituições de ensino superior no seu país de origem, para que dessem seguimento aos estudos no Brasil.
Em maio de 2016, o Programa de Pós-Graduação de Sociologia da UFRGS criou a primeira ação afirmativa para inclusão de refugiados e solicitantes de refúgio em cursos de pós-graduação no país. Dessa vez, como alunos regulares para obtenção de titulação de mestre(a) ou doutor(a). Tal política representa um modelo de boa prática no âmbito de pós-graduação e que serve como exemplo para outras instituições.
