A Feira do Livro começa no dia 1º de novembro e leva à Praça da Alfândega um dos mais importantes eventos culturais do Brasil. Além das tradicionais bancas de venda de livros, a programação inclui oficinas, palestras e seminários, com a presença de autores do Brasil e do exterior. A Faculdade de Ciências Econômicas marca presença na feira com o lançamento de duas obras de autoria de docentes. Durante o evento, o público poderá adquirir os livros e prestigiar os autores nas sessões de autógrafos.
No dia 5 de novembro, às 14h30min, os professores Wendy Carraro e Ariel Behr autografam a obra Operacionalização da atividade discente na EaD (Editora da UFRGS). O trabalho discute os conceitos de educação a distância no contexto brasileiro e explora as ferramentas tecnológicas que dão suporte a esse formato de ensino, como a plataforma Moodle, por exemplo. O livro também trata sobre o instrumental disponível para pesquisa acadêmica e sobre os recursos avançados com os quais a EAD pode contar.
Na data de 10 de novembro, às 16h30min, acontece o lançamento do título Economia criativa, cultura e políticas públicas (editora da UFRGS), do professor Leandro Valiatti, em conjunto com o pesquisador Gustavo Möller. A obra trata sobre economia da cultura e economia criativa, indicadores e metodologias de avaliação, arranjos produtivos locais, microcrédito, empreendimentos culturais, comércio internacional, indústrias criativas, formas de organização do trabalho, incentivo e financiamento à cultura.
No dia 11, às 18h30min, a sessão de autógrafos é do livro Emprego doméstico no Brasil: raízes históricas, trajetórias e regulamentação (LTr Editora), organizado por Cristina Pereira Vieceli, Julia Giles Wünsch e Mariana Willmersdorf Steffen e coordenado pelo professor Carlos Henrique Horn. O livro oferece uma abordagem multidisciplinar sobre o trabalho doméstico no Brasil e destaca sua relevância para a economia e a sociedade, abrangendo os elementos históricos que estão em sua origem no caso brasileiro. A obra aborda, em maior parte, o período recente, quando transformações de fôlego ocorreram no mercado e na regulamentação do trabalho doméstico, em especial a aprovação da Lei Complementar n. 150, de 1° de junho de 2015. A norma ampliou a regulamentação da relação de trabalho doméstico no Brasil, estendendo a estes trabalhadores direitos que protegiam outras categorias que não a doméstica.
Foto: Feira do Livro/divulgação


