Arquivos mensais: dezembro 2018

Andry Rajoelina é eleito no Madagascar

Via Madagascar Tribune

Segundo os resultados provisórios divulgados nesta quinta-feira (27/12) pela Comissão Nacional de Eleições, o ex-presidente de Madagascar, Andry Rajoelina, foi eleito no segundo turno das eleições presidenciais de 19 de dezembro. Rajoelina obteve 55,7% dos votos contra 44,3% do também ex-presidente Marc Ravalomanana.

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Eleições na República Democrática do Congo: perfil dos principais candidatos

Via Aljazeera

No próximo domingo (23/12), 40 milhões de eleitores vão às urnas na República Democrática do Congo (RDC) para escolher o próximo presidente da República. Dentre os 19 candidatos que disputam a corrida presidencial, se destacam: Emmanuel Shadary (ex-governador da província de Maniema, ministro do Interior do atual governo e membro do Partido do Povo para Reconstrução e Democracia – PPRD), Vital Kamerhe (ex-presidente do parlamento e líder do partido de oposição União para a Nação Congolesa/ UNC) e Félix Tshisekedi (líder do partido de oposição União para a Democracia e o Progresso Social/ UDPS). Conheça o perfil dos principais candidatos à presidência aqui.

Museu das Civilizações Negras é inaugurado em Dakar

Via Le Quotidien

Foi inaugurado na última quinta feira (06/12), em Dakar, no Senegal, o Museu das Civilizações Negras. A instituição tem 14 mil metros quadrados de espaço expositivo, com  capacidade para mais 18 mil itens e estará aberta ao público em algumas semanas. Entre as mostras disponíveis no museu estão “Africa Now” de arte africana contemporânea, e “The Caravan and the Caravel”, sobre o comércio escravo através do Oceano Atlântico e do Deserto do Saara. Também há uma exibição (Women of the Nation) que retrata mulheres de ascendência africana, como a ativista dos Estados Unidos Angela Davis. Na coleção, há trabalhos de artistas do Mali, Burkina Faso, Cuba e Haiti. O museu foi parcialmente financiado pela China, a qual investiu cerca  US$ 34 milhões. A ideia do museu data de 1966, quando o então presidente do Senegal, Leopold Senghor, propôs a construção de uma instituição dedicada ao patrimônio cultural das civilizações da África negra. Devido a dificuldades financeiras, o projeto se arrastou por décadas. Ao lado de outros líderes africanos do início do período pós-colonial, Senghor pregava o orgulho da negritude e o fortalecimento de uma identidade africana desvinculada do paradigma eurocêntrico. Segundo o curador do museu, Babacar Mbow, a instituição vem para “finalizar a descolonização da sabedoria que cabe à África”. Recentemente, vem ganhando força um movimento que advoga a devolução de peças africanas que estão em museus europeus para o continente. O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou que seu país iria devolver vinte e seis artefatos levados do Benin em 1892, incluindo tronos e estátuas.

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