Produção intelectual

O que é

Denomina-se produção intelectual a produção científica, técnica, artística e administrativa da UFRGS, quando os documentos são produzidos no âmbito da instituição ou por integrantes do seu corpo docente, técnico-administrativo e discente (desde que orientados por docentes que possuam vínculo ativo com a UFRGS).

Instruções para registro da PI

Instruções para registro da Produção Intelectual (PI) no Catalogação SABI

  1. Acesse o Portal do Servidor da UFRGS para gerar o Relatório de Atividades Docentes (RAD);
  2. A partir do RAD, confira sua PI e solicite o registro somente dos documentos não incluídos, pelo e-mail: biblioteca@ea.ufrgs.br.
  3. Para documento publicado/disponível na internet, informe o endereço eletrônico (URL) na mensagem. Não é necessário anexar o arquivo.
  4. Para documento publicado exclusivamente em CD-ROM ou Pen Drive, anexe os arquivos na mensagem ou entregue o CD-ROM ou Pen Drive na Biblioteca para cópia dos arquivos. O mesmo será devolvido.
  5. Para documento publicado exclusivamente em meio impresso, entregue na Biblioteca, conforme o tipo:
    – livro e capítulo de livro: obrigatório entregar um ou mais exemplares originais, a fim da Biblioteca atender a lei brasileira de direitos autorais. Um exemplar será destinado para a preservação da memória institucional e os outros exemplares serão para uso da comunidade universitária;
    – trabalho completo ou resumo de evento científico: entregue um exemplar dos anais/proceedings ou o trabalho ou resumo digitalizados com os dados completos do evento.Instruções para registro da Produção Intelectual (PI) no Catalogação SABI

    1. Acesse o Portal do Servidor da UFRGS para gerar o Relatório de Atividades Docentes (RAD);
    2. A partir do RAD, confira sua PI e solicite o registro somente dos documentos não incluídos, pelo e-mail: biblioteca@ea.ufrgs.br
    3. Para documento publicado/disponível na internet, informe o endereço eletrônico (URL) na mensagem. Não é necessário anexar o arquivo;
    4. Para documento publicado exclusivamente em CD-ROM ou Pen Drive, anexe os arquivos na mensagem ou entregue o CD-ROM ou Pen Drive na Biblioteca para cópia dos arquivos. O mesmo será devolvido;
    5. Para documento publicado exclusivamente em meio impresso, entregue na Biblioteca, conforme o tipo:

    – livro e capítulo de livro: obrigatório entregar um ou mais exemplares originais, a fim da Biblioteca atender a lei brasileira de direitos autorais. Um exemplar será destinado para a preservação da memória institucional e os outros exemplares serão para uso da comunidade universitária;

    – trabalho completo ou resumo de evento científico: entregue um exemplar dos anais/proceedings ou o trabalho ou resumo digitalizados com os dados completos do evento.

    OBSERVAÇÕES:

    • Ao submeter artigos de periódicos e trabalhos em eventos científicos, certifique-se de que a afiliação UFRGS foi informada corretamente. Informe o nome da instituição por extenso e em língua portuguesa.
    • Somente podem ser registrados como PI os documentos que trazem expressa a vinculação do autor com a UFRGS e que foram publicados em período coincidente com a vinculação institucional.
    • A digitalização de documento impresso deve ter qualidade (formato pdf, legível, manter a cor original, sem cortes do texto impresso).
    • A Biblioteca registra os documentos por ordem de chegada.
    • Solicite o registro de documentos preferencialmente logo após a publicação.
    • Os tipos de documentos registrados são: livros, capítulos de livros, artigos, teses e dissertações, trabalhos de conclusão de curso de graduação ou pós-graduação latu sensu, trabalhos publicados em anais de eventos científicos (resumo ou trabalho completo), editoriais, entrevistas, vídeos, e outros. Não são registrados: certificados de participação em eventos científicos, atividades administrativas e/ou de consultoria em periódicos e documentos não publicados.
    • Para obter orientações sobre o pedido de registro de patente, contate a Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico (SEDETEC), da UFRGS.
    • Para incluir Recursos Educacionais Abertos no LUME, contate o Núcleo de Apoio Pedagógico à Educação a Distância.
    • Após o registro no SABI, ocorre um delay na atualização do RAD.
    • Em caso de dúvidas, contate a Biblioteca pelo e-mail: biblioteca@ea.ufrgs.br ou pelo telefone: 3308-3142.

     

 

Emissão de relatório(RAD) de PI do SABi

A nova versão do Catálogo online – SABi possibilita a emissão do Relatório de PI da UFRGS. O relatório pode ser gerado nos IPs da Universidade e apresenta as produções em ordem decrescente de ano de publicação, separadas por tipo de documento, em formato pdf.

Para emitir o relatório:

  1. Acesse o site www.sabi.ufrgs.br
  2. Clique em Percorrer índice, na página inicial, para fazer a pesquisa.
  3. Selecione o campo Nome pessoal e digite o nome do autor na ordem inversa. Exemplo: Houssay, Bernardo Alberto.
  4. A partir da lista de resultados da pesquisa, selecione os documentos que deseja incluir no relatório;
  5. Clique em Adicionar Minha pasta, logo acima.
  6. Clique em Minha pasta, no frame superior.
  7. Clique em emitir relatório PI;
  8. Salve o documento no local desejado.

 

Periódicos indexados em bases de dados

Com vistas a esclarecer o que é um periódico indexado para efeitos de registro da produção intelectual dos docentes no Sistema de Automação de Bibliotecas (SABi), apresentamos alguns conceitos utilizados na Biblioteca da Escola de Administração.

Indexação é a operação que consiste em selecionar, exprimir e recuperar as informações contidas nos documentos. Pressupõe etapas como: determinação do(s) assunto(s) fundamental(ais) do documento; extração dos termos correspondentes traduzidos em uma linguagem documental; formalização da descrição realizada de acordo com regras preestabelecidas.

Bases de dados podem conter apenas referências ou conter dados, resumos ou textos completos, ou seja, conjunto de registros de mesmo tipo, organizados sob forma normalizada ou não, armazenados em computador numa das diversas formas legíveis por máquina (FARIA; PERICÃO, 2008). As bases de dados especializadas em indexação permitem ao editor da revista entrar em contato com seus produtores, para solicitar a inclusão de seu periódico, por meio da indexação, na base escolhida desde que atendam a alguns critérios estipulados pela base indexadora, tais como: existência de abstracts e/ou resumos, bem como keywords e/ou palavras chave em todos os artigos; legenda bibliográfica com informações do periódico no rodapé das páginas; indicação de normas para referências e citações bibliográficas; expediente da revista que garanta a qualidade dos artigos através de conselho ou comissão editorial devidamente identificada; informação de periodicidade e regularidade na publicação do periódico; ISSN entre outros critérios que sejam importantes para selecionar o título e inclui-lo naquela base de dados especializada em indexação. Por isso caracterizam-se por serem fontes de informação com maior credibilidade, tendo em vista que as informações presentes nela passaram por avaliação de diversos critérios. Elas fornecem informações dos artigos originais, tais como: autor e título do artigo, título e local de publicação do periódico, ano, volume e/ou número de fascículo, e as páginas onde se encontra o artigo.

Essas bases reúnem um conjunto de títulos de periódicos que passaram por um processo seletivo em relação à cobertura/conteúdo, permitindo a recuperação e ampliando a visibilidade dos artigos indexados, conferindo ao periódico um valor técnico, razão que o diferencia dos periódicos não indexados.

Portanto, um periódico indexado é aquele que está presente em uma base de dados através do serviço de indexação e resumo, ou seja, faz parte de uma base de dados referencial e teve seu conteúdo temático descrito; podendo a base indexadora oferecer também palavras chave, resumo e texto completo dos artigos. Sua presença em base de dados indexadora costuma ser indicada em sua contracapa, identificando as bases que o indexam.

Alguns sites de periódicos apresentam informações sobre as bases de dados indexadoras do título, porém, muitas indicam como bases de dados outras fontes que não se caracterizam como tal. A seguir, explana-se sobre alguns dos atributos indicados nos sites e que não se configuram como base de dados indexadoras ou que o periódico seja indexado.

Não consistem bases de dados indexadoras:

Diretórios: relação de títulos de periódicos, geralmente remetendo ao respectivo endereço eletrônico e/ou físico, obedecendo a algum tipo de organização, tais como alfabética, por assunto, por instituição, por países, por idiomas, etc.

Qualis: classificação dos periódicos utilizados pelos programas de pós-graduação brasileiros para a comunicação da sua produção intelectual. A classificação de cada periódico é feita pelas respectivas áreas de avaliação nacionais e é atualizada anualmente, sob a tutela da Capes.

ISSN*: significa “International Standard Serial Number”, que é a identificação numérica do periódico em âmbito internacional. Trata-se de um código aceito internacionalmente que objetiva individualizar o título de uma publicação seriada. Esse número se torna único e exclusivo do título da publicação ao qual foi atribuído, e seu uso é padronizado pela ISO 3297 (International Standards Organization).

DOI: significa “Digital Object Identifier”, que é um padrão para identificação de documentos em redes de computadores, como a Internet. O sistema oferece identificação unívoca da propriedade intelectual de livros, artigos, periódicos e até imagens encontrados na Internet, associando a cada objeto seus dados básicos e sua origem.

Não são consideradas bases de dados de indexação:

Sumários.org** – (Sumários de Revistas Brasileiras) – Lista os periódicos brasileiros que realizaram cadastro. Não apresenta critérios de seleção dos periódicos incluídos na lista nem indexa os artigos publicados pelas revistas cadastradas.

Latindex*** – Lista os periódicos publicados em países da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal. Apresenta um cadastro com informações de cada periódico e informa o link para acesso ao site dele, porém, o Latindex não indexa os artigos publicados pelas revistas.

Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)**** – é um portal que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil boa parte da produção científica nacional e internacional. Por meio do Portal de Periódicos Capes tem-se o acesso as principais bases de dados de diversas áreas, assim como acesso ao site de periódicos gratuitos e com assinatura.

Crossref***** – Metabuscador de referências.

Diadorim****** – Diretório de políticas editoriais das revistas científicas brasileiras. Identifica, sistematiza e disponibiliza as informações das políticas estabelecidas pelas editoras dos periódicos brasileiros referentes ao armazenamento dos artigos nos repositórios institucionais.

Google Acadêmico: Motor de busca de diversos tipos de documentos científicos disponíveis on-line.

Entre outros diretórios, portais e motores de busca.

Relatório de área da Capes:

O relatório de área de Administração, Ciências Contábeis e Turismo relativo ao Quadriênio 2013-2016 apresentam algumas bases utilizadas na classificação dos periódicos. São elas: Ebsco, DOAJ, Gale, CLASE, IBSS (ProQuest), HAPI e Spell. Estas são consideradas bases de dados indexadores e logo abaixo segue caracterização.

São consideradas bases de dados de indexação:

CLASE (Citas Latinoamericanas en Ciencias Sociales y Humanidades) – Base de dados que indexa periódicos da América Latina e Caribe especializados em Ciências Sociais e Humanidades.

DOAJ – Directory of Open Access Journals – Abrange todas as revistas científicas e acadêmicas de acesso aberto que utilizem um sistema de controle de qualidade para garantir o conteúdo. Lista os periódicos e seus artigos, tanto por nome como por área do conhecimento. Abrange áreas de ciência, tecnologia, medicina, ciências sociais e humanidades.

EBSCO – Todas as bases de dados fornecidas.

Gale – Base de dados especializada em áreas como Marketing, Economia, Ciência Política. Produzida pela Cengage Learning.

HAPI – Hispanic American Periodicals Index. Fornece citações bibliográficas completas para o conteúdo de periódicos acadêmicos publicados em todo o mundo sobre América Latina e o Caribe desde 1970. A cobertura inclui desde temas de natureza política, econômica e social até as artes e humanidades. O banco de dados é um projeto sem fins lucrativos do Latin American Institute, University of California, Los Angeles (UCLA).

IEEExplore – Base de dados especializada nas áreas de Engenharia Elétrica, Ciência da Computação e Eletrônica produzida pelo IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers).

ProQuest – Todas as bases de dados fornecidas.

Redalyc – Base de dados que reúne periódicos da América Latina e do Caribe, além da Espanha e de Portugal. Estabelece critérios para seleção dos periódicos, indexa todos os artigos de cada periódico e disponibiliza o texto completo diretamente em sua base de dados, sem precisar remeter para o site do periódico. Atualmente, Redalyc indexa 69 periódicos na área de Administração e Contabilidade.

SciELO – Base de dados que indexa periódicos da América Latina e Caribe. Estabelece critérios para seleção dos periódicos, indexa todos os artigos de cada periódico e disponibiliza o texto completo diretamente em sua base de dados, sem precisar remeter para o site do periódico. Atualmente, o SciELO indexa 340 periódicos na área de Ciências Sociais Aplicadas.

Scopus – Base de dados multidisciplinar de propriedade da Elsevier.

SPELL – Acesso à produção das áreas de Administração, Contabilidade e Turismo publicados a partir de 2008 e que tenham classificação a partir de B5 pela Qualis Capes. Produzida pela ANPAD.

Web of Science (Science Citation Index Expanded, Social Science Citation Index, Arts & Humanities Citation Index) – base de dados multidisciplinar da Thomson Reuters.

Entre outras bases de dados.


* Disponível em: <http://www.sumarios.org/>. Acesso em: 18 set. 2017.
** Disponível em: <http://www.latindex.org/latindex/descripcion >. Acesso em: 18 set. 2017.
*** Disponível em: <http://www-periodicos-capes-gov-br.ez45.periodicos.capes.gov.br/index.php?option=com_pcontent&view=pcontent&alias=missao-objetivos&Itemid=126>. Acesso em: 18 set. 2017.
**** Disponível em: <https://www.crossref.org/about/>. Acesso em: 18 set. 2017.
***** Disponível em: <http://diadorim.ibict.br/teste.jsp>. Acesso em: 18 set. 2017.


Referência Bibliográfica:
FARIA, Maria Isabel; PERICÃO, Maria da Graça. Dicionário do livro: da escrita ao livro eletrônico. São Paulo: EdUsp, 2008.

Conceituação dos tipos de produção intelectual

– Anais de eventos: veja Livro ou Periódico


– Apostila – pc

Notas, resumidas ou não, das matérias dadas em aula, distribuídas em cópias para conhecimento e uso dos alunos.

Usado também para polígrafo, minicurso, etc.

Fontes:
HOUAISS, Antonio.  Dicionário Houaiss da língua portuguesa.  Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

MOTTA, Valter T.  Normas técnicas para apresentação de trabalhos científicos.  2.ed.  Porto Alegre: Ed. Médica Missau, 2001.


– Apresentação: veja  texto de apresentação/encerramento


– Arquivo de computador – pi

Informações codificadas que só podem ser processadas por computador incluindo tanto os dados armazenados em formato legível por máquina (dados numéricos, material multimídia, sistemas e serviços on-line) quanto os programas (software) para processá-los.

Fontes:
US MARC Format for Bibliographic Data.  Washington: LC, 1994.

MARC 21: formato condensado para dados bibliográficos.  Marília: UNESP, 2000.


– Artigo de divulgação pp

Texto editado em revista não-técnico-científica ou jornal de notícias não-especializado, contendo seus elementos identificadores (autor e título), bem como aqueles do periódico onde foi editado (título do jornal/revista, ISSN, data da publicação, volume, número, páginas inicial e final do texto, local de publicação).

Usado também para texto disponibilizado em sites institucionais na Internet.

Fonte:

CNPq.  Currículo Lattes.


– Artigo publicado em periódico indexado
Estrangeiro
pfi
Nacional
pgi

Texto com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento. Contém os elementos identificadores do artigo (autor e título), bem como os do periódico onde foi publicado (título, ISSN, volume, fascículo, páginas iniciais e finais do artigo, local de publicação). Publicado em revista técnico-científica ou periódico especializado, divulgada em serviço de indexação e resumo (impresso ou eletrônico) na área de assunto.

Fontes:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.  NBR 6022: apresentação de artigos em publicações periódicas.  Rio de Janeiro, 1990.

CAMPELLO, Bernadete.  Fontes de informação especializada: características e utilização.  2.ed.  Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1993.

CNPq.  Currículo Lattes.


– Artigo publicado em periódico não indexado
Estrangeiro
pfn
Nacional
pgn

Texto com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento. Contém os elementos identificadores do artigo (autor e título), bem como os do periódico onde foi publicado (título, ISSN, volume, fascículo, páginas iniciais e finais do artigo, local de publicação). Publicado em revista técnico-científica ou periódico especializado não divulgado em serviço de indexação e resumo (impresso ou eletrônico) na área de assunto.

Fontes:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.  NBR 6022: apresentação de artigos em publicações periódicas.  Rio de Janeiro, 1990.

CAMPELLO, Bernardete.  Fontes de informação especializada: características e utilização.  2.ed.  Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1993.

CNPq.  Currículo Lattes.


– Capítulo de livro – pb

Texto de caráter monográfico que integra o conteúdo de um livro e que contenha seus elementos identificadores (autor e título), bem como aqueles elementos do livro no todo (título do livro, nº do volume, páginação inicial e final do capítulo, ISBN, organizadores, edição, série, local de publicação e editora).

Principais divisões do texto de um documento.

Divisão feita em uma obra, para melhor organizá-la, facilitando sua compreensão. Em geral, os capítulos correspondem a cada um dos grandes temas abordados pela obra.

Usado também para Introdução quando for o primeiro capítulo da obra, destinado a apresentar o tema, situá-lo no contexto, apresentar os objetivos pretendidos e os métodos para alcançá-los. Usado para obras de autoria coletiva.

Fontes:

ANDRADE, Maria Margarida de.  Como preparar trabalhos para cursos de pós-graduação: noções práticas.  3.ed.  São Paulo: Atlas, 1993.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.  NB 69: numeração progressiva das seções de um documento.  Rio de Janeiro, 1987.

BUONOCORE, Domingo.  Vocabulário bibliográfico.  Santa Fé: Castellvi, 1952.

CNPq.  Currículo Lattes.


– Catálogo de cursos de Graduação, Pós-graduação, Extensão, etc – pr

Documento que relaciona, de forma organizada, as disciplinas com suas ementas, créditos e carga horária, dos cursos de graduação, pós-graduação e extensão oferecidos pela Universidade.


– Catálogo de evento ps

Documento que relaciona, de forma metódica pessoas, coisas ou itens de uma coleção de obras de arte.

Usado para catálogo de exposições, programa de eventos, programa de concerto, etc.

Fonte:

MOTTA, Valter T.  Normas técnicas para apresentação de trabalhos científicos.  2.ed.  Porto Alegre: Ed. Médica Missau, 2001.


– Dissertação de Mestrado Acadêmico – pe

Texto que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo, com tema único e bem delimitado em extensão. Feito sob a coordenação de um orientador doutor, visa obtenção do título de mestre.

Fonte:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação.  Rio de Janeiro, 2001.


– Dissertação de Mestrado Profissional: veja trabalho de Conclusão de Curso de Mestrado Profissional –  pep


– Documento administrativo/de planejamento – pm

Documento de natureza administrativa, que trata da própria instituição, de sua política interna, procedimentos, finanças e/ou operações de seus membros ou de seus recursos, que retrata o pensamento coletivo da entidade ou que relata a sua atividade coletiva. Usado para manuais de procedimento, projetos, programas e diretrizes de planejamento institucional.

Também usado para documento que apresenta descrição objetiva de fatos, acontecimentos ou atividades seguidas de uma análise rigorosa, com o objetivo de tirar conclusões, prestar contas ou tomar decisões e para relatório administrativo.

Fontes:

RIBEIRO, Antonia Motta de Castro Memória. Catalogação de recursos bibliográficos pelo AACR2R. Brasília: Edição do Autor, 2003.

SALVADOR, Angelo.  Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica.  6.ed.  Porto Alegre: Sulina, 1977.


– Documento jurídico: veja regulamento administrativo


– Editorial: veja texto de apresentação/encerramento


– Entrevista – pab

Encontro entre pessoas, em local combinado, para obtenção de informações, esclarecimentos, opiniões a respeito de determinado assunto. Usado para entrevista gravada ou publicada como parte de um periódico, jornal de divulgação, etc.

Fontes:

HOUAISS, Antonio.  Dicionário Houaiss da língua portuguesa.  Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

LAKATOS, Eva.  Fundamentos de metodologia científica.  2.ed.  São Paulo: Atlas, 1991.


– Exame de qualificação: veja  texto de exame de qualificação


– Fascículo/número especial: veja  periódico


– Introdução:  classificar como:
–  Capítulo de livro – pb

Quando a Introdução for o primeiro capítulo da obra, destinado a apresentar o tema, situá-lo no contexto, apresentar os objetivos pretendidos e os métodos para alcançá-los. Usado para obras de autoria coletiva.

ou

–  Texto de apresentação/encerramento – pta

Quando a Introdução for elemento pré-textual da obra, contendo texto de apresentação, justificativa, esclarecimento, indicar fontes consultadas e/ou fazer comentários escritos pelo próprio autor, pelo editor ou por outra pessoa de reconhecida autoridade no tema em estudo. Não se constitui em parte essencial da obra e pode receber um tratamento tipográfico diferente do restante do texto.


– Livro – pa

Publicação não-periódica que possua ISBN (Número Internacional do Livro) e que contenha os elementos textuais e complementares (editora, cidade de publicação, edição, tiragem, título, coleção ou série, e outros).

Usado também para anais de evento.

Para efeitos de classificação da PI da UFRGS não será considerada a diferenciação apontada na NBR 6029 em relação ao número de páginas da publicação, visto que o fator principal de classificação da PI diz respeito a conteúdo e não forma física.

Fonte:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6029: Informação e documentação. Livros e folhetos: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2006.


– Material cartográfico pk

Cartas, mapas ou similares destes tipos de documentos identificados por seus dados básicos: natureza (aerofotograma, carta, fotograma, mapa, outra), título, ano, técnica, finalidade, área representada.

Usado para mapa, globo, atlas, etc.

Fonte:

CNPq.  Currículo Lattes.


– Material gráfico ou visual px

Materiais bidimensionais opacos (como originais ou reproduções de arte, quadros de pintura, gravuras, fotografias e desenho artístico).

Usado também para produtos da atividade de desenho técnico ou de expressão gráfica, tais como folder, material em folhas soltas, porta-fólio, certificado, formulário, folha timbrada, atestado, cartão postal, adesivo, pasta, capa de livro/cd, prospecto, diploma, marcador de página, pôster, cartaz, crachá, etc.

Materiais projetáveis com movimento e som como filme cinematográfico e gravação de vídeo ou sem movimento como diafilme, tira de filme, diapositivo e radiografia.

Materiais tridimensionais, fabricados ou modificados por uma ou mais pessoas, à mão ou industrialmente; coisas reais, objetos autênticos ou que se encontram na natureza.

Usado para modelos, jogos, quebra-cabeças, réplicas, esculturas e outros trabalhos artísticos tridimensionais, máquinas, roupas, brinquedos, espécies microscópicas (ou suas representações) e outras espécies emolduradas para visualização, etc.

Fontes:

RIBEIRO, Antonia Motta de Castro Memória. Catalogação de recursos bibliográficos pelo AACR2R. Brasília: Edição do Autor, 2003.

US MARC Format for Bibliographic Data.  Washington: LC, 1994.


– Monografia de exame de qualificação: veja  texto de exame de qualificação


–  Música pv

Música impressa, manuscrita ou gravada incluindo seus dados básicos de identificação, tais como natureza (canto, orquestra, coral, outra), título, formação instrumental, editora ou gravadora, local de publicação, nº de páginas, nº do catálogo, nº de faixas, duração, características de gravação e de reprodução.

Fontes:

CNPq.  Currículo Lattes.

CÓDIGO de catalogação anglo-americano.  2.ed.  São Paulo: FEBAB, 1983-1985. v.1, cap. 5 e 6.


– Outros documentos – pz

Documentos que não possam ser classificados em nenhum dos tipos definidos.

Usado para orelha de livro, etc.


– Palestra – pac

Documento impresso, gravado ou em meio eletrônico de apresentação de um tema cultural ou científico, para uma platéia que possui algum conhecimento ou interesse sobre o assunto abordado. Realizada a convite dos organizadores de um evento.

Usado também para conferência, discurso, aula magna, aula inaugural e outros.

Fontes:

CESCA, Cleuza.  Organização de eventos.  São Paulo: Summus, 1997.

HOUAISS, Antonio.  Dicionário Houaiss da língua portuguesa.  Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.


– Patente – pu

Patente é um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade, outorgados pelo Estado aos inventores ou autores ou outras pessoas físicas ou jurídicas detentoras de direitos sobre a criação.  Inclui produtos ou processos que atendam aos requisitos de atividade inventiva, novidade e aplicação industrial, bem como objeto de uso prático, ou parte deste, suscetível de aplicação industrial, que apresente nova forma ou disposição, envolvendo ato inventivo, que resulte em melhoria funcional no seu uso ou em sua fabricação.

Documentos a serem classificados como patente devem ter sido obtidos ou depositados no INPI ou instituição nacional ou estrangeira conveniada com o mesmo.

Fontes:

Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Disponível em:

http://www.inpi.gov.br/images/stories/downloads/patentes/pdf/Guia_da_Patente.pdf

UFRGS. Decisão n. 118/2001, Anexo III, alterado pela Decisão n.270/2005.

http://www.ufrgs.br/consun/legislacao/documentos/decisao-no-118-2001


– Periódico – pt

Publicação de periodicidade prefixada, cujas unidades são geralmente constituídas por textos de autoria diversa. Possui ISSN e deve conter os elementos constitutivos da publicação quanto a definições, escopo, título, padronização (apresentação gráfica, formato, numeração, legenda bibliográfica) e estrutura.

Usado também para fascículo/número especial de um título de publicação seriada.

Fonte:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.  NBR 6021: apresentação de periódicos.  Rio de Janeiro, 1990.


– Prefácio:  veja texto de apresentação/encerramento


– Posfácio: veja  texto de apresentação/encerramento


– Projeto arquitetônico – par

Conjunto de desenhos arquitetônicos e textos que compõem a representação gráfica e escrita do edifício. Pode constar ainda do projeto arquitetônico a maquete da obra. Em geral é composto de três etapas: o estudo preliminar, o anteprojeto e o projeto de execução.

Fonte:

ALBERNAZ, Maria Paula.  Dicionário ilustrado de arquitetura.  São Paulo: Pró-Editores, 1997-1998.


– Projeto de dissertação/tese: veja texto de exame de qualificação


– Projeto paisagístico – pas

Projeto de espaços abertos, prevê o aproveitamento de ambientes externos, como pátios, jardins, quintais e quaisquer outros espaços disponíveis do lado de fora das construções.

Fonte:

FEDRIZZI, Beatriz.  Definição de projeto paisagístico. Mensagem recebida por <comissao@cpd.ufrgs.br> em 17 abr. 2003.


– Projeto urbanístico – pau

Conjunto de desenhos, gráficos, simulações tridimensionais e textos que compõem a representação gráfica e escrita de uma área urbana, incluindo edificações, atividades e uso do solo, espaços abertos, sistemas de tráfego e acessibilidade, sistemas de infraestrutura e sistema de divisão do território em termos de uso privado ou público. De modo geral engloba o processo de criação ou transformação de áreas urbanas, incluindo pesquisas preliminares, e levantamentos, diversas fases de estudos e projetos específicos e de um plano de implementação, determinando ações, ajustes e atividades a serem desenvolvidas ao longo do tempo, tendo em vista a realização do referido projeto.

Fonte:

CABRAL, Gilberto Flores.  Definição de projeto urbanístico.  Mensagem recebida por <comissao@cpd.ufrgs.br> em 25 abr. 2003.


– Proposta de dissertação/tese: veja texto de exame de qualificação


– Recensão: veja resenha


– Recurso educacional –  poa

São materiais educacionais digitais para ensino, aprendizado e pesquisa, disponibilizados de forma livre e licenciados de modo aberto, podendo ser adaptados por terceiros.

Fonte:

DUTRA, R.; TAROUCO, L. R. Recursos Educacionais Abertos (Open Educational Resources). RENOTE: revista  novas tecnologias na educação, v. 5, n. 1, (2007), Disponível em:  http://seer.ufrgs.br/index.php/renote/article/view/14171/8099. Acesso em: 05 fev. 2016.


– Regulamento administrativo pq

Texto normativo que não é lei, baixado por entidade com autoridade outorgada por lei.

Usado para estatuto, regimento, portaria, resolução, normas, instrução normativa, etc.

Fonte:

RIBEIRO, Antonia Motta de Castro Memória. Catalogação de recursos bibliográficos pelo AACR2R. Brasília: Edição do Autor, 2003.


– Relatório administrativo: veja documento administrativo/de planejamento


– Relatório Técnico e de Pesquisa pl

Texto que relata, de maneria concisa, a pesquisa realizada, desde seu planejamento até as conclusões tiradas. Inclui dados como nome do projeto, número de páginas, disponibilidade (restrita ou irrestrita), instituição financiadora, ano, título, autores.

Usado também para capítulo de relatório técnico e de pesquisa.

Fontes:

CNPq.  Currículo Lattes.

SALOMON, Délcio.  Como fazer uma monografia.  São Paulo: Martins Fontes, 1997.


– Resenha – pre

Texto elaborado por especialista que sintetiza, analisa e avalia uma obra recém editada, seja um livro, artigo, filme, disco ou outro. O texto combina resumo e julgamento de valor e é precedido pela referência bibliográfica da obra resenhada. Geralmente é publicada em seção especial do periódico, com o título de RevisãoNota de livrosResenha ou Recensão.

Usado também para revisão, resenha crítica ou recensão crítica.

Fontes:

FRANÇA, Júnia Lessa & VASCONCELLOS, Ana Cristina de. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 7.ed. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2004.

SANTOS, Gildenir Carolino & RIBEIRO, Célia Maria. Acrônimos, siglas e termos técnicos: arquivística, biblioteconomia, documentação, informática. Campinas: Átomo, 2003.


– Tese – pd

Texto que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. Elaborado com base em investigação original, representa contribuição real para a especialidade em questão. Feito sob a coordenação de um orientador doutor, visa à obtenção do título de doutor ou similar.

Os documentos denominados tese inaugural (trabalho de conclusão de cadeira do curso de Medicina, feita por aluno que desejava obter o título de Doutor em Medicina) e tese de doutoramento (para diplomar-se no Curso de Graduação da então Faculdade de Medicina de Porto Alegre) não são classificados como produção intelectual, pois não apresentam a indicação de orientador.

Fontes:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: Trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2005.

MANFROI, Waldomiro Carlos. Rubens Mário Garcia Maciel: filho de Livramento, cidadão do mundo. In: CARVALHAL, Tania Franco (Org.). Rubens Maciel.  Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2003. p. 96.

Correspondência da bibliotecária Júlia Tettamanzy contendo esclarecimentos fornecidos pelo professor Nicanor Letti, da Faculdade de Medicina da UFRGS. E-mail recebido pela Comissão de Automação em 31/10/2003.


– Tese de Cátedra/Livre docência – pdc

Trabalho de valor sobre determinado assunto, impresso em tiragem determinada pela instituição de ensino e apresentada como um dos requisitos ao concurso para catedrático ou livre docente.

Fontes:

BRASIL. Decreto n° 19.851, de 11 de abril de 1931. Dispõe que o ensino superior no Brasil obedecerá, de preferência ao sistema universitário… In: NEVES, Carlos de Souza. Ensino superior no Brasil: legislação e jurisprudência federais atualizada até 30/06/1955. Rio de Janeiro: [s.n.], 1955. v.4, p. 176-182.

MOACYR, Primitivo. A instrução e a república: reformas Rivadavia e C. Maximiliano (1911-1924). Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1942. v.4, p.100-104.


– Texto de apresentação/encerramento (exceto para catálogo artístico) – pta

Texto que apresenta ou encerra a obra, a justifica, presta esclarecimentos, indica fontes consultadas e/ou faz comentários e/ou advertências escritos pelo próprio autor, pelo editor ou por outra pessoa de reconhecida autoridade no tema em estudo. Não se constitui em parte essencial da obra e pode receber um tratamento tipográfico diferente do restante do texto.

Usado para Apresentação, Editorial, Introdução, Prefácio ou Posfácio quando elementos pré ou pós-textuais do documento, exceto quando se trata de catálogo artístico.

Fontes:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6029: Informação e documentação. Livros e folhetos: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2006.

CNPQ. Prefácio, Posfácio. In: Wiki CNPq ajuda.

EDITORAÇÃO de publicações oficiais.  Brasília: ABDF/Departamento de Imprensa Nacional, 1987.

ROBREDO, Jaime.  Manual de editoração.  2.ed.rev.  Brasília: ABDF, 1988.


– Texto de apresentação em catálogo artístico – ptc

Texto que fornece uma apreciação crítica de obra, artista ou evento e é publicado em catálogo de evento/exposição.


– Texto de exame de qualificação – pex

Texto apresentado e aprovado em defesa pública, perante banca examinadora, como um dos requisitos para obtenção do título de doutor ou mestre. Nele o autor demonstra sua capacidade crítica, a amplitude e a profundidade do seu conhecimento do tema ou da área escolhida entre aquelas pertinentes à sua linha de pesquisa ou ainda a proposta/plano de pesquisa detalhado da tese/dissertação incluindo objetivos, objeto, métodos, cronograma de execução e financiamento do trabalho.

Fontes:

CFE. Resolução 05/83, Art. 2°, Inciso VI

CEPE/UFRGS. Resolução 12/2007, Art. 27°

Regulamentos dos programas de pós-graduação da UFRGS disponíveis no endereço <www.ufrgs.br/propg/>


– Trabalho de conclusão

– curso de ensino profissional: per

– curso de especialização: pn

– curso de graduação: po

– curso de mestrado profissional/Dissertação de mestrado profissional: pep

– disciplina de doutorado: ped

– disciplina de ensino profissional: pdp

– disciplina de especialização: pnd

– disciplina de graduação: pod

– disciplina de mestrado acadêmico: pem

– disciplina de mestrado profissional: peo

Texto que apresenta o resultado de estudo, expressando conhecimento do assunto escolhido, obrigatoriamente emanado da disciplina, módulo ou estudo independente realizado em curso de doutorado, mestrado acadêmico ou profissional, especialização, graduação, ensino fundamental, médio ou profissional ministrado na Universidade. Realizado sob a coordenação de um orientador.

Usado também para trabalho individual, relatório de estágio, etc.

Fontes:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro, 2005.

CAPES. Portaria 80/98

CEPE/UFRGS. Resolução 12/2007, Art. 26º


– Trabalho publicado em anais de evento realizado…

– fora do país – pj

– no país – ph

Texto com autoria declarada, escrito para uma apresentação oral e publicação nos anais do evento em que foi apresentado, sob a forma de resumo ou texto completo. Contém os elementos identificadores do trabalho (autor, título), bem como aqueles dos anais onde foi publicado (nome do evento, cidade, ano, título dos anais, volume, fascículo, páginas inicial e final do trabalho, ISBN, editora, local de publicação.

Fontes:

ANDRADE, Maria Margarida de. Como preparar trabalhos para cursos de pós-graduação.  3.ed.  São Paulo: Atlas, 1999.

CNPq.  Currículo Lattes.


– Trabalho técnico – pad

Usado para trabalhos como assessoria, consultoria, parecer, elaboração de pré-projeto ou projeto. Contém os elementos identificadores do trabalho: título, autor, local de publicação, ano, finalidade, natureza (assessoria, parecer, etc.), duração, número de páginas, disponibilidade, instituição financiadora.

Usado também para consultoria, supervisão e revisão técnica de originais para publicação.

Fontes:

CNPq.  Currículo Lattes.

ROBREDO, Jaime.  Manual de editoração.  2.ed.rev.  Brasília: ABDF, 1988.


– Tradução – paf

Documento que apresenta a transladação do escrito de um idioma para o vernáculo, incluindo os dados básicos de identificação: natureza (artigo, livro, outro), título, ano, país, idioma, autor traduzido, título da obra original, ISBN/ISSN, idioma da obra original, editora, local de publicação, nº de páginas, edição, volume, fascículo, série.

Fontes:

CNPq.  Currículo Lattes.

MOTTA, Valter T. Normas técnicas para apresentação de trabalhos científicos.  2.ed.  Porto Alegre: Ed. Médica Missau, 2001.


– Verbete – pve

Texto elaborado por especialista, apresentando conjunto articulado de informações sobre determinado tópico, visando oferecer ao leitor da obra de referência (enciclopédia, dicionário, glossário, etc.) conceituação, síntese histórica, visão abrangente, conjunto de acepções, exemplos e outras informações pertinentes à compreensão do tema. Geralmente inclui bibliografia, direcionando o leitor para outras obras que versam sobre o tópico.

Fontes:

HOUAISS, Antonio. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

SANTOS, Gildenir Carolino & RIBEIRO, Célia Maria. Acrônimos, siglas e termos técnicos: arquivística, biblioteconomia, documentação, informática. Campinas: Átomo, 2003.


[1] Conceituação extraída do site Document@. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/documenta/manuais-sabi/registro-bibliografico/anexos/anexo-conceituacao-dos-tipos-de-producao-intelectual-parte-i-lista-alfabetica>. Acesso em: 23 maio 2017.