Curso de Especialização EAD em África: História e Relações Internacionais

O Centro de Estudos Internacionais sobre Governo (CEGOV) oferece o Curso de Especialização em EAD África: História & Relações Internacionais. O curso objetiva contribuir para a formação de professores, pesquisadores, especialistas, ativistas, e público interessado no conhecimento sobre a África. A base deste Curso são as pesquisas, teses e dissertações que têm sido defendidas, bem como a publicação de obras e da Revista Brasileira de Estudos Africanos (RBEA), publicada na UFRGS. Objetiva, também, divulgar um conhecimento crítico e interativo multidisciplinar sobre a África e os Africanos, atendendo a uma forte demanda social.

Duração/carga horária: 18 meses – 390h/aula

Investimento: matrícula R$ 700,00 + 11 x R$650,00

Modalidade: EAD

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Etiópia e Eritreia restabelecem relações diplomáticas

Via Africanews

Após o encontro com o presidente da Eritreia, Isaias Afwerki, em Asmara, o primeiro ministro etíope, Abiy Ahmed, anunciou, nesta segunda-feira (09/07), o restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, a reabertura das fronteiras e das embaixadas, bem como a retomada dos voos comerciais entre as duas capitais. As relações diplomáticas foram rompidas após o início da guerra entre os dois Estados em maio de 1998 que terminou em junho de 2000 com a vitória militar da Etiópia. No mesmo ano foi assinado o Acordo de Paz de Argel, que determinava, entre outros termos, que a disputa de fronteiras fosse submetida a dois órgãos independentes e imparciais a serem indicados pelos Secretários Gerais da OUA e da ONU, bem como pelos dois países. O primeiro era a Comissão de Requerimento Eritreia-Etiópia, responsável por analisar as reivindicações quanto às perdas na guerra e o segundo, a Comissão de Fronteiras Eritreia-Etiópia (EEBC), composta por cinco membros – cabia a esta última demarcar os limites de acordo com os tratados coloniais de 1900, 1902 e 1908. Em abril de 2002, a EEBC decidiu sobre a demarcação da fronteira: a cidade de Badme ficaria no território Eritreu; a Etiópia recusou-se a aceita-lo, conduzindo a uma situação de impasse que permanece até hoje. No início do mês passado, no entanto, o primeiro-ministro etíope anunciou que o país iria aceitar a decisão da EEBC.

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Eritreia enviará delegação para conversações de paz na Etiópia

Via CGTN Africa

O presidente da Eritreia, Isaias Afwerki, anunciou nesta quarta-feira (20/06) que enviará uma delegação para a vizinha Etiópia para as conversações de paz. A Eritreia tronou-se independente em 1993 após trinta anos de guerra de libertação contra a Etiópia.  Em maio de 1998, uma disputa fronteiriça foi estopim para a eclosão de uma guerra convencional de grande intensidade entre os dois países. A guerra terminou em junho de 2000 com a vitória etíope e em dezembro, sob auspícios da OUA, ONU, União Europeia e EUA, foi assinado o Acordo de Paz de Argel, que determinava, entre outros termos, que a disputa de fronteiras fosse submetida a dois órgãos independentes e imparciais a serem indicados pelos Secretários Gerais da OUA e da ONU, bem como pelos dois países. O primeiro era a Comissão de Requerimento Eritreia-Etiópia, responsável por analisar as reivindicações quanto às perdas na guerra e o segundo, a Comissão de Fronteiras Eritreia-Etiópia (EEBC), composta por cinco membros – cabia a esta última demarcar os limites de acordo com os tratados coloniais de 1900, 1902 e 1908. Em abril de 2002, a EEBC decidiu sobre a demarcação da fronteira: a cidade de Badme ficaria no território Eritreu; a Etiópia recusou-se a aceita-lo, conduzindo a uma situação de impasse que permanece até hoje. No início desse mês, no entanto, o novo primeiro-ministro etíope, Abiy Ahmed, anunciou que o país iria acatar a decisão da EEBC.

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