Extensão

Extensão

As ações de extensão estabelecem relações sociais e culturais com a sociedade, compondo uma parte da grande tarefa educativa confiada à Universidade, a partir do processo formativo integral dos estudantes. Esse diálogo com a comunidade permite dar respostas permanentes às suas demandas e anseios, reiterando o compromisso social da instituição. 

Coordenadoras: Márcia Cançado Figueiredo e Kátia Valença Correia Leandro da Silva

Telefone: 3308 7609

E-mail: katia.silva@ufrgs.br

Este projeto é realizado na Vila Augusta, no Município de Viamão/RS, visando desenvolver vivências a partir de ações interdisciplinares que incluem a extensão/ensino/pesquisa/serviço envolvendo professores, alunos e profissionais da Estratégia Saúde da Família.
Visa: a) desenvolver ações de promoção da saúde através de atividades interdisciplinares e intersetoriais com o propósito de contribuir na formação e capacitação de acadêmicos e profissionais da área da saúde comprometidos com a realidade social e regional; b) Instituir o intercâmbio de saberes entre os diferentes cursos de diferentes áreas, evidenciado pelos acadêmicos através da prática da interdisciplinaridade para melhorar as condições de saúde da população; c) Combater à desigualdade equalizando oportunidades para o uso produtivo das capacidades adquiridas e reduzindo a desigualdade de tratamento dos trabalhadores no mercado de trabalho e socializar resultados obtidos.

Coordenadora: Kátia Valença Correia Leandro da Silva

Telefone: 3308 7609

E-mail: katia.silva@ufrgs.br

Atualmente no Rio Grande do Sul, mais de 94 comunidades remanescentes de quilombos são certificadas pela Fundação Cultural Palmares. Essas comunidades mantém suas tradições culturais, de subsistência e religiosas ao longo dos séculos. Através de Mutirões de saúde realizam-se ações de promoção da saúde para quilombolas; descreve-se o perfil socioeconômico e as condições de saúde geral e bucal de quilombolas rurais e urbanos. Acadêmicos e profissionais da área da saúde comprometidos com a realidade social e regional participam desses mutirões que propicia a inserção e o contato de alunos nas comunidades; institui o intercâmbio de saberes entre os diferentes cursos da área da saúde, evidenciado pelos acadêmicos através da prática da interdisciplinaridade.
As comunidades quilombolas do litoral norte atendidas são: Olhos D’Água, Capororoca, Costa da Lagoa, Limoeiro do Bacupari e Casca. Em Porto Alegre encontram-se os quilombos dos Alpes, Família Silva, Família Fidelix, Areal da Baronesa e Família Flores. Cerca de 1.160 atendimentos de saúde geral e bucal foram realizados nestas comunidades.

Coordenadora: Mara Rejane Ritter

E-mail: bichosdocampus@gmail.com

Site:  www.bichosdocampus.ufrgs.br

O projeto atua no controle e manejo da população de cães e gatos abandonados que circulam pelas dependências do Campus do Vale, por meio de métodos apropriados do ponto de vista ético e ambiental, conforme o que está previsto no plano de gestão ambiental da UFRGS.  

As atividades incluem o encaminhamento dos animais abandonados para adoção; incentivo da posse responsável; atendimento dos animais doentes; vacinação, esterilização e vermifugação dos animais que circulam nas dependências do Campus do Vale; controle de zoonoses; promoção de palestras e oficinas sobre o controle populacional e a posse responsável de animais domésticos para o público interno e para a população do entorno do Campus do Vale da UFRGS; promoção de noções de educação ambiental, em relação aos animais domésticos, para os escolares do entorno.

Órgão: CECLIMAR 

Coordenador: Prof. Dr. Ignacio Benites Moreno 

Telefone: 3308 1267

E-mail: : botosdabarra@ufrgs.br

Página no facebookhttps://www.facebook.com/Projeto-Botos-da-Barra-do-Rio-Tramanda%C3%AD-698928310197758/ (Projeto Botos da Barra do Rio Tramandaí)

O Projeto Botos da Barra é realizado pelo Centro de Estudos Costeiros Limnológicos e Marinhos do Instituto de Biociências da UFRGS (CECLIMAR/IB/UFRGS), patrocinado pela Petrobras Transportes S.A. – TRANSPETRO e tem como parceiros o Instituto Federal de Educação do Rio Grande do Sul, Campus Litoral Norte, Prefeituras dos municípios de Imbé e Tramandaí, Marinha do Brasil, Emater, entre outras instituições. 

O Projeto tem por objetivos principais o fortalecimento da pesca cooperativa, divulgação de conhecimento científico, monitoramento da população de botos da barra e educação ambiental.

A pesca cooperativa entre boto e pescadores artesanais de tarrafa ocorre da seguinte forma: Os pescadores artesanais de tarrafa, ao perceberem a presença dos botos distribuem-se na margem do canal, por sua vez os botos, com sinais característicos feitos com a cabeça, indicam aos pescadores o momento apropriado para o arremesso da tarrafa, facilitando a pesca e a captura do peixe pelos botos, assim os dois se beneficiam. Este ritual é realizado há muitos anos e só acontece desta forma em Tramandaí e Laguna (SC). Além disso, os pescadores conhecem cada boto e dão nome a eles, esse reconhecimento se dá através das marcas/cicatrizes e manchas na nadadeira dorsal e corpo dos botos, como se fosse uma impressão digital. Alguns botos são facilmente reconhecidos por quem vai visitar a barra, como a Geraldona, que é uma fêmea de 30 anos que está com filhote e o Chiquinho, que também é filho da  Geraldona, mas já tem por volta de 12 anos.

A realização das iniciativas do projeto fornecerá subsídios importantes para o melhor gerenciamento da barra do rio Tramandaí, dessa forma assegurando a continuidade da pesca cooperativa entre os botos e os pescadores tradicionais. Essa interação possui importância econômica e social para a comunidade, e ao assegurar esse fenômeno, o sustento de dezenas de famílias será garantido além de preservar um importante ecossistema e uma importante interação socioambiental que somente ocorre no sul do Brasil e em nenhum outro local do mundo.

Coordenadora: Eliane Bandinelli

Telefone: 3308 6728

As ações consistem na realização de testes laboratoriais para detecção de coagulopatias hereditárias e monitoramento laboratorial dos pacientes já diagnosticados, além de orientação à pacientes e profissionais da saúde sobre os exames realizados. Esses exames laboratoriais permitam o diagnóstico correto das coagulopatias, bem como o acompanhamento da evolução do paciente em tratamento. Os pacientes atendidos são da rede pública de saúde que sofrem com Hemofilia, Doença de von Willebrand, etc.

Órgão: CECLIMAR 

Coordenador: Maurício Tavares

Telefone: 3308 1263

E-mail: fauna_marinha@ufrgs.br / mauricio.tavares@ufrgs.br

Em 2014, foi concebida uma exposição itinerante sobre as principais espécies que ocorrem no litoral norte do Rio Grande do Sul, visando sensibilizar uma parcela maior da sociedade. A exposição conta com diversos animais característicos da fauna marinha e costeira, bem como informações referentes a estas espécies. 

Todos os anos são confeccionados materiais educativos sobre a fauna marinha e costeira do litoral norte do RS na gráfica da UFRGS, com auxílio do fomento da PROREXT e distribuídos gratuitamente no Museu de Ciências Naturais (MUCIN) da Universidade e também nas atividades de educação ambiental realizadas pelo CECLIMAR (e.g. oficinas, palestras, portas abertas UFRGS). 

Departamento: Biofísica

Coordenador: Guido Lenz

Telefone: 3308 7613 / 3308 7620

Site: http://www.jexpressao.com

Esta ação promove a divulgação de ciência e tecnologia através do Jornal Expressão. Objetiva levar ao público de uma região afastada da capital (a cidade de Itapiranga, oeste de Santa Catarina) as novidades nos campos da ciência e da tecnologia através de uma coluna semanal publicada em um jornal local.
A coluna está disponível também na versão digital.

Órgão: CECLIMAR

Coordenador: Maurício Tavares

Telefone: 3308 1263

E-mail: ecohortaceclimar@ufrgs.br / mauricio.tavares@ufrgs.br

O projeto foi iniciado em 2014 para segregar o resíduo orgânico gerado no CECLIMAR, através de uma área de compostagem e um horta modelo para fins de educação ambiental. Atualmente, a ECOHORTA conta com seis canteiros, sendo dois de compostagem e quatro para plantio, duas cisternas de 2000 que coletam água da chuva e irrigam os canteiros com um sistema de irrigação por gotejamento. Mudas de espécies nativas (como o palmito juçara) são cultivadas para distribuição à comunidade e visitantes. 

Todos os anos são confeccionados materiais educativos sobre agroecologia, confeccionados na gráfica da UFRGS, com auxílio do fomento da PROREXT e distribuídos gratuitamente no Museu de Ciências Naturais (MUCIN) da Universidade e também nas atividades de educação ambiental realizadas pelo CECLIMAR (e.g. oficinas, palestras, portas abertas UFRGS). 

Coordenador: Paulo Brack

E-mail: gvc.botanica@ufrgs.br

Site: http://www.ufrgs.br/viveiroscomunitarios

O Grupo Viveiros Comunitários é um laboratório vivo de mostra de plantas, em sua maioria, nativas do Rio Grande do Sul. Realizam pesquisas e atividades de extensão com plantas alimentícias nativas e tratam também, em palestras e debates, sobre o tema da agrobiodiversidade como elemento importante para a sustentabilidade ecológica.

Escolas são bem-vindas para visitação e oficinas, principalmente para conhecerem plantas alimentícias não convencionais. Algumas escolas e comunidades indígenas solicitam mudas, que são doadas ou trocadas por materiais de viveiro.

Projeto de Extensão: As cores-da-lagartixa

A interdisciplinaridade aplicada às práticas ambientais promove o conhecimento não somente científico, mas também incentiva o pensamento crítico a respeito do contexto ecológico, social, cultural e econômico no qual a comunidade escolar está inserida. Assim, possibilita a percepção da população em relação ao meio em que vivem, e, consequentemente, a popularização das práticas de conservação ambiental.

O Projeto de educação ambiental “As Cores da Lagartixa” tem como objetivo disseminar informações sobre a Lagartixa-das-dunas (Liolaemus arambarensis), quanto a sua biologia e importância ecológica, tendo como foco a conservação da espécie. Presente apenas em quatro localidades do Rio Grande do Sul (Tapes, Arambaré, Itapuã e Barra do Ribeiro), a Lagartixa-das-dunas é uma espécie ameaçada de extinção por ter uma distribuição muito restrita. Dessa forma, as atividades de educação ambiental nas escolas do município de Barra do Ribeiro podem contribuir para a conscientização e para a conservação da espécie.

Nas nossas atividades nas escolas apresentamos a história de vida e a biologia do lagarto para os professores e alunos, alertando sobre as ameaças que se encontram no local e incentivamos as práticas sustentáveis como forma de amenizar esses perigos. Através das aulas práticas, de forma didática, explicamos as principais características do grupo dos répteis e a diferença entre eles com o propósito de educar as crianças a respeito do grupo e descontruir preconceitos. Além disso, esclarecemos também a importância do município e a singularidade de seus ambientes para a espécie Liolaemus arambarensis, a fim de apontar a importância dos cuidados com o ambiente e as práticas sustentáveis para a conservação da espécie.

Elaboramos um projeto para trabalhar em conjunto com professores e alunos durante todo o ano letivo, com a finalidade de estimular a sensibilização das crianças em relação ao ambiente e aos animais que ali vivem, desenvolvendo empatia e, principalmente, o sentimento de identidade com a Lagartixa-das-dunas, o que ajudará na conservação da espécie futuramente. Além de incentivar os professores a trazer a realidade dos problemas ambientais para as suas aulas, usando a espécie Liolaemus arambarensis como exemplo local.

Contato: Laboratório de Herpetologia | Departamento de Zoologia | IB

Responsável: Profa. Laura Verrastro

Para saber mais acesse:  https://www.facebook.com/lagartixadasdunas/