UFRGS esclarece sobre ameaça de atentado no Campus do Vale

A Universidade Federal Rio Grande do Sul, assim como algumas outras universidades brasileiras, recebeu informações de ameaça de atentado no Campus do Vale,  semelhante ao ocorrido em Suzano, SP. Diante disso, a Universidade acionou, preventivamente, o setor de segurança da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), polícias Federal e Civil e o setor de inteligência da Brigada Militar e, ainda, reforçou sua segurança interna. A UFRGS tomou essas medidas a fim de proporcionar a manutenção de todas atividades no local com segurança e tranquilidade.

 

Foto: UFRGS/arquivo

UFRGS inaugura central de atendimento ao aluno

Com o objetivo de facilitar a vida acadêmica dos estudantes, foi inaugurada nesta segunda-feira, 18, a TUA UFRGS – Central de Atendimento ao Aluno. A partir de agora, alunos de graduação e de pós graduação têm mais acesso aos serviços da Universidade, já que é possível obter informações sobre benefícios, documentação, mobilidade acadêmica, dentre outros assuntos, em um único lugar, de forma fácil e rápida.

O nome TUA UFRGS origina-se dos três princípios do projeto, que são: transparência, universalidade e agilidade. A iniciativa consiste em uma estrutura de atendimento multicanal, isto é, os alunos podem acessar os serviços por meio de um Catálogo online, em uma plataforma própria, didática e intuitiva, e de redes sociais (FacebookTwitterInstagram e, em breve, Whatsapp). Também estão à disposição dos discentes uma linha de atendimento telefônico (51 3308.2000) e três unidades presenciais, nos campi Centro, Vale e Litoral Norte (confira no final da matéria os endereços e horários de funcionamento). A sede do Campus do Vale recebeu um painel pintado pelo Studio P., um projeto de extensão do Instituto de Artes da UFRGS.

Na manhã desta segunda-feira, 18, durante a inauguração da sede do Campus do Vale, a vice-reitora Jane Tutikian agradeceu ao grupo que trabalhou na criação do projeto. “Essas pessoas trabalharam de forma incansável para que os nossos alunos não precisem mais se deslocar entre vários setores na busca pelos serviços da Universidade”, afirmou. Já o reitor Rui Vicente Oppermann destacou que as unidades da TUA UFRGS estão situadas em pontos centrais dos campi, de fácil acesso aos estudantes. “Estamos resgatando os espaços dos campi para atender aos alunos”, declarou. Oppermann ressaltou que a criação de uma central de atendimento representa o compromisso da Universidade com a comunidade acadêmica. “Estamos mostrando que ser a melhor universidade federal do país não é apenas ter uma boa classificação no Índice Geral de Cursos, mas também ser uma instituição que acolhe a comunidade”, concluiu.

Canais de atendimento, endereços e horários

Os estudantes já podem esclarecer dúvidas e solicitar serviços pelos seguintes canais (nas redes sociais, o prazo para atendimento é de até 48h):

  1. Sede Campus do Vale: Av. Bento Gonçalves, 9500 – Bairro Agronomia (Próximo ao Instituto Confúcio) – de segunda a sexta-feira, das 9 às 19h.
  2. Campus Centro: Rua Sarmento Leite, 425, Bairro Centro (Em frente à entrada do prédio Salas de Aula – unidade provisória) – de segunda a sexta-feira, das 9 às 19h.
  3. Campus Litoral Norte: Rodovia RS 030 Km 92, 11.700, Bairro Emboaba, Tramandaí (Prédio Administrativo – unidade provisória) – de segunda a sexta-feira, das 8 às 17h.

DERI divulga cronograma de atividades avaliativas para promoção de professores

O Departamento de Economia e Relações Internacionais (DERI) publicou o cronograma de atividades do processo avaliativo para promoção à classe E, com denominação de professor titular na carreira do magistério superior, referente ao Edital 01/2019.

As atividades avaliativas acontecem no dia 01 de abril. O cronograma completo do processo deve ser conferido no documento publicado pelo DERI. Também pode ser consultada a divulgação prévia das inscrições homologadas para a promoção de professores.

Para obter mais informações, entre em contato pelo e-mail deri@ufrgs.br ou pelo telefone 51 3308.3324.

IEPE aponta crescimento do PIB no último ano

O mais recente Boletim Econômico do IEPE, divulgado no dia 8 de março, aponta que, de acordo com o IBGE, o Produto Interno Bruto (PIB) apresentou um crescimento de 1,10% em 2018, totalizando, em termos monetários, 6,8 trilhões de reais.  O PIB per capita brasileiro, que representa a divisão do valor corrente do PIB pela população residente no meio do ano, em 2018, também apresentou um pequeno aumento em relação ao ano anterior.

O documento também destaca um aumento na taxa de investimento no ano de 2018, tendo alcançado 15,8% do PIB nesse ano enquanto havia chegado a apenas 15% no ano de 2017. A taxa de poupança de 2018, 14,5% do PIB, também assumiu valor superior ao da mesma taxa no ano anterior, que foi de 14,3% do PIB.

A análise conjuntural do boletim publicado pelo Centro de Estudos e Pesquisas Econômicas também apresenta dados sobre a inflação, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) e o desempenho dos diferentes setores na economia.

O Boletim Econômico do IEPE pode ser consultado na íntegra na página do grupo. Para obter mais informações, entre em contato pelo e-mail iepeipc@ufrgs.br ou pelo telefone 51 3308.3430.

UFRGS está entre as 500 melhores universidades em ranking por áreas de conhecimento

Foi divulgada nesta quarta-feira, 27, a edição 2019 do QS World University Rankings by Subject. O ranking avalia as instituições de ensino superior em 48 cursos e 5 áreas do conhecimento. A UFRGS obteve as seguintes colocações:

Ciências Médicas e da Saúde – 301º lugar (5º no Brasil)

Engenharias e Tecnologia – 352º lugar (8º no Brasil)

Artes e Humanidades – 383º lugar (6º no Brasil)

Ciências Naturais – 401-500 (8º no Brasil)

Ciências Sociais – 401-500 (9º no Brasil)

Em relação aos cursos, os que melhoraram desde o levantamento do ano passado são: Línguas Modernas (151-200), Engenharia Ambiental (201-250), Medicina (201-250) e Engenharia Elétrica (251-300). A UFRGS também foi citada nos cursos: Administração (451-500), Agronomia (151-200), Arquitetura (101-200), Ciência da Computação (301-350), Ciências Biológicas (401-450), Ciências Econômicas (351-400), Ciências Sociais (251-300), Engenharia de Materiais (251-300), Engenharia Mecânica (351-400), Farmácia (201-250), Física e Astronomia (451-500), Psicologia (251-300) e Química (351-400).

O levantamento é o maior do tipo no mundo e avalia os seguintes critérios: reputação acadêmica, reputação por parte do empregador, citações e produtividade e impacto das publicações. Confira as posições obtidas pela UFRGS em cada área de conhecimento e curso no site do ranking.

Foto: Gustavo Diehl/UFRGS – Arquivo

*Com informações do Portal UFRGS

DERI divulga inscrições homologadas para promoção de professores

O Departamento de Economia e Relações Internacionais tornou pública a homologação de inscrição para promoção à classe E, com denominação de Professor Titular na Carreira do Magistério Superior. Os candidatos que tiveram sua inscrição homologada foram os professores Giácomo Balbinotto Neto e Marcelino de Souza.

Para obter mais informações, entre em contato pelo e-mail deri@ufrgs.br ou pelo telefone 51 3308.3324.

Avaliação do docente pelo discente encerra no dia 15 de fevereiro

Realizadas periodicamente, iniciativas como a do formulário de avaliação do docente pelo discente são ferramentas que visam à manutenção de canais de diálogo permanentes entre a gestão e o restante da comunidade universitária. A análise dos pontos positivos e negativos levantados durante o período de avaliação é realizada pelo Núcleo de Avaliação da Unidade (NAU), que disponibiliza para amplo acesso regularmente os resultados em sua página, além de realizar os encaminhamentos aos gestores dos cursos, conforme publicado anteriormente.

Os dados recebidos pelos gestores geram uma grande contribuição ao desenvolvimento de ações que promovem melhorias na qualidade das atividades de ensino. Compreendendo a importância de que todos os alunos participem e destaquem os aspectos que considerem relevantes sobre os professores e as disciplinas, o NAU prorrogou o prazo da avaliação do docente pelo discente até o dia 15 de fevereiro.  O processo deve ser realizado no Portal do Aluno. Participe!

Para obter mais informações, entre em contato pelo e-mail nau_fce@ufrgs.br ou pelo telefone 51 3308.3311.

Página reúne informações sobre saúde mental do estudante

Está no ar o site Saúde Mental, uma iniciativa da UFRGS para tornar acessíveis aos estudantes conteúdos relacionados à temática da saúde mental. O site apresenta informações sobre questões psicológicas e orienta os alunos sobre como buscar ajuda, tanto dentro da Universidade quanto fora dela. O material está disponível no ufrgs.br/saudemental.

Na página, é possível tirar dúvidas sobre condições como depressão, transtorno de ansiedade e humor bipolar, entre outras. Os estudantes também podem acessar dicas sobre bem-estar e promoção da saúde, adaptação à Universidade, qualidade do sono e desempenho acadêmico. Há ainda informações sobre prevenção do suicídio, inclusão e diversidade no ambiente acadêmico.

O site é gerenciado pelo Centro Interdisciplinar de Pesquisa e Atenção à Saúde (CIPAS) da UFRGS, órgão auxiliar do Instituto de Psicologia, constituído por Programas Continuados e por Projetos de Intervenção de curta e média duração.

Foto: divulgação/UFRGS

29 de janeiro marca o dia nacional da visibilidade trans

O dia de hoje é reconhecido, desde 2004, como o Dia Nacional da Visibilidade Trans e marca, no país todo, ações voltadas a saúde, segurança e acessibilidade para pessoas transgênero. Estima-se que, no Brasil, haja cerca de 130 mil indivíduos trans. Na UFRGS, embora haja iniciativas como a Política de Uso de Nome Social, não há muitos dados sobre as pessoas trans na Universidade. Pelos corredores da FCE, encontramos a Isabel Klein, 28, estudante de Ciências Econômicas, e conversamos com ela sobre estudo, carreira profissional e visibilidade trans.

Aos 28 anos de idade, Isabel já construiu uma grande caminhada profissional e acadêmica. Técnica em contabilidade, trabalhou na área por cinco anos, enquanto cursava Engenharia Elétrica na UFRGS, onde ingressou em 2008. A descoberta para a área de Ciências Econômicas surgiu com a aproximação de movimentos estudantis durante a graduação em Engenharia. “Percebi que eu não tinha base para debater [economia e política], e me dei conta de que esse negócio era o que eu queria”, explica. Ela decidiu então cursar duas disciplinas de Ciências Econômicas, o que foi determinante para a decisão de fazer um segundo curso.

Por reconhecer o campo da engenharia como uma área de maior prestígio financeiro do que a economia, Isabel se graduou engenheira em 2014. No ano seguinte, ingressou no curso de Ciências Econômicas, o qual tem encarado de modo mais tranquilo por ter mais interesse em compreender os assuntos do que em concluir rapidamente a graduação: “Eu não vou às aulas só para pegar o diploma. Eu vou porque é aquele assunto de brilhar os olhinhos, sabe?”, comenta.

No tempo livre, Isabel gosta de escrever para o blog Campos de morango para sempre, que mantém desde 2007. Estudando no turno da noite, ela concilia as atividades acadêmicas com o trabalho na Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan). Na Companhia, aprovada por concurso em 2014, assumiu o cargo de engenheira eletricista do Departamento de Eficiência Energética, e sempre busca traçar uma interface com a Economia no trabalho. Ela conta que a economia lhe dá noções bem mais amplas, que contribuem para a elaboração de projetos de eficiência energética, nos quais aplica, por exemplo, conceitos de econometria.

Questionada sobre a sua impressão de como a economia enxerga a população trans, Isabel destaca a dificuldade de essa discussão se inserir de fato nos espaços porque diz respeito a uma parcela da população invisível, que ainda vive à margem, o que afeta diretamente a existência de registros oficiais e de dados estatísticos. Ela ressalta que muitas questões relativas à área devem começar a surgir daqui a alguns anos, como, por exemplo, a previdência.

Isabel reconhece a educação como o grande mecanismo de mobilidade social, e lembra que seu lugar como mulher trans universitária é exceção entre as pessoas do seu grupo social. “Quando eu ouço coisas como ‘vamos ter cotas para pessoas trans na pós-graduação’, como existem na Universidade Federal da Bahia, penso em quantas pessoas trans concluem o ensino superior. Parece que vem sempre a galinha na frente do ovo, sabe? Tu precisas de educação básica que permita que as pessoas progridam”. A estudante diz que, apesar de também ter enfrentado situações de discriminação no campo profissional e inclusive dentro da universidade, muitos fatores específicos e pessoais permitiram que sua trajetória fosse tão longe, mas sabe que a maioria das pessoas trans não conclui sequer o Ensino Médio.

Isabel, que foi uma das proponentes da Portaria que regula o uso do nome social na UFRGS em 2013, explica que o processo foi longo. Um dos motivos que a fez optar por fazer a formatura do curso de Engenharia Elétrica em gabinete foi justamente por não poder utilizar o nome social na época: “Não queria que lembrassem de mim como uma pessoa que eu não era”. Para fazer a alteração posterior no diploma, Isabel contou com o trabalho do Serviço de Assessoria Jurídica Universitária da UFRGS (SAJU), cujo auxílio ela considerou de extrema importância.

Mesmo que sejam criadas outras políticas que facilitem o uso do nome social, Isabel considera essencial a continuidade de estatutos que permitam o uso do nome social na universidade. “O processo de uma pessoa trans não é linear, como pode parecer às vezes. Existem momentos de repressão e momentos exacerbados, até a pessoa se encontrar nesse caminho. Então, tem que ter esses estatutos pra que a pessoa saiba que pode ingressar como qualquer outra pessoa sem se preocupar”.

Quanto ao Dia Nacional da Visibilidade Trans, Isabel considera que, apesar de a data ter perdido certa força com uma grande dispersão de informações, nem sempre válidas, nas redes sociais, continua sendo importante ter um dia fixo marcado porque estimula as pessoas a buscarem informações e a entenderem uma parcela oprimida da população. Para ela, o que reforça a manutenção de discriminações, que ela relata ter vivenciado de colegas de faculdade, inclusive, é a falta de contato com a realidade da população trans por pessoas cis. Isabel, que compreende que ser uma pessoa trans não é mais central em sua vida e sim apenas mais uma característica componente da sua singularidade, acredita que quem estiver aberto a conhecer de verdade as pessoas trans, certamente será capaz de dar o tratamento que deve ser dado a qualquer pessoa.

 

 

Serviços para pessoas trans na UFRGS

Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (SAJU) – engloba o Grupo G8 – Generalizando, grupo temático que trabalha com assessoria jurídica a questões que envolvem gênero e sexualidade, tendo como público-alvo a população LGBT+ e mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Contatos pelo telefone 51 3308.3967, pelo e-mail  g8generalizando@gmail.com ou presencialmente na sede do SAJU (Av. João Pessoa, 80).

Centro Interdisciplinar de Pesquisa e Atenção à Saúde da UFRGS (CIPAS) – órgão auxiliar do Instituto de Psicologia que tem como um de seus programas o Centro de Referência em Direitos Humanos: Relações de Gênero, Diversidade Sexual e Raça (CRDH / NUPSEX). O CIPAS realiza acolhimento e orientação a pessoas em situação de vulnerabilidade por discriminação relacionada a gênero, sexualidade, identidade de gênero e raça. Contatos pelo telefone 51 3308.5453, pelo e-mail cipas@ufrgs.br ou no Anexo I da Saúde (R. Ramiro Barcelos, 2777, sala 314).

Nome social – Na UFRGS, é garantida desde 2015, para estudantes e servidores, a possibilidade de uso e de inclusão do nome social nos registros acadêmicos ou funcionais.

TransENEM – Contando com a participação de muitos estudantes da UFRGS (embora não oficialmente ligado à Universidade), o Coletivo pela Educação Popular TransENEM oferece curso popular gratuito pré-ENCCEJA para mulheres travestis e pessoas trans (binárias e não-binárias), sendo LGB inclusiv.

Foto: Comunicação/FCE

Andifes se manifesta sobre nomeação de reitores nas universidades federais

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), representante oficial das universidades federais na interlocução com o governo federal, com as associações de professores, de técnico administrativos, de estudantes e com a sociedade em geral, divulgou na última quarta-feira, 23 de janeiro, nota sobre a nomeação dos gestores das universidades. No documento, o órgão defende o  respeito à democracia e aos resultados eleitorais das instituições de ensino.

Leia a íntegra:

“A democracia não é um simples meio, mas um valor universal. Como método mais legítimo de expressão da vontade coletiva, não pode ser descartada, necessitando, sim, ser sempre aprimorada. A democracia exige permanente aperfeiçoamento e constante reafirmação, de modo que as decisões sejam tomadas com plenitude de condições, transparência, dados verdadeiros e debate autêntico que permitam, enfim, a decisão autônoma e soberana das comunidades concernidas. E é importante que isso seja reafirmado, por mais que possamos estar insatisfeitos com quaisquer resultados eleitorais, e por mais que devamos sempre enfrentar as decisões de quantos, uma vez eleitos, ajam contra os princípios da democracia.

Nos próximos quatro anos, todas as universidades federais vivenciarão a renovação ou mudança de seus gestores. É essencial, então, afirmar publicamente a importância de serem conduzidos ao cargo de reitor ou reitora aqueles docentes autonomamente indicados no primeiro lugar pelo colégio eleitoral de suas respectivas universidades, sendo garantido assim um elemento definidor da democracia, que é o respeito à vontade da maioria. Nos marcos da legislação atual, o envio de uma lista pela instituição deve ser respeitado. Entretanto, não podemos deixar de defender a indicação de quem teve mais votos no colégio eleitoral. A indicação do primeiro colocado deve, pois, ser respeitada, por um lado, como um valor da democracia e, por outro, em respeito à autonomia de cada instituição.

Devemos, portanto, garantir o reconhecimento da expressão legítima da vontade da instituição, também com o claro benefício político e administrativo de que, dessa maneira, contribuiremos para a agregação interna de uma comunidade voltada à realização de ensino, pesquisa e extensão de qualidade. Não respeitar a indicação de um primeiro lugar não é simplesmente fazer um juízo contrário à qualidade administrativa ou às posições políticas de um candidato ou candidata, mas, sim, de modo bastante grave, desqualificar a comunidade universitária e, também, desrespeitar a própria sociedade brasileira, atentando contra o princípio constitucional que preza a autonomia das universidades públicas.”

O material também foi publicado na página da Associação e nos sites de Universidades Federais.